COLUNA GEPOL

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MEIO AMBIENTE

As árvores de Araraquara, de modo em geral, estão entregues à sorte. As recém-plantadas se curvam devido à falta de um apoio para crescerem saudáveis, enquanto, das antigas, muitas adoecem ou são infestadas por conta do descuido. Não se vê, como no passado, um cuidado especial para um bem que tanto se fala em preservar. Não custava a Secretária do Meio Ambiente dar uma atenção a essa riqueza que já foi contada em prosas e versos no passado. Afinal, Araraquara já foi considerada uma das mais arborizadas do Brasil. Ficamos na saudade.

CERVEJARIA

Muitas são as opiniões da vinda da nova fábrica para Araraquara pelo fato do uso em excesso da água que será retirada do Aquífero Guarani. Mas, se não vier para Morada do Sol, outra cidade irá abocanhar essa indústria e a água do lençol será usada da mesma forma. Será que existe efetivo controle do uso da água?

TENSÃO

A região está vivendo momentos de muita tensão devido às inúmeras tempestades: de areia, granizo e chuva. Pirassununga, cidade próxima, foi parcialmente destruída. Araraquara, há quinze dias, também sofreu com o clima surreal. Dentre as árvores que vieram ao chão, de muitas, já havia sido solicitada a remoção ou poda, por já representarem algum risco. Mas nada foi feito. Moradores ficaram no prejuízo.

BUROCRACIA

Para se obter poda de árvore, que pertence à Prefeitura, é necessária uma tremenda burocracia. São vários documentos a serem preenchidos, para depois passar por aprovação e daí esperar a vontade dos agentes a cumprirem a ordem. Por se tratar de meio ambiente, é compreensível a cautela presente, mas a velocidade para atender o público nesse quesito não é suficiente.
Por sua vez, se o particular tomar a atitude de fazer a poda ou mesmo eliminar a árvore que oferece risco a sua propriedade particular, a multa chega rapidinho, salgada e nem analisa o motivo que originou as ações do cidadão. Difícil a situação. Vereadores poderiam atuar?

DIA DAS CRIANÇAS

Comerciantes da área central da cidade dizendo que esperavam mais nas vendas nesse dia. Mas, observando os comércios de bairro, fica a impressão que a população está preferindo comprar perto do local onde reside. Isso tem lógica, pois se economiza dinheiro no transporte que atinge valores altos demais. Demais. No passado já era uma tendência economizar com o transporte. Agora já é uma necessidade.

RECLAMAÇÃO

Pequenos e médios comerciantes estão desgostosos com políticos da cidade. Por quê? Para grandes empresas que chegam e se instalam, é dado 10/15 anos de isenção de impostos. Essa política é comum para atrair grandes empresas para a cidade, mas não poderíamos buscar políticas novas para os pequenos empreendedores também? Seria o caso de tirar os impostos de negócios que passam por necessidades também. Nem que fosse por um espaço de tempo pequeno, assim fomentado a geração de emprego em diversos setores.

Quem nos acompanhou até aqui tenha um excelente final de semana e até a próxima, se Deus assim o permitir.

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