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	<title>Institucional Archives - Jornal de Araraquara</title>
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	<title>Institucional Archives - Jornal de Araraquara</title>
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	<item>
		<title>Agenda Esportiva</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/agenda-esportiva-61/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 19:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela LBF, Sesi luta para chegar à final; tem ainda seletiva para a ginástica artística masculina e jogos das categorias de base e do futebol feminino da Ferroviária Futebol feminino Pelo Campeonato Paulista Feminino, as Guerreiras Grenás enfrentam o Corinthians nesta sexta-feira (17), às 19 horas, no Parque São Jorge, na capital paulista. A partida [&#8230;]</p>
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<p><em>Pela LBF, Sesi luta para chegar à final; tem ainda seletiva para a ginástica artística masculina e jogos das categorias de base e do futebol feminino da Ferroviária</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Futebol feminino</strong></h2>



<p>Pelo <strong>Campeonato Paulista Feminino</strong>, as <strong>Guerreiras Grenás</strong> enfrentam o <strong>Corinthians</strong> nesta sexta-feira (17), às 19 horas, no <strong>Parque São Jorge</strong>, na capital paulista. A partida terá transmissão pela <a href="https://www.youtube.com/watch?v=_qnQ-zc6qDg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Cazé TV</u></a>, Record News e HBO Max.</p>



<p>Já na segunda-feira (20), às 20 horas, elas recebem o <strong>Corinthians</strong> na <strong>Fonte Luminosa</strong> pelo primeiro jogo das oitavas de final da <strong>Copa do Brasil</strong>. Os ingressos estão disponíveis em <a href="http://webmail.tol.net.br/#NOP"><u>portal.totalticket.com.br/ferroviaria</u></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Basquete feminino</strong></h2>



<p>Nesta sexta-feira (17), às 19h30, pelo segundo jogo das semifinais da <strong>Liga de Basquete Feminino (LBF)</strong>, o <strong>Sesi</strong> enfrenta <strong>Campinas</strong> no Tênis Clube de Campinas (SP).</p>



<p>Na primeira partida, a equipe araraquarense foi derrotada em casa por 79 a 77 e, por isso, precisa vencer as campineiras para forçar o terceiro jogo. Se Campinas vencer novamente, avança para a final.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Base de Ferro</strong></h2>



<p>As categorias de base da <strong>Ferroviária</strong> têm desafios pelo <strong>Campeonato Paulista</strong>, no sábado (18), no <strong>Estádio Municipal &#8220;Antônio Luiz de Mattos&#8221;</strong>, em Serrana. O <strong>Sub-15</strong> e o <strong>Sub-17</strong> enfrentam o <strong>LG FC</strong>, respectivamente, às 9 e às 11 horas. Já o <strong>Sub-20</strong> joga contra o <strong>Santos</strong> às 15 horas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ginástica artística masculina</strong></h2>



<p>A <strong>Fundesport Araraquara</strong> promove na quarta-feira (22), às 18 horas, uma seletiva para meninos de 6 a 8 anos interessados em ingressar na equipe de <strong>Ginástica Artística Masculina</strong>.</p>



<p>A avaliação tem como objetivo identificar crianças que já apresentem as condições necessárias para integrar a turma de pré-treinamento, etapa considerada fundamental na formação dos futuros atletas. Nessa fase, os participantes desenvolvem habilidades essenciais para a modalidade, como força, flexibilidade e os fundamentos específicos da ginástica artística.</p>



<p>A iniciativa faz parte do processo de estruturação da equipe que representa a Fundesport em competições. Os treinos da turma de pré-treinamento acontecem, inicialmente, às segundas e quartas-feiras, das 14h às 15h30.</p>



<p>As crianças que ainda não estiverem preparadas para integrar o pré-treinamento também terão a oportunidade de iniciar na modalidade por meio das escolinhas de esporte, que desempenham um papel importante na formação e no desenvolvimento de novos talentos para a ginástica artística.</p>



<p>As inscrições para a seletiva serão realizadas no <strong>Ginásio de Ginástica Artística &#8220;Gilberto Maestrello&#8221;</strong>, antes do início da avaliação.</p>



