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	<title>Saúde Archives - Jornal de Araraquara</title>
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	<title>Saúde Archives - Jornal de Araraquara</title>
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		<title>Obesidade infantil: entre a caneta emagrecedora e o exercício físico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 13:47:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cristiano Parente (*) Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas diretrizes para cuidados com a obesidade infantil. A entidade recomenda que crianças com menos de 10 anos não devem tomar medicamentos contra o excesso de peso, injeções como as canetas emagrecedoras e nem ser submetidas a cirurgias bariátricas. Para essa faixa etária, a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Cristiano Parente (*)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas diretrizes para cuidados com a obesidade infantil. A entidade recomenda que crianças com menos de 10 anos não devem tomar medicamentos contra o excesso de peso, injeções como as canetas emagrecedoras e nem ser submetidas a cirurgias bariátricas. Para essa faixa etária, a recomendação é alimentação saudável, atividade física e acompanhamento comportamental. O tema ganha os holofotes no momento que, de acordo com dados do Unicef, a obesidade supera o baixo peso como o problema mais comum de nutrição entre crianças em idade escolar e adolescentes em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o avanço da medicina tenha trazido recursos adicionais para o tratamento da obesidade, quando falamos de criança, o assunto se torna mais complexo. Antes de se debater a adoção de exercícios ou intervenções medicamentosas, é preciso tratar o núcleo onde essa criança se insere, assim como a causa da obesidade. Primeiramente, é contraditório exigir hábitos saudáveis de um menor quando o exemplo cotidiano caminha na direção oposta. A influência do comportamento parental fala mais alto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se os responsáveis não compreendem o processo nutricional, se consomem alimentos altamente calóricos e prazerosos à vista da criança ou não assumem o controle rigoroso da rotina até que haja maturidade emocional suficiente por parte do jovem, qualquer tentativa de emagrecimento isolada tende ao fracasso. Parece óbvio, mas passa despercebida por muitas famílias: a mudança precisa começar pelos adultos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, o exemplo de casa não é o único fator determinante. Há, ainda, barreiras estruturais significativas para que a inserção da criança em programas de exercício físico. Ainda nos dias de hoje, o modelo tradicional de atividades esportivas infantis, muitas vezes coletivas, misturadas e altamente competitivas, pode gerar um efeito reverso e traumático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para crianças obesas, o obstáculo é ainda maior. Elas costumam ser imediatistas e lidam mal com a frustração constante de não acompanharem o ritmo dos colegas magros. Se forem submetidas a ambientes onde são avaliadas, medidas ou julgadas o tempo todo, a tendência é o desenvolvimento de vergonha, baixa autoestima e a desistência precoce de uma vida ativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que a atividade física seja eficiente, estimulante e prazerosa, os espaços e as metodologias de práticas de atividade física precisam ser igualmente seguros, estimulantes e divertidos. É preciso, também, quebrar tabus: nem toda criança obesa gosta de correr ou praticar esportes convencionais. Atividades alternativas, como o treinamento de força adaptado ou modalidades focadas no que a criança realmente aprecia são caminhos mais assertivos para resgatar o prazer pelo movimento sem ferir o emocional infantil. Descobrir e aflorar gostos traz resultados mais duradouros do que incentivar repetições de movimentos que aquela criança não se sente bem em fazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, quanto ao uso de terapias farmacológicas, não se pode descartá-las definitivamente. Se de um lado, não é correto generalizar seu uso, renunciar ao suporte individualizado do medicamento pode representar um erro a depender do caso. Em cenários extremos, onde uma criança de pouca idade apresenta um quadro severo de sobrepeso a ponto de comprometer a mobilidade e impedir qualquer adesão inicial a programas de exercício, o suporte medicamentoso pode atuar como um recurso de transição. Sob estrita supervisão médica, pode funcionar como um ponto de partida para estabilizar o peso, devolvendo à criança condições mínimas para, posteriormente, ingressar com segurança em uma rotina de hábitos ativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já crianças com sobrepeso moderado podem ser direcionadas diretamente a programas de reeducação comportamental e física, desde que o ambiente seja acolhedor e livre de pressões punitivas, tendo os pais ou os adultos de casa como bons exemplos, pessoas inspiradoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obesidade infantil é um tema que preocupa e que deve despertar em todos um olhar efetivamente atento. Novas diretrizes são bem-vindas e cada avanço rumo ao enfrentamento merece ser destacado. Agora, o verdadeiro combate exige desconstruir a culpa simplista e encarar o problema de forma sistêmica: com responsabilização e engajamento da família, remodelação dos espaços de atividade física para proteger a saúde mental dos pequenos e avaliação com cautela e critério médico para cada intervenção clínica necessária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(*) É CEO da Certificação Internacional em Personal Training WTTC, Personal Trainer, Professor Formador na Comunidade Europeia e em 21 países, além de representante oficial do National Academy of Sports Medicine dos EUA. </em></p>
