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	<title>Saúde Archives - Jornal de Araraquara</title>
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	<title>Saúde Archives - Jornal de Araraquara</title>
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	<item>
		<title>Vacinação contra a gripe será realizada na Praça Santa Cruz neste sábado (25)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação acontece das 9h às 13h e é aberta à população a partir dos seis meses de idade; CTA também oferecerá testes rápidos gratuitos para HIV, hepatites B e C e sífilis A Secretaria Municipal da Saúde realiza neste sábado (25) uma ação de vacinação contra a influenza na Praça Santa Cruz. O atendimento acontece [&#8230;]</p>
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<p><em>Ação acontece das 9h às 13h e é aberta à população a partir dos seis meses de idade; CTA também oferecerá testes rápidos gratuitos para HIV, hepatites B e C e sífilis</em></p>



<p>A Secretaria Municipal da Saúde realiza neste sábado (25) uma ação de vacinação contra a influenza na Praça Santa Cruz. O atendimento acontece das 9h às 13h e será destinado à população em geral a partir dos seis meses de idade.</p>



<p>A iniciativa tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal e facilitar o acesso da população à imunização durante o período de maior circulação dos vírus respiratórios.</p>



<p>Além da vacinação, o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) também estará presente na ação, oferecendo testes rápidos gratuitos para HIV, hepatites B e C e sífilis.</p>



<p>A vacina contra a gripe faz parte do Calendário Nacional de Vacinação como imunizante de rotina desde 2025 e é considerada a forma mais eficaz de prevenção contra a doença. Em 2026, a formulação foi atualizada para oferecer proteção contra três cepas do vírus influenza: H1N1, H3N2 e tipo B. Como o vírus sofre mutações frequentes, a vacinação deve ser realizada todos os anos.</p>



<p>Além de reduzir o risco de adoecimento, a imunização contribui para diminuir complicações, internações e mortes causadas pela influenza, bem como para reduzir a sobrecarga dos serviços de saúde durante a temporada de doenças respiratórias.</p>



<p>A vacina não é indicada para crianças menores de seis meses, pessoas que apresentaram febre nas últimas 24 horas e pessoas com histórico de alergia grave ao ovo.</p>



<p>SERVIÇO:</p>



<p>Vacinação contra a influenza<br>Data: sábado, 25 de julho<br>Horário: das 9h às 13h<br>Local: Praça Santa Cruz<br>Público-alvo: população em geral a partir dos seis meses de idade<br>Não podem receber a vacina: pessoas que apresentaram febre nas últimas 24 horas; pessoas com histórico de alergia grave ao ovo; crianças menores de seis meses</p>



<p><em>(Secretaria de Comunicação &#8211; Prefeitura de Araraquara)</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="1350" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-20-at-09.20.20.jpeg" alt="" class="wp-image-107402"/></figure>



<p></p>
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		<title>Corrida e lipedema: por que o exercício certo pode ajudar e o errado pode piorar sintomas</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/corrida-e-lipedema-por-que-o-exercicio-certo-pode-ajudar-e-o-errado-pode-piorar-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:49:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda por que o impacto da corrida não deve ser a primeira escolha para quem vai começar a se movimentar, mas pode ser mantido em pacientes já ativas com avaliação individualizada A dúvida é cada vez mais comum entre mulheres com lipedema: correr faz mal ou pode continuar fazendo parte da rotina? A resposta, segundo [&#8230;]</p>
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<p><em>Entenda por que o impacto da corrida não deve ser a primeira escolha para quem vai começar a se movimentar, mas pode ser mantido em pacientes já ativas com avaliação individualizada</em></p>



<p>A dúvida é cada vez mais comum entre mulheres com lipedema: correr faz mal ou pode continuar fazendo parte da rotina? A resposta, segundo a fisioterapeuta Dra. Mariana Milazzotto, não é uma proibição simples. O ponto central está no tipo de paciente, no estágio da doença e na forma como o exercício é introduzido.</p>



<p>Para Milazzotto, o primeiro passo é entender que movimento é parte do tratamento, mas não qualquer movimento, nem do mesmo jeito para todas. &#8220;O exercício é um dos pilares do cuidado no lipedema. Só que uma mulher sedentária não deve começar pela corrida. O corpo precisa de adaptação, e o impacto, nesse começo, pode gerar mais desconforto do que benefício&#8221;, afirma a Dra. Mariana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que está em jogo</strong></h2>



<p>O lipedema é caracterizado pelo acúmulo anormal e simétrico de gordura, principalmente em pernas e coxas, podendo causar dor, sensibilidade, inchaço e hematomas frequentes. Nos consensos recentes sobre a condição, a atividade física aparece como parte importante do manejo, mas não como solução isolada e muito menos como receita única.</p>



<p>Nesse contexto, a corrida se torna um ponto de atenção porque é uma atividade de impacto. Para uma mulher que nunca teve rotina de exercício, sair do zero e começar por uma modalidade mais agressiva para as articulações e para o sistema linfático pode aumentar a inflamação percebida e piorar sintomas como dor e peso nas pernas. &#8220;Se a paciente está inflamada, com sensibilidade ao toque, hematomas e sensação de pernas pesadas, o momento da corrida pode não ser o ideal&#8221;, explica a fisioterapeuta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando o impacto pesa mais</strong></h2>



