DISCURSO DAS VACINAS, ANO PASSADO, NÃO SE SUSTENTOU FALINDO PLANO DA OPOSIÇÃO

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Texto: Giovani Henrique Peroni

O grande comentário político da semana ficou por conta do pronunciamento oficial, em cadeia nacional, do presidente Jair Bolsonaro. Depois e durante o pronunciamento houve reações como buzinas e panelaços em várias regiões das capitais, porém, as considero reações naturais.
Os presidentes da República têm aqueles que o prestigiam como aliados, mas, do outro lado tem os seus opositores considerados adversários. Por isso, isso é natural que reações desse tipo possam acontecer.
A oposição se debruça na prerrogativa de que esse discurso vem com atraso, no Brasil em 24 de março do ano passado inaugurou-se o negacionismo, minimizando a doença e qualificando-a como “gripezinha”.
Ao mostrar dados e números durante o seu pronunciamento, o presidente conseguiu trazer as informações daquilo que vem fazendo. Para aqueles que acompanham suas lives, nas redes sociais ou suas falas durante entrada ou saída do Palácio da Alvorada, sabem muito bem que não se teve nenhuma grande novidade. Bolsonaro tem tratado desses assuntos constantemente e o seu pronunciamento, desta semana, está patenteado como uma espécie de defesa de governo.

Pronunciamento me levou a uma reflexão e pontuar algumas situações.

PRIMEIRO
As mortes pela Covid-19, que não se trata de uma inversão brasileira e que semelhante aos outros países do mundo como Estados Unidos, China, França, Itália, Espanha e Reino Unido, todos tiveram problemas e se curvaram diante desta tragédia, ou seja, trata-se de uma pandemia mundial. Coube ao Presidente do Brasil lamentar a perda de amigos, familiares, conhecidos e outras pessoas não tão próximas.

SEGUNDO
No início houve uma certa dificuldade da aceitação do presidente pela vacina justificando que se tratava de mais de duzentos projetos, pois nenhuma vacina naquela época tinha a credibilidade de sua eficácia.
Imaginem se o governo tivesse assinado um contrato com um projeto, pagando antecipadamente e não tivesse vingado? No mínimo os opositores estariam todos processando o Presidente ou até mesmo pedindo a sua cassação por pagar algo que não recebeu. Naquele momento nenhuma das empresas fabricantes oferecia garantias sobre efeitos colaterais.
No presente são visíveis os esforços do governo em apostar nas vacinas que apresentam maior fidedignidade na eficácia com a compra de novas doses e principalmente de insumos para produção nacional.
O tempo é vertiginoso, passa rápido, é muito veloz. Ao olhar para um passado recente, ano de 2020, vivíamos desesperados sem saber o que fazer, perdidos em incertezas e vendo pessoas morrendo. Hoje, a cada chegada de cargas de vacinas ou insumos nos aeroportos, muitos brasileiros comemoram com euforia semelhante a de um torcedor apaixonado pelas cores da bandeira que vibra ao ver um “gol de placa” em final da Copa do Mundo.
Finalizando destaco a linguagem simples que foi utilizada pelo presidente, não se tratando mais de verbalizações rebuscadas, com citações de autores conhecidos internacionalmente, grandes pensadores, pois esse tipo de discurso ficou no passado já que o povo quer uma mensagem direta e… olho no olho.

 

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