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		<title>Santa Casa de Araraquara destaca a importância da prevenção ao câncer de mama no Outubro Rosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 11:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em vídeo, o ginecologista e mastologista Dr. Welington Lombardi orienta sobre os cuidados com a saúde das mamas e reforça a importância do acompanhamento médico e do diagnóstico precoce A campanha Outubro Rosa reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, além de incentivar as mulheres a manterem os cuidados [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Em vídeo, o ginecologista e mastologista Dr. Welington Lombardi orienta sobre os cuidados com a saúde das mamas e reforça a importância do acompanhamento médico e do diagnóstico precoce</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha Outubro Rosa reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, além de incentivar as mulheres a manterem os cuidados com a saúde ao longo de todo o ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto a Santa Casa de Misericórdia de Araraquara preparou um vídeo com o médico ginecologista e mastologista da instituição, Dr. Welington Lombardi que aborda a importância do acompanhamento médico, dos exames de rotina e da atenção aos sinais que o corpo pode apresentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico destaca algumas alterações, sintomas e como agir caso perceba alguma alteração. “Alguns sinais merecem atenção, como a presença de um nódulo endurecido na mama ou na axila, alterações no formato ou tamanho da mama, mudanças na pele, como retração ou aspecto semelhante à casca de laranja, alterações no mamilo e saída espontânea de líquido. Ao identificar alguma alteração, procure um serviço de saúde para avaliação”, orienta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mamografia é um dos principais exames utilizados para a detecção do câncer de mama e pode identificar alterações antes mesmo do surgimento de sintomas. Por isso, o acompanhamento médico e a realização dos exames conforme a orientação profissional são fundamentais para a detecção precoce da doença. “Mais do que um mês de conscientização, a campanha Outubro Rosa é um convite para cuidar da saúde durante todo o ano”, reforça Dr. Welington</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para saber mais sobre o assunto, acesse o link <a href="https://www.instagram.com/p/DefAG2bCB6b/">https://www.instagram.com/p/DefAG2bCB6b/</a> e assista ao vídeo completo com as orientações do Dr. Welington Lombardi. Compartilhe o conteúdo e ajude a levar informação e conscientização a mais pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Santa Casa de Misericórdia de Araraquara)</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="1187" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ARTE-SANTA-CASA_OUTUBRO-ROSA.jpeg" alt="" class="wp-image-114384"/></figure>
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		<item>
		<title>Castração traz ganhos físicos e comportamentais para os pets</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/castracao-traz-ganhos-fisicos-e-comportamentais-para-os-pets/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:02:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O procedimento melhora a vida dos animais de estimação e exige atenção especial no pós-operatório A castração traz inúmeros benefícios à saúde de cães e gatos, ajudando a prevenir doenças graves, e contribui para o bem-estar geral, evitando comportamentos de risco. Quando realizada na idade adequada dos animais de estimação, garante ainda mais segurança para [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>O procedimento melhora a vida dos animais de estimação e exige atenção especial no pós-operatório</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A castração traz inúmeros benefícios à saúde de cães e gatos, ajudando a prevenir doenças graves, e contribui para o bem-estar geral, evitando comportamentos de risco. Quando realizada na idade adequada dos animais de estimação, garante ainda mais segurança para o desenvolvimento deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse procedimento ajuda a prevenir tumores de mama em fêmeas castradas antes do primeiro cio, além de evitar infecções uterinas sérias, como a piometra, e reduzir o risco de tumores na próstata e nos testículos dos machos. A castração ainda diminui comportamentos indesejados, como marcação de território, fuga de casa ou agressividade por causa de disputas sexuais&#8221; explica Ana Mannuela de Souza Babo, professora do curso de Medicina Veterinária da UNINASSAU Barreiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A melhor época para castrar gatos costuma ser entre 4 e 6 meses de idade, antes que eles tenham o primeiro cio ou comecem a mostrar comportamentos relacionados ao sexo. Para cães de porte pequeno, o ideal é entre 5 e 6 meses. Já os de porte maior podem esperar até cerca de 12 meses. Dessa forma, têm mais tempo para o desenvolvimento dos ossos e das articulações&#8221;, afirma a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a professora, após a castração, muitos animais ficam mais tranquilos e menos impulsivos em relação a comportamentos sexuais e de fuga. &#8220;E, apesar da possível redução do metabolismo, a obesidade não é uma consequência inevitável, desde que a alimentação seja controlada. Com o uso de rações específicas e a manutenção de hábitos saudáveis, o pet pode ter uma vida equilibrada e ativa&#8221;, esclarece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período pós-operatório exige cuidados básicos, mas costuma ser tranquilo para o animal. Ele deve ficar em repouso, evitar saltos ou corridas. &#8220;Normalmente, a recuperação leva de uma a duas semanas. Durante esse período, é importante usar no pet colares elisabetanas ou roupas cirúrgicas para impedir que mexa nos pontos. Também é essencial fazer uma inspeção diária na ferida, procurando sinais de infecção, como inchaço, vermelhidão ou secreção. Além disso, não deixe de levá-lo ao veterinário para remover os pontos, se não forem absorvíveis, ou para uma nova avaliação, garantindo uma recuperação segura&#8221;, pontua.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Assessoria de imprensa &#8211; UNINASSAU)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem: Istock</p>
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		<item>
