Indicação sugere programa para humanizar atendimento a pessoas com deficiência oculta 

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Vereador João Clemente (PSDB) propõe identificação para priorizar acolhimento 

A prestação de um atendimento prioritário, humanizado e amoroso a pessoas com deficiências ocultas, além da garantia à assistência e à segurança para elas, como também para seus respectivos acompanhantes, motivou o vereador João Clemente (PSDB) a enviar, à Prefeitura, a Indicação nº 3.357/2022.

O parlamentar recomenda, no documento, que haja a realização de estudos e análises de viabilidade para a criação e implementação do programa municipal “Cordão de Girassol: Ligue a Empatia”, para servir como instrumento de orientação para identificação de pessoas com deficiências ocultas ou transtornos.

Na indicação, Clemente sugere a identificação de pessoas com deficiências ocultas, como autismo, transtorno de déficit de atenção, síndrome de Tourette, problemas de visão, ansiedade, síndrome do pânico, fibrose cística, colite ulcerosa, fobias extremas, e de seus respectivos acompanhantes, por meio do “Cordão de Girassol”, uma faixa estreita de tecido ou equivalente material, na cor verde e ilustrada com girassóis. O uso do cordão, de acordo com o vereador, sinaliza a necessidade de atendimento prioritário, humanizado, amoroso, além de suporte especial para essas pessoas, principalmente em rodoviárias e aeroportos, nas repartições públicas e privadas, bem como em ruas, praças e no trânsito, evitando situações estressantes de filas e atrasos e tornando as condições de vida de pessoas com deficiências ocultas mais harmoniosa.

“Atendimento empático significa dizer que quem atende o fará imbuído do sentimento de colocar-se no lugar do atendido, sentindo suas necessidades e lhe atendendo como se em seu lugar estivesse. Em 2016, colaboradores do Aeroporto Gatwich, de Londres, na Inglaterra, criaram e fizeram do Cordão de Girassol um símbolo de amor, empatia e tratamento prioritário para pessoas com necessidades ocultas e ou transtornos, um instrumento auxiliar de orientação para identificação de pessoas que vivem com deficiências ocultas e ou transtornos”, afirma o parlamentar.

(Comunicação Social – Câmara Municipal de Araraquara)

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