Mensagem da Seicho-No-Ie

Seja qual for o golpe… sem motivo interior não dói.

Todas as experiências vivenciadas são necessárias para a pessoa. O mundo terreno é de experiências das quais aprendemos lições imprescindíveis à nossa alma. E nos desenvolvemos dependendo do modo como as recebemos. Como estamos recebendo as lições de vida? Todo aquele que aceita as experiências da vida como um ensinamento desenvolve-se, mas, para aquele que as considera como execrável desgraça, porque não consegue entender a lição que elas representam, surgem quantas vezes forem necessárias em sua vida os mesmos tipos de sofrimento até adquirir a compreensão. Um famoso psicólogo disse mais ou menos o seguinte: “Analisando as experiências de vida, deduzimos que uma pessoa tem somente infortúnios pelo fato de viver se lamentando da infelicidade. Quem, além disso, não assume a culpa e fica só atribuindo a causa aos outros, dizendo que aconteceu tal fato porque o outro estava errado, torna-se alvo de repetidos infortúnios por não aceitar a lição como sua”.

A origem de todas as infelicidades está em nós próprios, pois, cada indivíduo é um centro da ação criadora de Deus. Nenhum grande filósofo ou psicólogo consegue provar que a causa da infelicidade está na conduta ou no pensamento de alguém que não seja a gente próprio. Naturalmente, é possível que alguém nos cause dano ou nos roube, injurie, porém, qualquer que seja o golpe que recebemos, se não existir em nosso interior algum motivo para recebê-lo não chegaremos a senti-lo. Como se fôssemos ondas de rádio de freqüência diferente.

Sendo assim, criar o hábito de analisar cada experiência pela qual passamos na vida, refletindo que ensinamento ela está querendo nos proporcionar, consiste no caminho para melhorar nosso destino. Pensando assim, chegamos à conclusão de que realmente já condenamos os outros injustamente, dizendo que fizeram algo que na verdade não haviam feito. Portanto, não é sem razão que somos acusados de algo que não somos responsáveis. Ao refletirmos dessa forma, nos surgirão novas idéias. E quando decidimos nunca mais repetir tal erro, podemos dizer que aprendemos toda a lição que essa experiência de vida representa.

O que parece em nosso redor é reflexo da nossa mente.

Masaharu Taniguchi

Colaboração: Caetana Gulla Zanin

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