		<title>Pé inchado no lipedema não deve ser tratado como detalhe estético</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/pe-inchado-no-lipedema-nao-deve-ser-tratado-como-detalhe-estetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a inflamação atinge pés e dedos, pode haver lipolinfedema, condição que amplia o risco de infecções e exige mudança no cuidado Uma mudança aparentemente simples, o sapato que aperta no fim do dia ou o dedo do pé que passa a inchar, pode ser um alerta importante para quem tem lipedema. No quadro clássico, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Quando a inflamação atinge pés e dedos, pode haver lipolinfedema, condição que amplia o risco de infecções e exige mudança no cuidado</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma mudança aparentemente simples, o sapato que aperta no fim do dia ou o dedo do pé que passa a inchar, pode ser um alerta importante para quem tem lipedema. No quadro clássico, o acúmulo de gordura costuma preservar pés e mãos. Quando essas áreas deixam de ser poupadas, há necessidade de avaliação para identificar um possível lipolinfedema, associação entre lipedema e comprometimento da drenagem linfática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sinal é facilmente confundido com calor, retenção de líquido ou ganho de peso. O risco é tentar resolver o problema por conta própria, com diuréticos ou procedimentos isolados, e adiar uma investigação que pode mudar o plano de cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Pé inchado em uma pessoa com lipedema não é algo para normalizar. É preciso avaliar se existe componente linfático, assimetria, alteração da pele ou outra causa clínica para o aumento de volume&#8221;, afirma a fisioterapeuta Mariana Milazzotto, @marimilazzotto, mestre em Ciências Médicas e especialista em reabilitação funcional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mudança vai além do volume</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No lipolinfedema, o problema não se resume à aparência das pernas. A drenagem linfática comprometida pode causar sensação de peso, dificuldade para caminhar, limitações de movimentos e alterações na pele. Em situações mais graves, fissuras e lesões específicas aumentam a vulnerabilidade a infecções, como a erisipela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os sinais que devem motivar a avaliação estão o inchaço persistente nos pés e dedos, marca que permanece após pressionado a pele, resistência do tecido, novas diferenças entre as pernas, mudança na textura da pele e episódios de ocorrência, calor local ou febre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O diagnóstico não deve ser feito por fotografias ou comparações nas redes sociais. É uma avaliação clínica que considera o histórico, o exame físico e a exclusão de outras causas de edema&#8221;, diz Mariana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda no cuidado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos de lipolinfedema, a terapia física descongestiva assume o centro do tratamento, com drenagem, enfaixamento e compressão de manutenção mais robusta. A compressão passa a ser contínua e o cuidado com a pele vira prioridade pelo risco de erisipela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não se trata de prometer redução rápida de medidas. O foco é controlar sintomas, preservar a mobilidade, proteger a pele e evitar complicações&#8221;, conclui Mariana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a Mariana Milazzotto</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1306" height="1600" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mariana-1.jpeg" alt="" class="wp-image-114359"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fisioterapeuta com quase 20 anos de atuação, @marimilazzotto é mestre em Ciências Médicas e especialista no tratamento clínico do lipedema. Criadora da Jornada Desvendando o Lipedema, programa que forma fisioterapeutas e terapeutas corporais no atendimento a mulheres com diagnóstico confirmado ou suspeita da doença. É referência no Brasil por sua abordagem humanizada e baseada em evidências científicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Tinteiro Assessoria de Imprensa)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto Profissional. (Crédito: FreePik)</em></p>
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		<title>Tosse que persiste não deve ser ignorada: sintoma pode estar relacionado a asma, refluxo e até uso de medicamentos</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/tosse-que-persiste-nao-deve-ser-ignorada-sintoma-pode-estar-relacionado-a-asma-refluxo-e-ate-uso-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista do Hospital Paulista explica quando a tosse precisa ser investigada, quais sinais exigem atenção e por que estímulos como perfume, fumaça e ar frio podem desencadear crises Tossir por algumas semanas depois de um resfriado é comum, mas quando o sintoma não evolui como esperado, muda de padrão ou vem acompanhado de outros sinais, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Especialista do Hospital Paulista explica quando a tosse precisa ser investigada, quais sinais exigem atenção e por que estímulos como perfume, fumaça e ar frio podem desencadear crises</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tossir por algumas semanas depois de um resfriado é comum, mas quando o sintoma não evolui como esperado, muda de padrão ou vem acompanhado de outros sinais, não é preciso esperar meses para procurar atendimento médico. Em adultos, uma tosse é classificada como crônica quando dura mais de oito semanas. Entre três e oito semanas, é considerada subaguda; até três semanas, aguda. Em crianças, o período para caracterização como crônica é menor: quatro semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não orientaria ninguém a olhar para oito semanas como um prazo para esperar. Se a tosse não segue a evolução esperada de um resfriado ou de outra infecção respiratória, piora progressivamente ou vem acompanhada de sinais de alerta, a avaliação médica deve ocorrer antes”, explica o otorrinolaringologista Dr. Alexandre Kumagai, do Hospital Paulista, referência nacional em ouvido, nariz e garganta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, o tempo de duração ajuda o médico a classificar a tosse, mas é o conjunto dos sintomas que determina a necessidade e a velocidade da investigação. Entre as causas mais frequentes de uma tosse persistente estão doenças das vias aéreas superiores, como rinite e rinossinusite, asma, bronquite eosinofílica não asmática e refluxo gastroesofágico. Mais de uma dessas condições pode estar presente simultaneamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação também considera medicamentos, especialmente os inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA), utilizados no tratamento da hipertensão e de algumas doenças cardiovasculares e que podem provocar tosse seca persistente. Tabagismo, fumaça, poeira, produtos químicos e exposições profissionais também podem estar relacionados ao sintoma.