<p>O aumento de provas e corridas em diversas cidades no país e participação crescente feminina também é visto, por muitas mulheres, como símbolo de saúde e autonomia. Mas, no lipedema, essa imagem nem sempre se traduz em boa resposta corporal. Modalidades de alto impacto podem ser bem toleradas por quem já tem condicionamento, estrutura muscular e adaptação progressiva. Já para quem está começando, o risco de sobrecarga é maior.</p>



<p>Segundo Milazzotto, a atividade física é útil para melhorar sintomas, qualidade de vida, drenagem linfática e inflamação, com destaque para práticas aquáticas e treinamento de força.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Não é sobre proibir a corrida para toda paciente com lipedema&#8221;, diz Dra. Mariana. &#8220;É sobre entender em que momento ela faz sentido. Uma mulher já ativa, que gosta de correr e não piora sintomas, pode continuar, mas precisa ser reavaliada periodicamente. Às vezes, basta ajustar o treino, o volume, a intensidade ou a recuperação.&#8221;</p>



<p>O ponto mais importante, segundo a especialista, é que a mulher com lipedema que vai começar a se exercitar precisa de progressão. Caminhadas, exercícios na água e musculação leve tendem a ser opções mais adequadas no início porque ajudam a construir base muscular, melhorar circulação e reduzir sobrecarga sem exigir impacto elevado.</p>



<p>&#8220;Eu vejo muita mulher acreditar que precisa começar correndo porque quer emagrecer ou voltar rápido à forma. Mas, no lipedema, a pressa costuma cobrar um preço. O exercício certo é o que respeita o corpo e reduz sintomas, não o que aumenta a inflamação&#8221;, afirma a fisioterapeuta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando a corrida pode continuar</strong></h2>



<p>Para a Dra. Mariana, a corrida não deve ser tratada como inimiga automática. Em pacientes já condicionadas, sem piora importante de dor ou edema e com acompanhamento profissional, ela pode continuar fazendo parte da rotina. O alerta é para a reavaliação contínua.</p>



<p>Se a corrida aumenta o peso nas pernas, a dor ao final do treino ou a sensação de inflamação, o programa precisa ser revisto. Isso pode significar reduzir frequência, mudar intensidade, associar fortalecimento ou substituir parte do impacto por outras modalidades. A lógica é personalizar, não generalizar.</p>



<p>&#8220;Não existe uma regra única. O que existe é um corpo que precisa ser ouvido. Se a corrida piora os sintomas, a conduta muda. Se a paciente corre bem, sem piora clínica, o exercício pode ser mantido com acompanhamento&#8221;, resume.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a Dra. Mariana Milazzotto</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1306" height="1600" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/07/marianamiazotto.jpeg" alt="" class="wp-image-107396"/></figure>



<p>Fisioterapeuta com quase 20 anos de atuação, mestre em Ciências Médicas e especialista no tratamento clínico do lipedema. Criadora da Jornada Desvendando o Lipedema, programa que forma fisioterapeutas e terapeutas corporais no atendimento a mulheres com diagnóstico confirmado ou suspeita da doença. É referência no Brasil por sua abordagem humanizada e baseada em evidências científicas.</p>



<p><em>(Tinteiro Assessoria de Imprensa)</em></p>



<p><em>Foto Profissional. (Crédito: FreePik)</em></p>
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		<item>
		<title>Infarto em mulheres após a menopausa pode não ter dor no peito</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/infarto-em-mulheres-apos-a-menopausa-pode-nao-ter-dor-no-peito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queda do estrogênio afeta colesterol, pressão, inflamação e distribuição de gordura; sintomas cardíacos também podem fugir do padrão clássico A menopausa marca uma virada importante na saúde da mulher. Durante a vida reprodutiva, o estrogênio exerce efeito protetor sobre os vasos sanguíneos, o metabolismo e o controle da inflamação. Com a queda desse hormônio, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Queda do estrogênio afeta colesterol, pressão, inflamação e distribuição de gordura; sintomas cardíacos também podem fugir do padrão clássico</em></p>



<p>A menopausa marca uma virada importante na saúde da mulher. Durante a vida reprodutiva, o estrogênio exerce efeito protetor sobre os vasos sanguíneos, o metabolismo e o controle da inflamação. Com a queda desse hormônio, o organismo passa por mudanças que aumentam o risco cardiovascular e alteram o padrão de sintomas de problemas no coração.</p>



<p>Segundo a médica nutróloga Dra. Mariana Wogel, muitas mulheres percebem o corpo diferente depois dos 40 anos e associam essa mudança apenas à idade ou à estética. Para ela, o que acontece é uma alteração fisiológica real, com impacto direto na saúde.</p>



<p>&#8220;Por trás da frase &#8216;meu corpo mudou do nada&#8217; existe uma alteração concreta. O que antes tinha proteção hormonal passa a responder de outra forma&#8221;, afirma.</p>



<p>Entre os principais efeitos dessa transição estão o aumento da gordura abdominal, a piora da resistência à insulina, a elevação da pressão arterial e a desorganização do perfil de colesterol. Esses fatores, somados, favorecem maior risco de doença cardiovascular nos anos seguintes à menopausa.</p>