<p><em>(Setor de Imprensa &#8211; Câmara Municipal de Araraquara)</em></p>



<p><em>Foto: Ferroviária SAF</em></p>
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		<item>
		<title>Falecimento</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/falecimento-519/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 17:29:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ALMEIDA FONTERI MICELLI Às famílias enlutadas o pesar do J.A.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">ALMEIDA</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>ANADISSOR ARAÚJO DE OLIVEIRA, 82 anos. Viúva Adelita Trindade Oliveira. Sepultada, dia 11, Cemitério dos Britos.</li>



<li>DIRCE DO CARMO FELICIO, 93 anos. Sepultada, dia 12, Cemitério de São Bento.</li>



<li>JOSÉ NIETO LOPEZ, 77 anos. Viúva Doroti Macri. Sepultado, dia 14, Cemitério São Bento.</li>



<li>VILMA DOS REIS, 63 anos. Sepultada, dia 14, Cemitério São Bento.</li>



<li>JOÃO CARLOS PETRUCELLI, 82 anos. Viúva Maria de Lourdes Vieira Petrucelli. Sepultado, dia 15, em Guarapiranga.</li>



<li>WANDA LEONOR DE OLIVEIRA SILVA, 79 anos. Viúvo José Francisco da Silva. Sepultada, dia 15, Cemitério dos Britos.</li>



<li>MARIA NEUZA PALOTA, 80 anos. Sepultada, dia 15, em Tabatinga.</li>



<li>LUIZ APARECIDO RABATINI, 82 anos. Viúva Dirce Helena de Andrade Ratini. Sepultado, dia 16, em Américo Brasiliense.</li>



<li>TERESINHA JESUS MIRANDA, 77 anos. Sepultada, dia 16, em Matão.</li>



<li>OSMAR APARECIDO PEREIRA, 66 anos. Sepultado, dia 16, Cemitério dos Britos.</li>



<li>JOSÉ BONIFÁCIO DA SILVA, 79 anos. Viúva Maria de Lurdes Lopes da Silva. Sepultado, dia 16, em Santa Lúcia.</li>



<li>DR. BRUNO HENRIQUE DOS SANTOS ALVES, 36 anos. Viúva Cintia Cristina Fernandes Alves. Sepultado, dia 17, Cemitério dos Britos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">FONTERI</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>ANDREIA ROSA PEREIRA DE SOUZA, 44 anos. Sepultada, dia 08, em Américo Brasiliense.</li>



<li>ANA MARINA LIA, 64 anos. Cremada, dia 11, Crematório Bom Jesus.</li>



<li>CLEMILDE MARIA PINHEIRO DO AMARAL, 79 anos. Cremada, dia 14, Crematório Morada do Sol.</li>



<li>ROSALINA PEREIRA DA SILVA, 81 anos. Sepultada, dia 14, Cemitério dos Britos.</li>



<li>CRISTIANE MARTINS RIBEIRO, 37 anos. Sepultada, dia 15, Cemitério dos Britos.</li>



<li>APARECIDA CANDIDO, 74 anos. Sepultada, dia 15, em Boa Esperança do Sul.</li>



<li>MARIA LUCIOLA TARALLO FORNAZARI, 86 anos. Sepultada, dia 16, Cemitério São Bento.</li>



<li>BENEDICTO DE ARAÚJO, 88 anos. Sepultado, dia 17, em Rincão – SP.</li>



<li>DIRCE LUIZ DO AMARAL, 90 anos. Sepultada, dia 17, Cemitério dos Britos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">MICELLI</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>SILVIA HELENZA CARDOZO FRANZINA (SILVINHA), 61 anos. Sepultada, dia 12, Cemitério São Bento.</li>



<li>LUIZ APARECIDO NUNES DA SILVA, 74 anos. Sepultado, dia 12, Cemitério Parque dos Lírios.</li>



<li>MARIA APARECIDA BIONDI, 83 anos. Sepultada, dia 13, em Dobrada.</li>



<li>WILSON LÉO, 82 anos. Sepultado, dia 14, Cemitério São Bento.</li>



<li>IZAURA RIBEIRO, 78 anos. Sepultada, dia 15, Cemitério São Bento.</li>



<li>JOÃO GUERRERO, 99 anos. Sepultado, dia 15, em Rincão.</li>



<li>MARIA CECILIA CAGNIN SORANZO, 61 anos. Cremada, dia 16, Crematório de Ribeirão Preto.</li>