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tosse pode ser desencadeada por perfume, frio e até conversa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto que vem recebendo atenção é a chamada hipersensibilidade da tosse. Nesses casos, estímulos que normalmente não provocariam uma crise podem desencadear tosse, como perfume, fumaça, ar frio, falar ou rir. O paciente também pode relatar sensação de coceira ou irritação na garganta, pigarro ou alteração da voz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na Otorrinolaringologia, alguns gatilhos chamam atenção. Tossir ao falar, rir, cantar, sentir perfume ou respirar ar frio, especialmente quando existe uma sensação de irritação na garganta antes da crise, sugere um componente de hipersensibilidade do reflexo da tosse”, afirma o médico do Hospital Paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As características da tosse também fornecem pistas durante a consulta, embora não sejam suficientes, isoladamente, para determinar sua causa. A tosse noturna pode aparecer em pacientes com asma e outras doenças respiratórias, enquanto a piora ao deitar pode levar à investigação de refluxo e doenças nasais e rinossinusais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a presença persistente de catarro pode estar relacionada a doenças que provocam produção de secreção, como bronquiectasias e doença pulmonar obstrutiva crônica, além de algumas infecções. A tosse seca, por sua vez, pode ocorrer em situações distintas, incluindo asma, uso de IECA, período após uma infecção viral e hipersensibilidade da tosse.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sangue no escarro e falta de ar são sinais de alerta</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns sintomas associados à tosse mudam a prioridade da avaliação médica. Entre eles estão sangue no escarro, falta de ar importante ou progressiva, perda de peso sem explicação, rouquidão persistente, dificuldade para engolir e ocorrência repetida de pneumonias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alterações identificadas no exame respiratório ou em uma radiografia de tórax também podem indicar a necessidade de investigação. Segundo o especialista, uma tosse nova ou que piorou em pessoas acima de 45 anos com histórico de tabagismo merece atenção especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na área de Otorrinolaringologia, rouquidão persistente, dificuldade para engolir e o estridor (ruído agudo durante a respiração) também justificam avaliação das estruturas da laringe e das vias aéreas superiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se a tosse persiste, muda de padrão ou aparece junto com um desses sinais, vale procurar avaliação médica. Não é necessário esperar completar oito semanas”, orienta o Dr. Alexandre Kumagai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a investigação também pode considerar tuberculose quando existem sintomas, fatores de risco ou contexto epidemiológico compatível. Outras doenças, como bronquiectasias, doença pulmonar intersticial e neoplasias, entram no diagnóstico diferencial de acordo com a história clínica e os achados de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fundado em 1974, o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia possui cinco décadas de tradição no atendimento especializado em ouvido, nariz e garganta e, durante sua trajetória, ampliou sua competência para outros segmentos, com destaque para Fonoaudiologia, Alergia Respiratória e Imunologia, Distúrbios do Sono, procedimentos para Cirurgia Cérvico-Facial, bem como Buco Maxilo Facial e Foniatria. Referência em seu segmento e com alta resolutividade, conta com um completo Centro de Medicina Diagnóstica em Otorrinolaringologia. Dispõe de profissionais de alta capacidade oferecendo excelentes condições de suporte especializado 24 horas por dia.&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Máquina &#8211; Alessio Venturelli)</em></p>
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		<title>Outubro Rosa: Diagnóstico precoce favorece desfechos clínicos melhores no tratamento do câncer de mama </title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/outubro-rosa-diagnostico-precoce-favorece-desfechos-clinicos-melhores-no-tratamento-do-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paciente conta como o diagnóstico precoce fez a diferença no tratamento da doença e na volta à rotina Desde 1º de outubro, a mamografia digital passou a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde sem restrição de faixa etária, conforme a indicação do médico. Até então, a cobertura obrigatória valia para mulheres de 40 a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Paciente conta como o diagnóstico precoce fez a diferença no tratamento da doença e na volta à rotina</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 1º de outubro, a mamografia digital passou a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde sem restrição de faixa etária, conforme a indicação do médico. Até então, a cobertura obrigatória valia para mulheres de 40 a 69 anos. A decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vale para rastreamento, diagnóstico e acompanhamento do tratamento e chega no Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem central da campanha permanece: quanto mais cedo a doença é identificada, mais possibilidades de um desfecho clínico favorável existem. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma dor que não foi ignorada</strong>  </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a experiência de Carita Dutra, 45 anos, analista de qualidade. Ela faz acompanhamento das mamas, com mamografia e ultrassom, desde os 40 anos, por recomendação do seu ginecologista. No início de 2026, porém, sentiu uma dor localizada em uma só mama, algo que nunca havia vivido. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu nunca tinha sentido dor nas mamas. Como era só de um lado e sempre no mesmo ponto, não quis deixar para depois. Sei que a dor nas mamas é comum em algumas mulheres na fase pré-menstrual ou da perimenopausa, então facilmente poderia ter atribuído o incômodo a essa fase. Mas, como era algo novo para mim, preferi procurar o médico&#8221;, conta Carita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> O ginecologista solicitou os exames de imagem e a partir deles foi identificado um nódulo de cerca de 11 milímetros na mama direita. Após encaminhamento para o mastologista e uma investigação, foi confirmado um tumor de 3 milímetros dentro desse nódulo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Carita faz questão de lembrar que o mastologista sinalizou a ela que a dor não é um sintoma característico do câncer de mama. &#8220;A minha dor foi um acaso. Mas se eu ignorasse ela e não procurasse o médico, talvez fosse tarde demais. Por isso o exame periódico é tão importante&#8221;, destaca. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o diagnóstico, Carita seguiu o plano de tratamento definido pela equipe médica. Em julho, fez uma cirurgia conservadora, com retirada parcial da mama. A análise do material mostrou que as margens e os linfonodos avaliados estavam livres de células tumorais. Depois, foram indicadas cinco sessões de radioterapia (que foram realizadas durante cerca de uma semana) e a terapia hormonal, que deve durar cinco anos. Por ter sido identificado muito cedo, com um tumor muito pequeno, o tratamento dispensou a quimioterapia. Ela segue em acompanhamento médico, mas afirma que conseguiu voltar rapidamente à rotina de trabalho. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tenho certeza de que o diagnóstico precoce oferece mais opções e possibilita mais qualidade de vida. No meu caso, o tumor era pequeno, o tratamento foi mais rápido e eu consegui voltar logo a viver normalmente&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A paciente também abre um alerta importante. &#8220;Durante o meu tratamento na radioterapia, notei que dividia a sala de espera com muitas pacientes jovens. Então, o câncer de mama não atinge só mulheres mais velhas. Todas precisam conhecer o seu próprio corpo, prestar atenção nele e fazer os exames de rotina&#8221;, recomenda. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que o diagnóstico precoce importa</strong> </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos brasileiros já investigam se tumores de mama pequenos, identificados em fase inicial, poderão ser removidos completamente por técnicas percutâneas e minimamente invasivas, reduzindo a necessidade de cirurgia convencional. Os resultados preliminares são promissores, mas a abordagem ainda está em fase de validação clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dr. Henrique Couto, mastologista do REDIMAMA, centro de referência em mamografia, que conduz uma dessas pesquisas nacionais explica que &#8220;o que vemos nos estudos iniciais publicados é que quando o tumor é encontrado ainda pequeno, podemos ampliar as possibilidades de uma jornada menos complexa para esse paciente, ainda na fase da biópsia. No entanto, o que já sabemos e podemos falar com certeza é que manter o acompanhamento regular e investigar qualquer alteração nas mamas faz a diferença&#8221;, explica o especialista. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia de imagem: uma evolução constante</strong> </h2>



<p class="wp-block-paragraph">A mamografia digital é a base do rastreamento do câncer de mama. Uma evolução ainda dessa tecnologia é a tomossíntese, que faz aquisições da mama em diferentes ângulos e gera imagens em camadas. Esse recurso ajuda a separar estruturas sobrepostas e a avaliar com mais detalhe pequenas alterações, o que é especialmente relevante em mamas densas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A mamografia ainda é frequentemente adiada por falta de tempo, medo ou pela falsa percepção de que, sem sintomas, o exame não é necessário. É justamente nesse momento que a mamografia faz a diferença, já que o câncer de mama em fase inicial geralmente não apresenta sintomas. Ampliar o acesso à mamografia digital é fundamental para que mais mulheres realizem seus exames preventivos no momento adequado, sempre com orientação médica. Identificar o câncer de mama em suas fases iniciais amplia as possibilidades de um tratamento eficaz e de melhores resultados para a paciente. A tecnologia de imagem vem evoluindo significativamente, mas a principal recomendação continua sendo: estar atenta à saúde das mamas e não adiar os exames de rotina&#8221;, incentiva Ana Paula Francisqueti, gerente de produtos da Siemens Healthineers.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Créditos: Magnifc</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Matheus Duarte de Souza)</p>
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		<title>Tratamentos sob fiscalização: o que significa exigir comprovação científica?</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/tratamentos-sob-fiscalizacao-o-que-significa-exigir-comprovacao-cientifica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Claudia de Lucca Mano (*) O burburinho em torno da Lei nº 15.524/2026 traz para o centro do debate uma pergunta que interessa às clínicas, aos profissionais da saúde e, principalmente, a quem recebe o tratamento: qual é a comprovação científica dos protocolos oferecidos? Publicada em 29 de setembro, a lei instituiu a Estratégia Nacional [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Claudia de Lucca Mano (*)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O burburinho em torno da Lei nº 15.524/2026 traz para o centro do debate uma pergunta que interessa às clínicas, aos profissionais da saúde e, principalmente, a quem recebe o tratamento: qual é a comprovação científica dos protocolos oferecidos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicada em 29 de setembro, a lei instituiu a Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde prestada pela Iniciativa Privada. Entre as diretrizes para os padrões de qualidade está a adoção de tratamentos efetivos, conforme comprovação científica. Cabe ao órgão nacional de vigilância sanitária estabelecer esses padrões, conforme o tipo de prestador, e conduzir a estratégia nos termos de regulamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de discutir os limites dessa atuação, vale olhar a questão pela perspectiva do consumidor. Se alguém oferece um tratamento —como soroterapia, terapias detox ou a base de hormônios para anti ageing, — cobra por ele e anuncia benefícios, precisa explicar o que sustenta essa oferta. É difícil defender que um protocolo sem qualquer base científica possa ser aplicado como se seus resultados estivessem demonstrados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionar critérios de avaliação, competências e garantias de defesa é legítimo. A