<p>A especialista também chama atenção para um ponto que ainda passa despercebido por muitas mulheres: o infarto feminino nem sempre se apresenta de forma clássica. Em vez da dor forte no peito, os sintomas podem surgir como falta de ar, cansaço intenso que não melhora, náusea, dor nas costas e sensação súbita de exaustão. Em muitos casos, esses sinais são confundidos com ansiedade, estresse ou simples desgaste da rotina.</p>



<p>Para a médica, essa diferença exige mais atenção na avaliação clínica. A saúde da mulher após os 40 anos não deve considerar apenas os sintomas hormonais, mas também a proteção do coração e a prevenção de doenças metabólicas.</p>



<p>&#8220;Menopausa não precisa ser o começo do adoecimento feminino, mas precisa ser levada a sério&#8221;, diz.</p>



<p>A Dra. Mariana defende que o acompanhamento nessa fase deve incluir exames regulares, controle metabólico, análise de marcadores de inflamação, cuidado com a massa muscular, prática de atividade física e, quando necessário, manejo hormonal individualizado. O sono também entra na lista de fatores que influenciam o risco cardiovascular e o equilíbrio geral do organismo.</p>



<p>A médica reforça que a prevenção faz diferença. Identificar mudanças cedo permite reduzir riscos e evitar que sintomas discretos sejam ignorados até se tornarem quadros mais graves. Para ela, o foco da conversa sobre menopausa precisa ir além dos fogachos e incluir o coração como parte central desse processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a Dra. Mariana Wogel</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1066" height="1600" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/07/mariana-2.jpeg" alt="" class="wp-image-107390"/></figure>



<p>Médica especialista em Nutrologia pela ABRAN/AMB, RQE 33691 com atuação em saúde feminina, emagrecimento, fertilidade e medicina integrativa. Autora de dois livros e criadora do Programa Ser Livre, atende em Três Rios e Itaipava com foco em cuidado integral, acompanhamento contínuo e saúde da mulher em diferentes fases da vida.</p>



<p><em>(Tinteiro Assessoria de Imprensa)</em></p>



<p><em>Foto Profissional. (Crédito: freepik)</em></p>
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		<item>
		<title>20 de Julho, Dia Mundial do Cérebro &#8211; cuidar do cérebro é investir em qualidade de vida</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/20-de-julho-dia-mundial-do-cerebro-cuidar-do-cerebro-e-investir-em-qualidade-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dr. Kleber Duarte &#8211; neurocirurgião Celebrado em 20 de julho,&#160;o Dia Mundial do Cérebro&#160;traz a reflexão sobre a&#160;importância dos cuidados. Mais do que tratar doenças, preservar a saúde desse órgão vital&#160;significa investir em prevenção, informação e hábitos que favoreçam o funcionamento adequado do sistema nervoso.&#160; O cérebro é&#160;o órgão que define quem somos.&#160;Os&#160;pensamentos, emoções, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Dr. Kleber Duarte &#8211;  neurocirurgião</em></p>



<p>Celebrado em 20 de julho,&nbsp;o Dia Mundial do Cérebro&nbsp;traz a reflexão sobre a&nbsp;importância dos cuidados. Mais do que tratar doenças, preservar a saúde desse órgão vital&nbsp;significa investir em prevenção, informação e hábitos que favoreçam o funcionamento adequado do sistema nervoso.&nbsp;</p>



<p>O cérebro é&nbsp;o órgão que define quem somos.&nbsp;Os&nbsp;pensamentos, emoções, memórias, movimentos e decisões,&nbsp;tudo é controlado&nbsp;pelo cérebro.</p>



<p>Durante muito tempo acreditou-se que o cérebro era&nbsp;um órgão praticamente imutável.&nbsp;A&nbsp;ideia&nbsp;era&nbsp;que perdíamos neurônios ao longo dos anos sem possibilidade de recuperação.&nbsp;</p>



<p>Com os avanços da&nbsp;neurociência,&nbsp;sabe-se&nbsp;que o&nbsp;cérebro possui uma extraordinária capacidade de adaptação,&nbsp;conhecida como <strong>neuroplasticidade</strong>, ou seja, o cérebro reorganiza&nbsp;suas conexões, cria&nbsp;novos circuitos neurais e modifica&nbsp;seu funcionamento em resposta às experiências, ao aprendizado, aos estímulos do ambiente e até mesmo,&nbsp;após lesões.</p>



<p>Com o aumento da&nbsp;expectativa de vida da população&nbsp;cresceu significativamente&nbsp;a incidência de doenças neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC), tumores cerebrais, aneurismas, traumatismos cranianos,&nbsp;alterações da coluna, doenças degenerativas, como a doença de Parkinson&nbsp;e Alzheimer.</p>



<p>Por isso, é&nbsp;fundamental reconhecer sinais&nbsp;como: dores de cabeça persistentes ou que apresentam características diferentes do habitual, perda de força, alterações na fala, convulsões, perda de consciência, dificuldades de memória, alterações do equilíbrio ou da visão -, que podem indicar condições que exigem avaliação médica especializada.&nbsp;</p>