<li>JOSÉ VALDENIRO DA SILVA GONÇALVES (VAL), 53 anos. Sepultado, dia 17, Cemitério dos Britos.</li>
</ul>



<p><em>Às famílias enlutadas o pesar do J.A.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Obesidade aumenta risco de câncer, infertilidade e outros problemas urológicos, alerta especialista</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/obesidade-aumenta-risco-de-cancer-infertilidade-e-outros-problemas-urologicos-alerta-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Excesso de peso já afeta cerca de dois terços dos brasileiros e compromete desde a saúde dos rins até a função sexual masculina O crescimento da obesidade no Brasil tem preocupado especialistas por seus impactos em praticamente todos os sistemas do organismo. Na urologia, o excesso de peso está diretamente associado ao aumento do risco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Excesso de peso já afeta cerca de dois terços dos brasileiros e compromete desde a saúde dos rins até a função sexual masculina</em></p>



<p>O crescimento da obesidade no Brasil tem preocupado especialistas por seus impactos em praticamente todos os sistemas do organismo. Na urologia, o excesso de peso está diretamente associado ao aumento do risco de câncer de próstata e de rim, cálculos renais, alterações urinárias, infertilidade e disfunção erétil.</p>



<p>Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de um terço da população brasileira já vive com algum grau de obesidade, enquanto entre 60% e 68% dos adultos apresentam excesso de peso. A pesquisa Vigitel 2025 revelou ainda que o número de brasileiros obesos cresceu 118% entre 2006 e 2024. No mesmo período, houve aumento de 135% nos casos de diabetes, de 47% no excesso de peso e de 31% na hipertensão, condições frequentemente associadas entre si.</p>



<p>Para o urologista, uro-oncologista e cirurgião robótico Luís César Zaccaro, a obesidade deve ser encarada como uma doença crônica e não apenas como uma questão estética.</p>



<p>&#8220;Quando falamos de obesidade, não estamos discutindo apenas o peso na balança. Estamos falando de saúde. O excesso de peso está relacionado a uma série de questões urológicas, como câncereres, alterações urinárias, redução dos níveis de testosterona, infertilidade e comprometimento da qualidade de vida sexual. É um problema real que merece atenção&#8221;, afirma.</p>



<p>Segundo o especialista, o excesso de gordura corporal provoca alterações metabólicas e hormonais que afetam diretamente o sistema urinário e reprodutor. &#8220;A obesidade favorece um estado inflamatório crônico no organismo, interfere na produção hormonal e aumenta o risco de diversas doenças&#8221;, comenta.</p>



<p>Entre as doenças mais relacionadas ao excesso de peso está o câncer de rim. A obesidade também figura entre os fatores de risco para o câncer de próstata e favorece o desenvolvimento da hiperplasia prostática benigna, condição que provoca aumento da próstata e dificulta a micção. Além disso, pessoas obesas apresentam maior propensão à formação de cálculos renais e à incontinência urinária.</p>



<p>A saúde sexual masculina também pode ser comprometida. O excesso de peso interfere na produção de testosterona, principal hormônio masculino, o que pode reduzir a libido, prejudicar as ereções e afetar a produção de espermatozoides.</p>



<p>&#8220;O sistema urológico sente os reflexos do desequilíbrio metabólico causado pela obesidade. Por isso, falar sobre controle do peso é também falar de prevenção, diagnóstico precoce e qualidade de vida&#8221;, destaca Zaccaro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mudança de hábitos é o principal tratamento</strong></h2>



<p>Embora seja uma doença complexa e multifatorial, a obesidade pode ser controlada por meio de mudanças sustentáveis no estilo de vida. Alimentação baseada em alimentos in natura, prática regular de atividade física, hidratação adequada, sono de qualidade e acompanhamento multiprofissional estão entre as principais recomendações.</p>



<p>Dietas extremamente restritivas e soluções rápidas costumam produzir apenas resultados temporários. Segundo especialistas, o tratamento deve priorizar mudanças graduais e permanentes nos hábitos de vida, sempre com acompanhamento médico, nutricional e, quando necessário, psicológico.</p>