resistência do mercado à própria necessidade de fundamentação científica, porém, exige outra explicação. Afinal, o paciente tem direito de conhecer os benefícios esperados, os riscos e as incertezas. Uma expectativa não pode ser apresentada como resultado comprovado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para compreender o alcance e a aplicação dessa exigência, é essencial fazer uma distinção técnica: a avaliação sanitária de um medicamento ou equipamento não esgota a avaliação do protocolo clínico. A Anvisa analisa a segurança e a eficácia do produto e sua indicação de uso original, como ocorre no registro de medicamentos ou na aprovação de dispositivos médicos e preenchedores. O protocolo, por sua vez, envolve decisões adicionais da prática profissional — como a combinação de técnicas, a sequência de aplicação, a frequência e a seleção do paciente. Ter um equipamento regularizado não autoriza concluir que qualquer associação ou parâmetro garantirá o resultado anunciado, da mesma forma que o registro de um preenchedor não atesta automaticamente a segurança de qualquer volume ou local de aplicação escolhido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, é indispensável delimitar as competências dos órgãos reguladores e dos conselhos profissionais. Enquanto a vigilância sanitária avalia produtos e requisitos de segurança do estabelecimento, cabe aos conselhos de classe — como o Conselho Federal de Medicina —, no âmbito de suas atribuições, definir o caráter experimental de novos procedimentos e regulamentar o exercício profissional. O processo de validação de novas condutas exige revisões sistemáticas, análise rigorosa de evidências e avaliação de riscos, não podendo ser substituído por um mero compilado de artigos científicos sem o devido reconhecimento institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A área da estética ilustra com clareza a necessidade de rigor metodológico. Promessas como eliminação de gordura, redução de inchaço ou melhora no contorno corporal referem-se a fenômenos distintos e exigem métricas específicas de comprovação. Além disso, a percepção subjetiva de satisfação do paciente não substitui a avaliação científica de segurança, sobretudo diante do risco de eventos adversos graves mapeados pelas autoridades sanitárias em procedimentos injetáveis ou tecnológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte do mercado defende que a liberdade do profissional, combinada com a autorização do paciente, seria suficiente para liberar a aplicação desses tratamentos. No entanto, essa conta não fecha. O Termo de Consentimento assinado pelo paciente é fundamental para garantir transparência e esclarecer riscos, mas ele não serve como um &#8220;passaporte&#8221; para ignorar a ciência nem as exigências da vigilância sanitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, aplicar um tratamento sem comprovação científica sob o pretexto de que &#8220;o paciente concordou&#8221; significa transformar uma consulta comercial em um teste experimental. Só que a legislação brasileira é clara: tratamentos experimentais exigem regras próprias, aprovação prévia de comitês de ética e não podem ser vendidos como serviços de rotina. Perante a fiscalização, a assinatura do paciente não transforma uma prática sem provas em um tratamento regular — tornando indispensável demonstrar, com dados concretos, a segurança e a eficácia das fórmulas e protocolos oferecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do rigor e das sanções previstas na nova lei, a futura regulamentação pela Anvisa deve observar as diretrizes da Lei das Agências Reguladoras, garantindo análise de impacto regulatório e consulta pública. Para assegurar previsibilidade aos prestadores de serviços e segurança aos consumidores, o ambiente regulatório precisa estabelecer critérios claros sobre quais evidências serão aceitas e de que forma os protocolos deverão ser documentados e fiscalizados, promovendo um equilíbrio entre inovação, fiscalização motivada e proteção à saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(*) É advogada e consultora empresarial atuando desde 1999 na área de vigilância sanitária e assuntos regulatórios</em><br><br>(PRDA COMUNICA)</p>
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		<title>Tecnologia e a evolução no tratamento de hemorroidas</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/tecnologia-e-a-evolucao-no-tratamento-de-hemorroidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fernando Bray (*) No campo da saúde, algumas intervenções ganham certos rótulos que acabam por acompanhar gerações, ainda que o avanço das tecnologias e das técnicas médicas transforme completamente o cenário. Um exemplo dessa rotulagem é a afirmação, compartilhada entre parentes ou outro círculo de contatos por tantos anos, de que &#8220;a cirurgia de hemorroida [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Fernando Bray (*)</p>



<p class="wp-block-paragraph">No campo da saúde, algumas intervenções ganham certos rótulos que acabam por acompanhar gerações, ainda que o avanço das tecnologias e das técnicas médicas transforme completamente o cenário. Um exemplo dessa rotulagem é a afirmação, compartilhada entre parentes ou outro círculo de contatos por tantos anos, de que &#8220;a cirurgia de hemorroida dói demais&#8221;. Por causa dessa frase, ainda nos dias de hoje, muitas pessoas convivem por anos com sangramento, crises de dor e aquele incômodo diário ao evacuar, além da dificuldade de fazer higiene, adiando a ida ao médico por medo. Acontece que a história mudou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o tratamento das hemorroidas conta com técnicas cirúrgicas que usam tecnologias que reduzem bastante a dor pós-operatória, aceleram a recuperação e permitem voltar à rotina mais cedo. E quanto mais cedo o problema é tratado, mais simples costuma ser a solução. A evolução permitiu à medicina mais de uma opção de tratamento, o que contribui para que o paciente supere medos, velhos rótulos e sane o que tanto o incomoda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de destacar essa evolução, é importante aprofundar entendimentos. As hemorroidas são vasos sanguíneos que todos nós temos na região do ânus. Elas viram um problema quando incham, sangram, saem para fora (o chamado prolapso) ou formam coágulos. Esse quadro é chamado de doença hemorroidária, e é muito comum.