<p>Vale&nbsp;aqui uma alerta&nbsp;sobre&nbsp;o&nbsp;uso excessivo de telas, que&nbsp;tem sido um&nbsp;dos&nbsp;grandes&nbsp;vilões. O tempo&nbsp;dedicado na internet, principalmente nas&nbsp;redes sociais, o bombardeio de notificações e o hábito de fazer múltiplas tarefas,&nbsp;prejudicam o&nbsp;foco e geram níveis alarmantes de ansiedade e estresse, considerados os dois grandes vilões da saúde cerebral a longo prazo.</p>



<p>Existe até um termo para isso: &#8220;brain riot&#8221;, significando &#8220;podridão cerebral&#8221; ocasionada por este estilo de vida que prioriza as telas. A título de curiosidade: este termo foi eleito como a palavra do ano 2024 pelo Dicionário Oxford.</p>



<p>A notícia boa é que muitos desses problemas podem ser prevenidos, diagnosticados precocemente ou tratados&nbsp;obtendo&nbsp;bons resultados.&nbsp;</p>



<p>Ajustes nos hábitos diários&nbsp;e alguns cuidados são fundamentais, entre os mais importantes estão o controle&nbsp;da pressão arterial,&nbsp;do&nbsp;diabetes e colesterol&nbsp;elevado;&nbsp;evitar o tabagismo, praticar atividades físicas, manter uma alimentação equilibrada, dormir bem e estimular constantemente a atividade intelectual&nbsp;e social.&nbsp;</p>



<p>Para funcionar plenamente, o&nbsp;cérebro também&nbsp;precisa de descanso, interação social e equilíbrio emocional.&nbsp;Em conjunto,&nbsp;essas medidas&nbsp;contribuem para a saúde cerebral ao&nbsp;longo da vida.</p>



<p>Lembre-se:&nbsp;a&nbsp;forma como você cuida do seu cérebro hoje, molda diretamente quem você será amanhã.</p>



<p><strong>Dr. Kleber Duarte,</strong> <strong>Neurocirurgião funcional</strong></p>



<p><strong><u>Sobre a Dr. Kleber Duarte, Neurocirurgião:</u></strong>  Dr. Kleber Duarte é médico neurocirurgião com quase 30 anos de experiência na área de neurocirurgia funcional e dor. Atualmente é coordenador do Serviço de Neurocirurgia para Saúde Suplementar e Neurocirurgia em Dor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Tem amplo conhecimento e alta qualificação em técnicas cirúrgicas e de estereotaxia para tratamento de doenças que comprometem o sistema motor e em dores crônicas. <strong>@drkleberduarte</strong></p>



<p><em>(Malu Abib Conteúdos)</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="521" height="1156" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/07/IMG_3673.jpeg" alt="" class="wp-image-107384"/></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Novo programa incentiva prevenção e combate a amputações por diabetes</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/novo-programa-incentiva-prevencao-e-combate-a-amputacoes-por-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:54:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de Lei é de autoria dos vereadores Enfermeiro Delmiran (PL) e Marcelinho (Progressistas); ações devem incluir campanhas, capacitação de servidores e orientações a pacientes diabéticos A criação da Política Municipal de Prevenção e Combate às Amputações em Pessoas Diabéticas foi aprovada na terça-feira (14), em Sessão Ordinária que marcou o retorno dos trabalhos após [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em><em>Projeto de Lei é de autoria dos vereadores Enfermeiro Delmiran (PL) e Marcelinho (Progressistas); ações devem incluir campanhas, capacitação de servidores e orientações a pacientes diabéticos</em></em></p>



<p>A criação da <a href="https://docs.google.com/viewer?url=https%3A//consulta.camara-arq.sp.gov.br/arquivo%3FId%3D350891" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Política Municipal de Prevenção e Combate às Amputações em Pessoas Diabéticas</u></a> foi aprovada na terça-feira (14), em Sessão Ordinária que marcou o retorno dos trabalhos após o fim de um breve recesso dos parlamentares no início de julho.</p>



<p>O programa foi idealizado pelos vereadores Enfermeiro Delmiran (PL) e Marcelinho (Progressistas), como forma de fortalecer as ações de educação em saúde, diagnóstico precoce e tratamento adequado do pé diabético, que é uma complicação relacionada ao descontrole da glicemia nesses pacientes.</p>



<p>Durante a apresentação da proposta no Plenário, Delmiran destacou que o diabetes mellitus é uma das principais causas de amputações não traumáticas em todo o mundo, mas a maior parte delas poderia ser evitada com medidas simples e acompanhamento contínuo.</p>



<p>Entre as ações sugeridas no Projeto de Lei, estão a realização de campanhas de conscientização, incentivos ao autoexame e a busca de auxílio médico imediato em casos de alterações nos pés, incluindo a programação de ações educativas e preventivas junto à população e aos profissionais de saúde.</p>



<p>O documento ainda prevê a capacitação continuada de profissionais da rede pública de saúde e parcerias com entidades da sociedade civil, instituições de ensino, conselhos profissionais e organizações de pacientes para a realização de campanhas ou atividades relativas ao tema.</p>



<p>Ao finalizar a defesa da proposta, Delmiran lembrou que a prevenção, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas com diabetes, também traria vantagens financeiras para o Município, ao reduzir custos com cirurgias de amputações, por exemplo.</p>



<p>&#8220;É muito importante que a gente reforce ainda mais essas prevenções, campanhas educativas e até mesmo um mutirão, para fazer avaliações e dar orientações aos pacientes nas unidades de saúde&#8221;, reforçou o vereador.</p>



