COLUNA GEPOL

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CEMITÉRIO

Esta semana trouxemos a notícia que a Prefeitura fará tombamento de túmulos, preservando memórias e cultura, no cemitério São Bento. Fica a pergunta: e a restauração da Capela? Que também é patrimônio histórico e há anos a obra de restauração está parada. Quem passa por ela, pode observar o estado caótico que se encontra. Dia de Finados, estão programadas cinco missas. Acontecerão onde?

CPI

Esta semana bombou nas redes sociais, a intimação do Prefeito Edinho Silva, para prestar esclarecimentos na CPI do Rio Grande do Norte, no já bastante divulgado Consórcio do Nordeste. Segundo Kelps Lima, Presidente do Colegiado, foram desviados aproximadamente 48 milhões de reais. Vamos aguardar, para ver o resultado.

AUMENTOS

Voltou à tona o abusivo aumento do IPTU e taxa de lixo para 2022. Talvez não teríamos esse aumento, se não estivéssemos em uma pandemia, além de termos passado pelos lockdowns mais rigorosos do país. Nas esquinas, Araraquarenses ficam se questionando: vereadores servem para o quê? Fica a pergunta para os senhores edis responderem.

DESCASO

Muitas são as reclamações de cadeirantes e seus familiares sobre o descaso que existe na manutenção das vias públicas, e que fica praticamente impossível a mobilidade daqueles com deficiência. Vemos e sentimos, o quanto a cidade está esburacada e, com a chegada das chuvas, só tende a piorar. Um olhar de carinho para cidade e população de forma geral, seria bem-vindo.

SEGURANÇA

O JA já abordou há pouco tempo o assunto “Segurança”. Mas pelo que se nota, nada tem sido feito para dar mais apoio e tranquilidade ao comércio e residências, já que os furtos aumentaram nos últimos meses. Sabemos que a Polícia do Estado de São Paulo está com déficit de policiais. Diante disso, quem está sofrendo é a pessoa de bem, que precisa ficar trancada à sete chaves para não ter seus bens saqueados. Tempos difíceis estamos vivendo.

CÂMARA

Semana passada, Terça-feira dia, 12 de outubro, Dia das Crianças e Nossa Senhora Aparecida, não houve sessão da Câmara. Até aí tudo bem, pois foi feriado. Mas, poderia ter sido feita uma sessão na quarta, na quinta ou sexta feira, entretanto, nada foi feito. Foram quinze dias sem trabalho. Fica a observação: poderiam valorizar mais o trabalho, pois quem os paga, são os contribuintes e, para os contribuintes, políticos são seus funcionários.

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