<p><strong>Sobre o especialista</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1999" height="1333" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.-Luis-Cesar-Zaccaro.jpg" alt="" class="wp-image-106217"/></figure>



<p><em>Foto: Divulgação/Fabio Di Felippo</em></p>



<p>Dr. Luís César Zaccaro é urologista, uro-oncologista e cirurgião robótico. Mestre em Oncologia pelo Hospital de Amor de Barretos, é chefe do Ambulatório de Uro-oncologia da Santa Casa de Ribeirão Preto, delegado da Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional São Paulo, diretor do GEURP – Grupo de Estudos em Uro-Oncologia de Ribeirão Preto e referência nacional em cirurgia robótica, atuando também como proctor e palestrante em congressos no Brasil e no exterior.</p>



<p><br><em>(ADCOM Assessoria de Imprensa)</em></p>



<p><em>Foto: Divulgação/Canva</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cesta básica volta a subir em Araraquara e já consome quase 68% do salário-mínimo</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/cesta-basica-volta-a-subir-em-araraquara-e-ja-consome-quase-68-do-salario-minimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 19:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Batata dispara 88% em maio e lidera alta dos alimentos; custo médio da cesta ultrapassa R$ 1.099 O custo da cesta básica voltou a subir em Araraquara. Levantamento realizado pelo Núcleo de Economia do Sincomercio Araraquara aponta que o valor médio da cesta passou de R$ 1.065,51 em abril para R$ 1.099,54 em maio, um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Batata dispara 88% em maio e lidera alta dos alimentos; custo médio da cesta ultrapassa R$ 1.099</em></p>



<p>O custo da cesta básica voltou a subir em Araraquara. Levantamento realizado pelo Núcleo de Economia do Sincomercio Araraquara aponta que o valor médio da cesta passou de R$ 1.065,51 em abril para R$ 1.099,54 em maio, um aumento de 3,19% em apenas um mês.</p>



<p><strong>Evolução do custo médio e variação mensal da cesta básica em Araraquara – maio/2025 a maio/2026</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="876" height="429" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/06/7e08f65b-c069-44b2-97a8-bb36e76cc4c5.png" alt="" class="wp-image-104472"/></figure>



<p><strong>Fonte/Elaboração:</strong> Sincomercio Araraquara</p>



<p>A alta foi puxada principalmente pelos alimentos, grupo que concentra a maior parte das despesas da cesta e que registrou aumento de 3,63% no período. Entre os produtos pesquisados, a batata foi o destaque negativo, com elevação de 88,1%, seguida pela cebola (23,3%), alho (14%) e feijão carioca (11,1%).</p>



<p>Segundo os pesquisadores do Núcleo de Economia, somente a batata adicionou R$ 18,15 ao custo médio da cesta básica em maio. O aumento do produto está relacionado ao encerramento da safra das águas, que marca a conclusão do ciclo agrícola de verão, e a menor oferta disponível no mercado, cenário observado também em outras regiões do país.</p>



<p><strong>Evolução do preço médio e da variação mensal da batata – maio/2024 a maio/2026</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="883" height="344" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/06/5c13f552-d9ba-47a9-8e21-1d2105a976d0.png" alt="" class="wp-image-104473"/></figure>



<p><strong>Fonte/Elaboração:</strong> Sincomercio Araraquara</p>



<p>Outro item que pressionou o orçamento dos consumidores foi a carne bovina. O acém apresentou aumento de 4,5% no mês, reflexo do ritmo intenso das exportações brasileiras e da oferta mais restrita de animais para abate no mercado interno.</p>



<p>Apesar das altas, alguns produtos registraram redução de preços e ajudaram a amenizar o impacto para os consumidores. Entre eles estão o açúcar refinado (-9,5%), queijo muçarela (-7,7%), extrato de tomate (-4,8%) e café torrado e moído (-2,8%). A queda do café está associada ao avanço da colheita e às perspectivas de safra recorde para a temporada.</p>



