O que motivou a criação do Dia Mundial sem carne?

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Crédito da imagem: Unsplash

Um dos fatores que influenciaram o estabelecimento da data, foram os protestos de grupos contrários a produção pecuária comercial

O Dia Mundial sem Carne é comemorado no dia 20 de março, a partir de protestos da Organização Não Governamental (Ong) Farm Animal Rights Movement, sobre produção pecuária comercial. O movimento começou em 1985, nos Estados Unidos e se espalhou em diferentes partes do mundo, com apoio dos grupos de pessoas veganas.

A título de esclarecimento, o veganismo é um estilo de vida contrário a exploração de animais, para produção de alimentos, vestuário ou qualquer outra finalidade. A informação pode ser confirmada no livro “The Vegan Society”, lançado em 1944, no Reino Unido. Sendo assim, o grupo não utiliza nenhum produto que use partes de animais na formulação.

No Brasil, a campanha começou em 2009, divulgada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), que além de esclarecer a população sobre o sofrimento dos animais criados comercialmente, defende a substituição da proteína animal pelo vegetal.

Do mesmo modo, substituir proteínas animais (pelo menos duas vezes por semana) com altos índices de gordura, significa investir em uma alimentação mais saudável e com gorduras solúveis (ácidos graxos como ômega 3 e 6) benéficos ao organismo.

As proteínas vegetais já existem no mercado brasileiro há alguns anos, como por exemplo, nos leites e óleos vegetais, além da proteína de soja. Contudo, nos últimos cinco anos, o setor chamado de Plant-based (cuja tradução literal é, à base de plantas) obteve um crescimento anual de 11,1%.

Os dados apresentados pela consultoria Euromonitor apontaram ainda, que o faturamento das empresas que fabricam alimentos com proteínas vegetais dobrou, no intervalo de cinco anos, passando de US 48,8 milhões pra US$ 82,8 milhões. A projeção é de que as vendas cresçam ainda mais, em razão da diversidade de novos produtos e alcance US$ 131,8 milhões até 2025.

Considerando os vários aspectos envolvidos na produção comercial de proteínas animais, o Senac EAD lançou o bacharelado em Engenharia da Produção e Tecnologia em Gastronomia. A formação permitirá aos alunos terem melhor conhecimento sobre o mercado ou empreenderem no ramo de alimentos plant-based.

Em pós-graduação, existem várias opções de especialização lato sensu na área de nutrição. Os títulos oferecidos são essenciais para quem deseja atuar no segmento de consultoria em serviços de alimentação, com ingredientes de origem vegetal.

Sobre o Senac EAD

Com mais de 77 anos de atuação em educação profissional, o Senac foi pioneiro no ensino a distância no Brasil. A primeira experiência nessa modalidade se deu em 1947 com a Universidade do Ar, em parceria com o Sesc, que ministrava cursos por meio do rádio.

A partir de 2013, com o lançamento do portal Senac EAD, a instituição ampliou a sua atuação em todo o país. Hoje, oferece um amplo portfólio de cursos livres, técnicos, de graduação, pós-graduação e extensão a distância, atendendo todo o Brasil e apoiados por mais de 380 polos presenciais para avaliações. Acesse aqui a programação completa de cursos do Senac EAD.

(In Press Porter Novelli)

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