É melhor reagir do que fingir que está tudo bem!

Sarah Coelho Silva (*)

Esta lenda que irei narrar será para elucidar o título de meu texto.

Principalmente, porque gosto destas histórias, me fascinam. São na verdade meus princípios filosóficos e porque, também, foi através dos ditados populares que fui educada.

Escutei esta lenda na Rádio Morada do Sol, sou fanática em programas populares. A música-raiz dá lastro às minhas melodias prediletas, que me proporcionam momentos gostosos, saudáveis, de fortes emoções. Levam-me a recordar os melhores e preciosos momentos de minha infância querida, lá em Pereira Barreto no nosso interior de São Paulo. Uma cidade vizinha do de Mato Grosso, bem no nosso sertão brasileiro.

Sei que rádio é cultura, nos mantém bem informados, é o fiel companheiro que enseja alegria aos nos fazer companhia.

“Um cavalo, certo dia, caiu em um abismo profundo.

Os homens que ali se encontravam não encontraram outra solução para a retirada do pobre cavalo do buraco, senão enterrá-lo para que o pobre animal não morresse aos poucos, de fome e sede.

Mas, logo todos iam jogando umas pedras imensas e o cavalo desviava… na ânsia de preservar a sua vida. Subia, pedra sobre pedra, aproveitando para superar a profundidade do buraco.

O mesmo ocorria quando os homens jogavam terra, com uma imensa pá. O cavalo chacoalhava seu corpo forte, a terra caia e o próprio chão servia para o cavalo subir mais um pouquinho. Devagar ia conseguindo superar o seu terrível dilema.

Até que atingiu, esse cavalo inteligente, a superfície plana da terra e se salvou com a ajuda de todos os homens ali presentes”.

Moral da história: nós devemos agir assim, quando mais atirarem pedras em nós devemos tirar proveito da triste situação e nos fortalecer, aprender a crescer. Porque é bem provável que somente assim ficaremos fortes de verdade, para vencer qualquer dificuldade desta vida que é oferecida pelo nosso Deus Pai.

PS: Ofereço este texto à minha professora Josélia Maria Costa Hernandez, do Laboratório de Redação da Uniara. Em homenagem à Mestra que constrói pilares de meu conhecimento neste apaixonante aprofundamento da língua portuguesa. Obrigada!

(*) É colaboradora do JA.

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