Google vai abandonar sites gratuitos e empresas precisam correr

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O Google anunciou mudanças que vão impactar sites e perfis comerciais com domínios vinculados à plataforma, o chamado Google Meu Negócio. O anúncio do fim do suporte, que vai acontecer entre 1º de março e 10 de junho deste ano, já é motivo suficiente para que empresas comecem a adaptar suas páginas quanto antes.

Sites que foram criados utilizando os perfis de empresas do Google serão desativados e a corrida agora é pela migração destes domínios, como explica Ediney Giordani, Especialista em Marketing Digital da KAKOI Comunicação.

“Imagine a surpresa de clientes que tentarem acessar um site e encontram a temida mensagem de página não encontrada? Isso acontecerá com o fim do suporte nesses sites e a única alternativa viável é criar uma nova página substituta com outro domínio, mais profissional, robusto e com suporte profissional”.

O barato que vai sair caro

Empresas que optaram por não investir em estrutura web tem muito mais a perder do que um domínio. O Google Meu Negócio sempre foi uma opção mais cômoda pela sua gratuidade e muitos negócios escolheram manter suas páginas com este domínio. Com a alteração, os negócios irão perder todo o engajamento adquirido, o histórico, a relevância em buscadores e, se não adaptar o site rapidamente, vendas:

“Quem apostou suas fichas em um site grátis está vendo que perdeu tempo e dinheiro, por maior que seja a ironia. Terá que começar do zero, pois o Google muda seu direcionamento e não tem mais interesse nesse tipo de cliente”.

O que precisa fazer?

O próprio Google recomenda a transição seguindo algumas recomendações, como atualizar o perfil do Google redirecionado para o novo site ou começar a criar sites com domínios diferentes.

Essa mudança também impacta perfis utilizados para campanhas publicitárias que terão que ser atualizadas até 1º de março. Se não fizer essa adaptação, os perfis poderão interromper seus anúncios Ads até que um novo endereço seja criado:

“O próprio Google está dando as dicas para não afetar as empresas, mas vai depender agora das agências de comunicação e das empresas que correm contra o tempo. A prioridade é garantir a continuidade das operações e não perder relevância ou vendas” completa o especialista.

(KAKOI Comunicação)

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