Inscrições para Canto Novo

A organização do XVI Festival de Música Sacra Canto Novo abre inscrições para o festival. As músicas podem ser inscritas até o dia 18 de agosto, taxa de R$ 10,00. Os grupos podem concorrer com até três músicas inéditas, com o tempo máximo de 4 minutos e 30 segundos cada. As músicas deverão ser gravadas em CD, com caixa, e devidamente marcado o nome do grupo, telefone para contato, comunidade/cidade e nomes das músicas com seus respectivos autores. Vão concorrer 24 músicas. Serão feitos 2 dias de apresentação com 12 músicas por dia. Após todas as apresentações, os jurados vão se reunir e definir 12 finalistas que irão se apresentar no dia 4 de novembro. A organização explica que, na finalíssima do festival, será gravado um CD ao vivo, onde todos os grupos participam da gravação.

As eliminatórias do Festival de Música Sacra Canto Novo acontecem nos dias 21 e 22 de outubro; a final e a premiação estão programadas para 04 de novembro, às 20 horas, no Teatro Municipal de Araraquara.

Inscrição

O material deve ser enviado em envelope lacrado para a organização do festival (avenida Osório, 172 – Centro – CEP. 14.801-308 Araraquara – SP), com a ficha de inscrição preenchida, a taxa de inscrição no valor de R$ 10,00 por música inscrita (cheque nominal ou depósito bancário), as músicas digitadas e cifradas em folhas de sulfite tamanho A4, com 2 cm de lado em fonte “Arial”, tamanho 12.

As folhas devem estar identificadas com nome do grupo e autoria (duas cópias por música) e um CD gravado com as músicas que irão concorrer. “Este CD deverá ser gravado profissionalmente, ou seja, as músicas devem estar gravadas em excelente qualidade e da mesma forma que irão ser apresentadas no dia do festival”, avisa a organização.

Já a taxa de R$ 10,00 poderá ser paga através de cheque cruzado e nominal em nome de Rodrigo Martins Pagotto, ou através de depósito bancário em qualquer agência do Banco Bradesco ou agências do correio (Banco Postal) para a conta poupança nº 9.870.855-3, da agência 0003-5, em nome de Maria Cristina Barreto Minotti.

Avaliação

A organização lembra que as músicas enviadas passarão por uma rigorosa triagem e as escolhidas estarão disponíveis no dia 24 de agosto (sábado), no website oficial do festival, (www.cantonovo.com.br). “Nesta primeira etapa, o quesito para julgamento será: português, teologia e musicalidade. Os integrantes dos grupos não precisarão ser necessariamente da Igreja Católica Apostólica Romana. Devem ser cristãos e respeitar os princípios de cada um”. Letra, música, interpretação, arranjo com programação (disquete e seqüenciador pré-programado) e arranjo executado ao vivo também serão avaliados.

Serão conferidos prêmios aos melhores: cantor, cantora, guitarrista, violonista, baixista, percussionista, baterista, tecladista (executado ao vivo), letra, sopro, arranjo vocal, arranjo musical, destaque (prêmio especial para um destaque do festival não relacionado acima), além de 3º, 2º e 1º lugares. Vale lembrar que o festival não tem premiação em dinheiro, e sim troféus exclusivos (confeccionados pelo artesão e arquiteto Paulo Minotti).

Mais informações: www.cantonovo.com.br.

Início

O Festival de Música Sacra Canto Novo teve início no ano de 1993, com o apoio do reitor da Igreja de Santa Cruz na época: Pe. José Anchieta Tavares. Após 14 anos tornou-se o maior festival de música sacra de Araraquara e todo o estado de São Paulo, de acordo com os organizadores, Rodrigo Pagotto e Cristina Minotti. O evento tem a colaboração do Ministério Nova Unção e o apoio da Prefeitura de Araraquara.

Rodrigo e Cristina destacam que o 14º Festival de Música Sacra Canto Novo não tem o objetivo de profissionalizar, mas sim de dar oportunidades e condições a crianças, jovens e adultos interessados em desenvolverem e aprofundarem a música para a evangelização. “Além disso, pretendemos levar a população a um contato mais direto com o universo musical, proporcionando a sociabilização e revelando, com toda certeza, novos talentos”, afirmam os organizadores.

Platéia é fundamental

A formação de uma platéia foi fundamental para o sucesso dos festivais nos anos 60. O surgimento da “Noite da Bossa”, programa da extinta TV Excelsior foi o embrião dos festivais. A emissora e o Teatro de Arena (no centro de São Paulo) ajudaram a formar uma platéia para a efervescente cena musical, mas o 1º Festival Nacional de Música Popular Brasileira foi ao ar pela TV Record, em 1965.

A TV Record percebeu o potencial daquela geração de artistas e apostou numa programação recheada de musicais. Revelaram-se nomes como Chico Buarque, Elis Regina, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Edu Lobo, Jair Rodrigues e Geraldo Vandré.

Embora fossem realizados em São Paulo, os primeiros festivais tornaram-se popular no país todo. A platéia foi importante porque participava muito. A torcida (pelos concorrentes) nascia espontaneamente; não era uma coisa forçada.

Os festivais não estavam, porém, alheios à realidade brasileira. A música serviu muitas vezes como veículo de protesto contra a ditadura militar iniciada em 1964. Ao longo dos anos, o rigor da censura atingiu os festivais.

Os resultados das disputas sofreram “cerceamento político”, o que despertou a desconfiança dos artistas. A partir daí, o clima ficou comprometido e as competições entraram em decadência.

Na parte cristã, grandes profetas nos incentivaram a cantar e louvar ao Senhor de uma forma diferente como Pe. Zezinho, Pe. Antônio Maria, Pe. Jonas, Pe. Marcelo, Nelsinho Corrêa, Dunga e muitos outros e esse era um sonho de Paulo Minotti e de sua esposa Cristina Minotti: evangelizar e reunir os jovens para que trabalhassem num grande ideal.

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