<br>A cirurgia tradicional, chamada hemorroidectomia, retira as hemorroidas com um corte e deixa feridas abertas numa região muito sensível e que é usada todos os dias para evacuar. Por isso, por muito tempo, o pós-operatório foi realmente difícil para milhares de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela ainda é uma técnica importante e, em alguns casos, a melhor indicação. Contudo, hoje ela não é mais a única opção, e mesmo quando é necessária pode ser feita com recursos que tornam a recuperação muito mais confortável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as tecnologias que mudaram o tratamento está a ligadura elástica, que é uma das técnicas mais usadas no mundo para tratar hemorroidas internas em fase inicial. Com um aparelho específico, o médico coloca um pequeno elástico na base da hemorroida. Sem receber sangue, ela murcha e cai sozinha em poucos dias, geralmente junto com as fezes, sem que o paciente perceba. No lugar, forma-se uma pequena cicatriz que ajuda a manter o tecido firme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como é aplicada numa parte do reto que tem pouca sensibilidade à dor, a ligadura costuma causar apenas uma sensação de peso ou desconforto leve e passageiro, somente nos primeiros dias. O paciente rapidamente retorna às atividades de rotina. Esse é o tipo de tratamento que se torna possível quando o paciente procura ajuda cedo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra opção de tratamento é com o laser de diodo, uma fibra muito fina que leva energia de luz até o interior da hemorroida. Essa energia gera calor controlado, que &#8220;seca&#8221; e retrai o tecido doente de dentro para fora. Com o tempo, a hemorroida diminui de tamanho e se fixa de volta ao seu lugar. Esse é um procedimento minimamente invasivo, sem grandes feridas abertas. Estudos que reuniram centenas de pacientes mostraram que quem foi tratado com laser teve menos dor já no primeiro dia e na primeira semana, usou menos analgésicos e voltou mais rápido à rotina. O laser funciona especialmente bem nas hemorroidas internas em fases iniciais e intermediárias (graus II e III).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terceira opção de tratamento que a medicina hoje oferece para as hemorroidas é a radiofrequência, por meio de ondas de energia, aplicadas com uma agulha fina diretamente na hemorroida, para gerar calor. O efeito é parecido com o do laser: o tecido cicatriza por dentro, a hemorroida encolhe e volta a ficar firme no lugar, sem que seja preciso retirar a pele da região. A técnica preserva os tecidos saudáveis ao redor, provoca menos feridas e menos cuidados locais, o que também favorece uma rápida recuperação. É uma boa opção para hemorroidas internas que sangram ou saem para fora, especialmente em estágios iniciais e intermediários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O leque de opções de tratamento não para por aí. O laser de CO2, com corte extremamente preciso, que vaporiza o tecido com pouco dano ao que está ao redor e ajuda a controlar pequenos sangramentos, tem sido bastante utilizado para retirar plicomas, aquelas pequenas peles que ficam do lado de fora do ânus, muitas vezes resultado de crises antigas de hemorroida, e para tratar componentes externos da doença. Já a fotobiomodulação usa um laser de baixa potência, que não corta nem queima. A luz é aplicada sobre a região tratada e estimula as células a trabalharem melhor: ajuda a reduzir a inflamação, o inchaço e a dor, e favorece a cicatrização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliados às técnicas, hoje também existe um arsenal de medicamentos que, combinados, controlam a dor de forma muito eficaz, inclusive deixando o pós-operatório ainda mais tranquilo, entre analgésicos, anti-inflamatórios e anestésicos locais, pomadas relaxantes, medicamentos venotônicos, que melhoram a circulação e reduzem o inchaço e fibras e laxativos suaves, para que as fezes fiquem macias e a evacuação não machuque. Diante desse rol, é importante ressaltar que o plano de medicamentos é sempre individualizado, de acordo com o procedimento realizado e com as características de cada paciente após consulta e diagnóstico médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como os medicamentos podem ser complementares uns dos outros para tratamento eficaz desse problema, as tecnologias também podem ser combinadas. Um mesmo paciente pode, por exemplo, tratar as hemorroidas internas com laser de diodo ou radiofrequência, retirar um plicoma externo com laser de CO2, fazer sessões de fotobiomodulação para acelerar a cicatrização e seguir um protocolo de medicamentos e cuidados com a pele para ter um pós-operatório tranquilo.<br>A escolha da estratégia depende do tipo de hemorroida, do grau da doença, dos sintomas e das expectativas de cada pessoa. Por isso, a avaliação com o coloproctologista é o primeiro e mais importante passo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a doença hemorroidária é tratada logo no início dos sintomas, as chances de resolver o problema com técnicas menos invasivas são muito maiores. Já quando o paciente adia por anos, as hemorroidas tendem a crescer, sair para fora com mais frequência e formar plicomas. Nesses casos, o tratamento pode precisar ser mais amplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por essa razão, os sinais que o corpo dá não devem ser desprezados. Até porque outras doenças, inclusive o câncer colorretal, podem causar sintomas parecidos. Só a avaliação médica consegue diferenciar. Sangue nas fezes ou no papel higiênico, dor, ardor ou coceira anal frequentes, sensação de &#8220;bolinha&#8221; ou caroço no ânus, algo que sai pelo ânus ao evacuar ou fazer esforço ou ainda sensação de evacuação incompleta são alguns dos alertas que o corpo dá. Nesses casos, o medo já não pode mais ser obstáculo para procurar um médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medicina evoluiu e hoje tudo ficou mais fácil. Com as tecnologias certas e um protocolo bem planejado, é possível tratar o problema com dor controlada, recuperação mais rápida e resultados que devolvem qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(*) É médico, especialista em gastroenterologia cirúrgica e coloproctologia em São Paulo. Doutor e Mestre em Ciências da Saúde.</em></p>