<p>Após a aprovação recebida na Câmara, o projeto segue para a sanção do prefeito para que se torne lei e o programa entre em vigor na cidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o pé diabético?</strong></h2>



<p>Problema comum em pacientes com diabetes mellitus, o pé diabético surge por danos nos nervos e na circulação devido à falta de controle da glicemia. Essa condição leva a perda de sensibilidade e insuficiência na circulação dos membros inferiores, que podem aumentar o risco de feridas, infecções e amputações.</p>



<p>Os sintomas mais frequentes podem incluir formigamento, perda de sensibilidade, lesões que não cicatrizam, alterações na coloração da pele, rachaduras e inchaço nos pés. A prevenção do pé diabético envolve controle dos níveis de glicose no sangue, exame diário dos pés, uso de calçados adequados, higiene correta e acompanhamento regular com profissionais de saúde.</p>



<p><em>Foto: Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul</em></p>



<p><em>(Setor de Imprensa &#8211; Câmara Municipal de Araraquara)</em></p>
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		<title>Saúde mental precisa de escuta ampliada: como a teoria de Fabíola Marques responde aos desafios de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com proposta inédita registrada, psicanalista une rigor e sensibilidade para acolher o que as palavras não dizem — algo fundamental para lidar com angústias, isolamento e sofrimento contemporâneo Os números de ansiedade, isolamento, angústia e sofrimento psíquico crescem cada vez mais no Brasil e no mundo. Mas, muitas vezes, as pessoas sentem que não conseguem [&#8230;]</p>
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<p><em>Com proposta inédita registrada, psicanalista une rigor e sensibilidade para acolher o que as palavras não dizem — algo fundamental para lidar com angústias, isolamento e sofrimento contemporâneo</em><br><br>Os números de ansiedade, isolamento, angústia e sofrimento psíquico crescem cada vez mais no Brasil e no mundo. Mas, muitas vezes, as pessoas sentem que não conseguem explicar exatamente o que sentem — ou que sua dor não cabe em uma conversa curta ou em um diagnóstico rápido. É para esse público, e para esse momento, que o trabalho da psicanalista, pesquisadora e escritora Fabíola da Rocha Marques se torna ainda mais relevante.</p>



<p>Com uma trajetória construída na clínica, na pesquisa acadêmica e na vivência com a literatura, ela desenvolveu uma abordagem que vem mudando como se entende e cuida da mente humana: a Teoria Freudo-Clariceana do Inconsciente – Uma Psicanálise do Indizível, já registrada na Fundação Biblioteca Nacional e publicada em revista científica.<br>O que sua abordagem traz de novo para a saúde mental?</p>



<p>Diferente de visões que focam apenas no que pode ser dito ou classificado, sua proposta valoriza justamente o que escapa às palavras:</p>



<p>✅ Acolhe silêncios, gestos e afetos como formas legítimas de expressão do sofrimento;<br>✅ Amplia a escuta para experiências de trauma, luto, angústia sem nome e instabilidade emocional;<br>✅ Respeita o tempo de cada pessoa, sem pressa de “resolver” ou rotular;<br>✅ Liga a saúde mental à vida real: ao contato com o outro, com a natureza e com a própria história.</p>



<p>“Vivemos em uma época de muita pressão para ser produtivo, de viver tudo nas telas e de ter que explicar tudo rapidamente. Mas a alma humana não funciona assim”, explica Fabíola. “Muitas dores ficam guardadas justamente porque não encontram palavras — e são essas que precisam ser ouvidas primeiro.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sua formação e credibilidade</h2>



<p>Natural de Araraquara e residente em São Carlos, ela possui mestrado, doutorado e especialização em Neuropsicanálise, além de estar finalizando a graduação em Psicologia pela Saint Leo University, onde integrou a Lista de Honra por desempenho acadêmico excepcional.</p>



<p>Essa base sólida, aliada à prática clínica dedicada e à constante atualização, faz com que sua teoria não seja apenas um estudo: é uma ferramenta prática que já ajuda pacientes, orienta educadores e inspira outros profissionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para quem é esse trabalho?</h2>



<p>• Pessoas que sentem sofrimento mas não conseguem explicar o que sentem;<br>• Quem passa por luto, mudanças profundas ou instabilidade emocional;<br>• Famílias que buscam compreender melhor seus filhos e seus próprios vínculos;<br>• Professores e profissionais que querem acolher melhor quem atende;<br>• Todos que buscam uma forma mais humana, profunda e verdadeira de cuidar de si.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Compromisso com a região</h2>



<p>Fabíola desenvolve todo esse trabalho atendendo em São Carlos e pessoas de toda a região de Araraquara, sempre com o objetivo de levar conhecimento acessível e cuidado de qualidade para perto de quem precisa.</p>



<p>“Minha contribuição é simples: mostrar que não estamos sozinhos no que sentimos — e que, quando alguém escuta além das palavras, caminhos de cura e autoconhecimento se abrem”, finaliza.</p>



<p><strong>Serviço:</strong><br>Espaço Terapêutico Revelando o Inconsciente<br>Endereço: Rua Dr. Eugênio de Andrade Egas, nº 190 – Vila Brasília, São Carlos/SP<br>Contato: (16) 99315-3341 | E-mail: <a href="mailto:faby_rocha01@hotmail.com">faby_rocha01@hotmail.com</a><br></p>