<p><strong>&nbsp;Variação mensal do preço médio dos produtos componentes da Pesquisa de Preços da Cesta Básica em Araraquara – maio/2026</strong>&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="425" height="546" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6b90b08a-c8f9-4e10-a3c0-a218015d11e0.png" alt="" class="wp-image-104474"/></figure>



<p><strong>Fonte/Elaboração:</strong> Sincomercio Araraquara</p>



<p><strong>Peso crescente no orçamento familiar</strong></p>



<p>Com o novo reajuste, a cesta básica consumiu em maio cerca de 67,8% do salário-mínimo vigente. Na prática, um trabalhador que recebe o piso nacional precisou dedicar aproximadamente 149 horas de trabalho para adquirir os produtos pesquisados.</p>



<p>Embora o resultado represente um aumento expressivo em relação ao mês anterior, o cenário ainda é mais favorável do que o observado há um ano. Em maio de 2025, a cesta básica comprometia cerca de 72,7% do salário-mínimo.</p>



<p>No acumulado de 2026, a cesta básica já registra alta de 4,88%, impulsionada principalmente pelos alimentos. Em contrapartida, na comparação com maio do ano passado, o custo total apresenta relativa estabilidade, com pequena redução de 0,43%.</p>



<p>Para Maria Clara Kirsch, economista do Sincomercio Araraquara, os dados reforçam a importância do acompanhamento contínuo dos preços e do planejamento financeiro das famílias, especialmente diante das oscilações provocadas por fatores climáticos, safras agrícolas e movimentos do mercado internacional.</p>



<p>&#8220;A alimentação continua sendo o principal componente do orçamento doméstico. Quando produtos básicos apresentam aumentos expressivos, como ocorreu com a batata neste mês, o impacto é sentido diretamente pelo consumidor. Monitorar essas movimentações ajuda a compreender tendências e orientar decisões de consumo&#8221;, destaca.</p>



<p><strong><em>Sobre a pesquisa</em></strong></p>



<p><em>A Pesquisa de Preços da Cesta Básica é realizada mensalmente pelo Núcleo de Economia do Sincomercio Araraquara e acompanha a evolução dos preços de 32 produtos distribuídos entre alimentação, higiene pessoal e limpeza doméstica.</em></p>



<p><strong>Serviço:</strong></p>



<p>Núcleo de Economia – Sincomercio Araraquara &#8211; <a href="mailto:economia@sincomercioararaquara.com.br">economia@sincomercioararaquara.com.br</a></p>



<p><em>(Fernanda Chiossi  &#8211; Grupo Inca)</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Junho Verde alerta para câncer de rim, doença silenciosa que pode ter mais de 12 mil novos casos por ano no Brasil</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/junho-verde-alerta-para-cancer-de-rim-doenca-silenciosa-que-pode-ter-mais-de-12-mil-novos-casos-por-ano-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diagnóstico precoce eleva as chances de cura para mais de 90%; obesidade, hipertensão e tabagismo estão entre os principais fatores de risco O Junho Verde, mês de conscientização sobre o câncer de rim, chama a atenção para uma das doenças mais silenciosas da urologia. Sem provocar sintomas nas fases iniciais, o tumor costuma ser descoberto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Diagnóstico precoce eleva as chances de cura para mais de 90%; obesidade, hipertensão e tabagismo estão entre os principais fatores de risco</em></p>



<p>O Junho Verde, mês de conscientização sobre o câncer de rim, chama a atenção para uma das doenças mais silenciosas da urologia. Sem provocar sintomas nas fases iniciais, o tumor costuma ser descoberto por acaso durante exames realizados por outros motivos, o que torna a prevenção e o acompanhamento médico ainda mais importantes.</p>



<p>Dados da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam cerca de 12 mil novos casos anuais no país. Nos últimos anos, mais de 10 mil brasileiros perderam a vida em decorrência da doença, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).</p>



<p>Apesar dos números preocupantes, quando identificado precocemente, com o tumor ainda restrito ao rim, o câncer renal apresenta taxas de cura superiores a 90%.</p>



<p>&#8220;O câncer de rim é uma doença traiçoeira porque, na maioria das vezes, não provoca sintomas nas fases iniciais. Muitos pacientes descobrem o tumor durante uma ultrassonografia ou uma tomografia solicitadas por outros motivos. Isso mostra a importância de manter uma rotina de consultas e exames&#8221;, afirma o urologista, uro-oncologista e cirurgião robótico Dr. Luís César Zaccaro.</p>



