FABIANA FUTEMA
A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo caiu pela terceira vez consecutiva, de 19,1% em junho para 18,5% da PEA (população economicamente ativa) em julho.
Foi a menor taxa de desemprego já medida na região no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo a Fundação Seade/Dieese, a queda na taxa foi influenciada pela geração de 32 mil postos de trabalho.
A pesquisa apurou que 34 mil pessoas deixaram, por motivos diversos, como aposentadoria, o mercado de trabalho. Combinada com a geração de 32 mil postos de trabalho, o número de desempregados na região caiu em 66 mil.
Com isso, o número total de desempregados na região foi estimado em 1,845 milhão de pessoas.
Outros índices
Na semana passada, o governo federal divulgou a criação de 202 mil vagas com carteira assinada em julho no país, 0,83% superior ao resultado de junho. Foi o sétimo mês seguido de criação de vagas no mercado formal, de acordo com a pesquisa do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Nesta quinta, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) divulga o resultado de sua pesquisa de emprego nas seis principais regiões metropolitanas do país. Em junho, o IBGE apurou desemprego de 11,7%. Foi o segundo mês seguida de queda na taxa.
Salário
Na região metropolitana de São Paulo, o rendimento médio real subiu de R$ 986 em maio para R$ 999 em junho, um avanço de 1,4%. Foi o segundo aumento consecutivo.
Na mesma comparação, o rendimento mádio dos assalariados subiu 0,6%, passando para R$ 1.056.