<p></p>
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		<title>Avanço no e-commerce de produtos manipulados</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/avanco-no-e-commerce-de-produtos-manipulados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 12:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Claudia de Lucca Mano (*) A promulgação recente da Lei nº 23.313/2026 pelo Estado do Paraná representa um avanço importante para o setor magistral brasileiro. Embora seus efeitos jurídicos estejam restritos ao território paranaense, seu significado ultrapassa as fronteiras estaduais ao reacender um debate que há anos mobiliza empresas, entidades e o próprio Poder Judiciário: [&#8230;]</p>
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<p><em>Claudia de Lucca Mano (*)</em></p>



<p>A promulgação recente da Lei nº 23.313/2026 pelo Estado do Paraná representa um avanço importante para o setor magistral brasileiro. Embora seus efeitos jurídicos estejam restritos ao território paranaense, seu significado ultrapassa as fronteiras estaduais ao reacender um debate que há anos mobiliza empresas, entidades e o próprio Poder Judiciário: até que ponto normas infralegais podem limitar atividades que a legislação estadual e federal não vedam expressamente?</p>



<p>A nova legislação autoriza que farmácias de manipulação mantenham estoque de preparações magistrais isentas de prescrição médica, exponham esses produtos ao consumidor e realizem sua comercialização remota, por meio do comércio eletrônico, desde que observados critérios técnicos e sanitários. Também permite a manutenção de estoque mediante justificativa técnica do farmacêutico responsável.</p>



<p>À primeira vista, pode parecer uma mudança pontual. Na prática, porém, ela elimina um dos principais motivos que levam farmácias de manipulação a recorrerem ao Judiciário. Há anos, milhares de empresas discutem judicialmente restrições impostas pela RDC nº 67/2007 da Anvisa, que proíbe a formação de estoques mínimos de preparações magistrais e sua exposição com finalidade comercial. O resultado é um ambiente de insegurança jurídica, no qual o exercício de atividades de baixo risco depende frequentemente de decisões judiciais.</p>



<p>Até então, apenas o Rio Grande do Sul possuía legislação semelhante, em vigor desde 2019. Agora, o Paraná adota o mesmo caminho e demonstra que os estados podem contribuir para a modernização da atividade farmacêutica, reduzindo a excessiva judicialização que hoje onera empresas, Poder Judiciário e a própria administração pública.</p>



<p>Os benefícios vão além da desburocratização. A possibilidade de manter pequeno estoque de produtos isentos de prescrição melhora a eficiência operacional, reduz desperdícios, acelera o atendimento ao consumidor e permite que as farmácias ampliem sua presença no comércio eletrônico, modalidade que se consolidou como uma das principais formas de consumo no país. Em um mercado cada vez mais digital, impedir que esses estabelecimentos exponham produtos de baixo risco ou realizem vendas online significa impor uma desvantagem competitiva sem justificativa proporcional.</p>



<p>Naturalmente, a flexibilização não elimina a responsabilidade técnica. Pelo contrário. A própria lei reforça que cabe ao farmacêutico responsável assegurar a qualidade das preparações, manter registros e observar as boas práticas de manipulação. A inovação regulatória não reduz o rigor sanitário; apenas elimina entraves que, na prática, pouco contribuíam para a proteção da saúde pública.</p>



<p>Entretanto, permanece um desafio relevante. A experiência dos últimos anos demonstra que a existência de leis estaduais ou mesmo de decisões judiciais favoráveis em âmbito local não impede autuações e restrições impostas pela Anvisa, em âmbito federal. Há casos em que empresas obtiveram autorização judicial para comercializar preparações magistrais em ambiente virtual, mas continuaram enfrentando resistência administrativa da Agencia Essa realidade evidencia que o problema não se resume ao texto da norma, mas também à harmonização entre os diferentes níveis de fiscalização.</p>



<p>Ainda assim, a iniciativa paranaense estabelece um precedente importante. Ao reconhecer a possibilidade de estoque técnico e da comercialização eletrônica de preparações magistrais isentas de prescrição, o estado sinaliza que é possível compatibilizar segurança sanitária, desenvolvimento econômico e liberdade de iniciativa.</p>



<p>O Brasil precisa reduzir a litigiosidade desnecessária. Quando uma atividade segura, regulamentada e exercida sob responsabilidade técnica depende de ações judiciais para funcionar plenamente, há evidente falha no ambiente regulatório. O Paraná oferece uma resposta concreta a esse problema e pode servir de inspiração para outros estados e, sobretudo, para uma revisão nacional das regras que hoje disciplinam o setor magistral.</p>



<p>Mais do que uma vitória regional, trata-se de um passo importante em direção a um modelo regulatório mais moderno, coerente e compatível com a realidade da assistência farmacêutica e do comércio contemporâneo.</p>



<p><em>(*) É advogada e consultora empresarial atuando desde 1999 na área de vigilância sanitária e assuntos regulatórios</em></p>