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		<title>Carência de vitaminas impacta saúde bucal?</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/carencia-de-vitaminas-impacta-saude-bucal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 13:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas orientam sobre riscos de deficiências nutricionais e possíveis relações com problemas bucais Manter uma alimentação balanceada, sobretudo priorizando o consumo adequado de vitaminas, como a C, D, B12 e ferro, é uma recomendação recorrente de profissionais da saúde, inclusive para a garantia de uma boa saúde bucal. Ainda que outros fatores clínicos sejam importantes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Especialistas orientam sobre riscos de deficiências nutricionais e possíveis relações com problemas bucais</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter uma alimentação balanceada, sobretudo priorizando o consumo adequado de vitaminas, como a C, D, B12 e ferro, é uma recomendação recorrente de profissionais da saúde, inclusive para a garantia de uma boa saúde bucal. Ainda que outros fatores clínicos sejam importantes para avaliar precisamente problemas odontológicos, a exemplo da “língua lisa”, fissura nos cantos das bocas e, em alguns, inflamações gengivais, as deficiências nutricionais provocam alterações sistêmicas relevantes que condicionam a uma abordagem integral do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque a baixa presença de ferro e vitamina B12 no organismo, por exemplo, pode causar glossite atrófica (língua lisa e sensível) e queilite angular (conhecida como fissuras nos cantos da boca), o que tende a facilitar o sangramento na boca. “A deficiência de vitamina B12 pode causar queda das plaquetas e um dos sinais dessa redução é o sangramento gengival, já que as plaquetas são responsáveis pela coagulação no sangue. Além disso, a deficiência de vitamina B12 pode causar leucopenia que é a redução dos leucócitos, células de defesa e, dessa forma, o paciente pode apresentar maior risco a infecções”, explica a hematopediatra do IDOMED, Ilka Juliana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica ainda ressalta que, em um contexto geral, a importância do acompanhamento dessas taxas perpassa apenas às questões que envolve a saúde bucal, pois o ferro baixo, por exemplo, causa anemia. “Este é o problema mais comum nas deficiências de ferro e vitamina B12 e, certamente, cada caso tem características peculiares”, pontua. Ela acrescenta que “com a reposição dessas vitaminas, o paciente começa a ter melhora dos sintomas em poucos dias”, destaca a hematopediatra.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Boa higiene ainda é a melhor forma de cuidado bucal</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o professor de Odontologia do Unifacid Wyden, Guilherme Amaral, a American Academy of Periodontology (AAP) e a European Federation of Periodontology (EFP) apontam que a deficiência de vitamina C pode causar inflamações gengivais, bem como provoca fragilidade capilar. Além disso, ele observa que “a orientação clínica reconhece possíveis relações entre alimentação e condição periodontal”, pontua. Contudo, o docente explica que essa relação ainda é alvo de estudos dentro da área para melhor avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de sangramento gengival aparentemente inexplicado, o professor Guilherme orienta ser fundamental “considerar a realização de hemograma urgente, em um intervalo de até 48 horas, para investigar doenças hematológicas. Esse critério não deve ser confundido com o sangramento habitual de uma gengivite com causa local identificada”, destaca o dentista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como orientação geral, é fundamental manter uma rotina de higiene bucal saudável e ida ao dentista regularmente. Em caso de sangramentos ou deficiências nutricionais significativas, abordagens multidisciplinares são articuladas de acordo com as orientações médicas que se fizerem necessárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Conceito Comunicação)</em></p>
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		<item>
		<title>Santa Casa de Araraquara realiza a 5ª captação de órgãos de 2026</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/santa-casa-de-araraquara-realiza-a-5a-captacao-de-orgaos-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 12:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse procedimento possibilitou a doação de rins e córneas, com autorização familiar A Santa Casa de Misericórdia de Araraquara realizou, na madrugada deste sábado (10), a 5ª captação de órgãos de 2026. Com a autorização da família, o procedimento possibilitou a doação de rins e córneas, contribuindo para ampliar as possibilidades de transplante para pacientes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Esse procedimento possibilitou a doação de rins e córneas, com autorização familiar</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Santa Casa de Misericórdia de Araraquara realizou, na madrugada deste sábado (10), a 5ª captação de órgãos de 2026. Com a autorização da família, o procedimento possibilitou a doação de rins e córneas, contribuindo para ampliar as possibilidades de transplante para pacientes que aguardam na fila.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Credenciada para esse tipo de procedimento, a instituição conta com a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), responsável por coordenar as etapas legais, éticas e assistenciais envolvidas no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a confirmação da morte encefálica e a autorização familiar, a CIHDOTT aciona a Organização de Procura de Órgãos (OPO), sediada em Ribeirão Preto. O órgão orienta o cumprimento dos protocolos e organiza a chegada das equipes especializadas responsáveis pela captação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho da comissão começa na identificação de potenciais doadores e inclui o acolhimento e a abordagem das famílias, além da organização dos procedimentos hospitalares. Todas as etapas são conduzidas com rigor técnico, transparência e respeito, garantindo que os familiares recebam informações sobre o andamento do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Santa Casa reforça que a doação de órgãos representa um gesto de solidariedade capaz de salvar vidas e transformar a realidade de pessoas que aguardam por um transplante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Santa Casa de Misericórdia de Araraquara)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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