<p></p>
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		<title>Diretor técnico da Santa Casa ministra palestra na etapa regional da 18° Conferência de Saúde em Araraquara</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/diretor-tecnico-da-santa-casa-ministra-palestra-na-etapa-regional-da-18-conferencia-de-saude-em-araraquara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 11:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A apresentação destacou os quatro eixos que orientam as discussões sobre o fortalecimento do SUS O diretor técnico da Santa Casa de Misericórdia de Araraquara e membro do Conselho Municipal de Saúde do município, Dr. André Peluso, representou a instituição na 18ª Conferência Nacional de Saúde – &#8220;Saúde, Democracia, Soberania e SUS: Cuidar do Povo [&#8230;]</p>
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<p><em>A apresentação destacou os quatro eixos que orientam as discussões sobre o fortalecimento do SUS</em></p>



<p>O diretor técnico da Santa Casa de Misericórdia de Araraquara e membro do Conselho Municipal de Saúde do município, Dr. André Peluso, representou a instituição na 18ª Conferência Nacional de Saúde – &#8220;Saúde, Democracia, Soberania e SUS: Cuidar do Povo é Cuidar do Brasil&#8221;, conduzindo a palestra com quatro eixos temáticos: Democracia, Saúde como Direito e Soberania Nacional; Financiamento Adequado e Suficiente para o SUS, com Base na Justiça Tributária e na Sustentabilidade Fiscal e Social; Os Desafios para o SUS na Agenda Nacional da Defesa da Vida e da Saúde: Emergências Climáticas e Justiça Socioambiental; e os Modelos de Atenção e Gestão, Territórios Integrados e Cuidado Integral.</p>



<p>A conferência, reuniu profissionais da área, gestores, conselheiros e representantes da sociedade civil para discutir propostas voltadas ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e realizado na UNIP de Araraquara, no dia 30 de junho.</p>



<p>Essa etapa representou um importante momento de diálogo entre municípios, e permitiu que as propostas debatidas localmente sejam consolidadas e encaminhadas para as próximas fases da Conferência Nacional de Saúde, ampliando a participação social na definição das diretrizes do SUS.</p>



<p>A participação da Santa Casa de Araraquara reforça o compromisso da instituição com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde, incentivando a construção coletiva de políticas públicas e contribuindo, por meio de seus profissionais, para o desenvolvimento de uma assistência cada vez mais qualificada, democrática e voltada às necessidades da população.</p>



<p><em>(Santa Casa de Misericórdia de Araraquara)</em></p>
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		<title>Programa &#8216;Mãe Protetora&#8217;, para orientação sobre convulsão em bebês, é aprovado pela Câmara</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/programa-mae-protetora-para-orientacao-sobre-convulsao-em-bebes-e-aprovado-pela-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 19:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa do presidente da Câmara, Rafael de Angeli (Republicanos), tem como público-alvo gestantes, puérperas, pais, responsáveis e cuidadores de crianças na primeira infância A criação do Programa Municipal &#8220;Mãe Protetora&#8221;, destinado à orientação sobre crises convulsivas em recém-nascidos e bebês, foi aprovada pela Câmara de Araraquara na Sessão Ordinária de terça-feira (14). A iniciativa, de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Iniciativa do presidente da Câmara, Rafael de Angeli (Republicanos), tem como público-alvo gestantes, puérperas, pais, responsáveis e cuidadores de crianças na primeira infância</em></p>



<p>A criação do Programa Municipal &#8220;Mãe Protetora&#8221;, destinado à orientação sobre crises convulsivas em recém-nascidos e bebês, foi aprovada pela Câmara de Araraquara na Sessão Ordinária de terça-feira (14).</p>



<p>A iniciativa, de autoria do presidente do Legislativo, Rafael de Angeli (Republicanos), tem como público-alvo gestantes, puérperas (pessoas em período pós-parto), pais, responsáveis legais e cuidadores de crianças na primeira infância. O projeto foi aprovado por unanimidade.</p>



<p>São <a href="https://consulta.camara-arq.sp.gov.br/Documentos/Documento/322395" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>objetivos do programa</u></a>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fornecer informações claras, acessíveis e baseadas em evidências científicas sobre crises convulsivas na primeira infância;</li>



<li>Orientar sobre procedimentos iniciais de primeiros socorros em situações de convulsão infantil;</li>



<li>Promover a conscientização sobre a importância do acompanhamento pré-natal, pediátrico e do calendário vacinal;</li>



<li>Fortalecer a integração entre famílias, profissionais de saúde e a rede municipal de atenção materno-infantil;</li>



<li>Estimular ações educativas voltadas à prevenção e ao diagnóstico precoce de distúrbios neurológicos infantis.</li>
</ul>



<p>Essas ações podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Realização de palestras, oficinas e cursos educativos;</li>



<li>Elaboração e distribuição de material informativo impresso e digital;</li>



<li>Capacitação continuada de profissionais da rede pública de saúde;</li>



<li>Divulgação de conteúdos educativos por meios digitais e campanhas institucionais.</li>
</ul>



<p>&#8220;Quem é pai, mãe, avô, avó ou já cuidou de um bebê sabe o quanto é desesperador ver uma criança passar por uma emergência de saúde. Em uma crise convulsiva, o medo toma conta. Muitas vezes, a família não sabe como agir e, nesse momento de desespero, cada segundo parece uma eternidade. Uma orientação simples, correta e baseada em evidências científicas pode evitar atitudes equivocadas e fazer toda a diferença até a chegada do atendimento médico&#8221;, afirmou o vereador na <a href="https://youtu.be/kjxMfjmu8aM?t=9965" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>defesa do projeto</u></a>.</p>



<p>&#8220;Além de orientar sobre os procedimentos iniciais de primeiros socorros em caso de convulsão infantil, o programa também busca conscientizar sobre a importância do pré-natal, do acompanhamento pediátrico, da vacinação e do diagnóstico precoce de possíveis alterações neurológicas. São medidas que fortalecem a prevenção e ampliam a proteção à infância. Esse projeto não pretende substituir o trabalho dos profissionais da saúde. Pelo contrário, ele fortalece a rede municipal de atenção materna infantil, aproximando as famílias dos serviços de saúde e incentivando ações educativas&#8221;, complementou Angeli.</p>



<p><em>Foto: Magnific</em></p>



<p><em>(Setor de Imprensa &#8211; Câmara Municipal de Araraquara)</em></p>
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		<item>
		<title>Automedicação no inverno pode mascarar sintomas e atrasar diagnóstico, alerta infectologista</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/automedicacao-no-inverno-pode-mascarar-sintomas-e-atrasar-diagnostico-alerta-infectologista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com maior circulação de doenças respiratórias no período, especialista orienta medidas preventivas e chama atenção para o uso indiscriminado de antigripais, antibióticos, descongestionantes e corticoides Com a chegada do inverno, sintomas como tosse, coriza, dor de garganta, febre e congestão nasal se tornam mais frequentes. Nesse período, também aumenta o hábito de recorrer a medicamentos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Com maior circulação de doenças respiratórias no período, especialista orienta medidas preventivas e chama atenção para o uso indiscriminado de antigripais, antibióticos, descongestionantes e corticoides</em></p>



<p>Com a chegada do inverno, sintomas como tosse, coriza, dor de garganta, febre e congestão nasal se tornam mais frequentes. Nesse período, também aumenta o hábito de recorrer a medicamentos por conta própria, especialmente antigripais, analgésicos, descongestionantes, corticoides e antibióticos.</p>



<p>Segundo a médica infectologista e professora do IDOMED (Instituto de Educação Médica), Sílvia Nunes Szente Fonseca, a automedicação pode mascarar sintomas importantes, atrasar o diagnóstico correto e favorecer complicações.</p>



<p>“No inverno, é comum que diferentes doenças comecem de forma parecida. Gripe, resfriado, covid-19, sinusite e crises alérgicas podem causar sintomas semelhantes, mas exigem cuidados diferentes. Quando o paciente se automedica, ele pode até aliviar o desconforto momentaneamente, mas corre o risco de atrasar a identificação de um quadro que precisa de avaliação médica”, explica.</p>



<p>Um dos principais pontos de atenção é o uso de antibióticos. Esses medicamentos não têm ação contra vírus, responsáveis por grande parte das infecções respiratórias comuns no inverno. Quando utilizados sem indicação, podem contribuir para a resistência antimicrobiana, problema considerado relevante para a saúde pública.</p>



<p>“Antibiótico não deve ser usado para tratar qualquer dor de garganta, tosse ou febre. Ele só é indicado quando há suspeita ou confirmação de infecção bacteriana, e essa avaliação precisa ser feita por um profissional de saúde”, orienta a infectologista.</p>



<p>A médica também alerta para o uso indiscriminado de descongestionantes nasais, corticoides e antigripais combinados. Segundo ela, medicamentos aparentemente simples podem provocar efeitos indesejados, interagir com outros remédios ou não ser indicados para determinados grupos.</p>



<p>“Pessoas com hipertensão, doenças cardíacas, diabetes, gestantes, idosos e crianças devem ter atenção redobrada. O que parece inofensivo para uma pessoa pode não ser seguro para outra”, afirma.</p>



<p>Além de evitar a automedicação, algumas medidas ajudam a reduzir o risco de infecções respiratórias no inverno. Entre elas estão manter a vacinação em dia, especialmente contra gripe e covid-19, higienizar as mãos com frequência, manter os ambientes ventilados, beber água, alimentar-se bem e respeitar o repouso quando surgirem sintomas.</p>



<p>“Medidas simples fazem diferença. Vacinação, higiene das mãos, ventilação dos ambientes, hidratação, alimentação adequada e descanso ajudam tanto na prevenção quanto na recuperação. O importante é não usar medicamentos por conta própria e procurar orientação quando houver sinais de alerta”, reforça Sílvia.</p>



<p>Febre persistente, falta de ar, dor no peito, chiado, piora do estado geral, sonolência excessiva, desidratação ou sintomas que não melhoram após alguns dias devem ser avaliados por um profissional de saúde.</p>



<p>“O inverno exige atenção, mas também bom senso. Nem todo sintoma respiratório precisa de pronto atendimento, mas também não deve ser tratado com qualquer medicamento. A orientação adequada ajuda a cuidar da saúde com mais segurança”, conclui a médica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1388" height="1600" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Silvia-Fonseca-2-.jpg" alt="" class="wp-image-106895"/></figure>



<p>Silvia Nunes Szente Fonseca, médica pediatra e infectologista e docente da IDOMED</p>



<p><em>(Conceito Comunicação)</em></p>



<p>Foto Ilustrativa Magnific</p>
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