<p>Segundo o especialista, a doença atinge principalmente pessoas entre 50 e 70 anos e possui forte relação com fatores ligados ao estilo de vida. &#8220;Esse é um exemplo claro de como os hábitos do dia a dia influenciam diretamente o risco de desenvolver câncer. Obesidade, hipertensão arterial e tabagismo estão entre os principais fatores associados ao câncer renal. Controlar o peso, manter a pressão sob acompanhamento e abandonar o cigarro são medidas que ajudam a reduzir o risco não apenas de tumores, mas também de diversas doenças cardiovasculares&#8221;, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sinais costumam aparecer em fases mais avançadas</strong></h2>



<p>Nas fases iniciais, o câncer de rim raramente causa dor ou outros sinais perceptíveis. Quando a doença já se encontra mais avançada, podem surgir sangue na urina, dor persistente em apenas um lado da região lombar, presença de uma massa palpável no abdômen, fadiga e perda de peso sem causa aparente.</p>



<p>&#8220;O fato de a doença ser silenciosa não significa que ela seja rara. Pelo contrário. Como os sintomas geralmente aparecem em estágios mais avançados, é fundamental valorizar os exames de rotina e procurar avaliação médica diante de qualquer alteração urinária ou dor lombar persistente&#8221;, orienta Zaccaro.</p>



<p>Além da idade, alguns fatores aumentam o risco de desenvolvimento da doença. Os principais são tabagismo, obesidade, hipertensão arterial e histórico familiar de câncer renal. Para o especialista, boa parte desses fatores está diretamente relacionada aos hábitos de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alimentação equilibrada e hidratação ajudam a proteger os rins</strong></h2>



<p>Embora não exista uma forma específica de prevenir o câncer de rim, a adoção de hábitos saudáveis contribui para reduzir os fatores de risco. Uma alimentação equilibrada ajuda a diminuir a sobrecarga sobre os rins e auxilia no controle de doenças como obesidade, hipertensão e diabetes, consideradas importantes inimigas da saúde renal. O consumo excessivo de sal favorece o aumento da pressão arterial, enquanto o excesso de açúcar está associado ao diabetes, duas condições que comprometem o funcionamento dos rins.</p>



<p>A hidratação adequada também é importante. A recomendação geral é manter a ingestão diária de aproximadamente dois litros de água, observando se a urina apresenta coloração clara.</p>



<p>&#8220;Os rins são órgãos essenciais para o funcionamento do organismo e merecem atenção ao longo de toda a vida. Pequenas atitudes, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente, controlar a pressão arterial, não fumar e beber água adequadamente, representam investimentos importantes na saúde renal e na prevenção de doenças&#8221;, destaca o médico.</p>



<p><strong>Sobre o especialista</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1999" height="1333" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dr.-Luis-Cesar-Zaccaro.jpg" alt="" class="wp-image-104035"/></figure>



<p><em>Foto: Divulgação/Fabio Di Felippo &#8211; Dr. Luís César Zaccaro é urologista, uro-oncologista e cirurgião robótico</em></p>



<p>Dr. Luís César Zaccaro é urologista, uro-oncologista e cirurgião robótico. Mestre em Oncologia pelo Hospital de Amor de Barretos, é chefe do Ambulatório de Uro-oncologia da Santa Casa de Ribeirão Preto, delegado da Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional São Paulo, diretor do GEURP – Grupo de Estudos em Uro-Oncologia de Ribeirão Preto e referência nacional em cirurgia robótica, atuando também como proctor e palestrante em congressos no Brasil e no exterior.</p>



<p><em>(ADCOM Assessoria de Imprensa)</em></p>



<p><em>Foto: Divulgação/Canva</em></p>
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		<title>Aniversariantes</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/aniversariantes-123/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>12- Paulo Setúbal Neto, Vicente Aurieno, Benilde Siqueira Teixeira, Antonio Alves Ferreira, Francisca Zenaide C. Barbieri, Gilson Simonetti, José Hélio Visin, Dulce Neide Duarte Zanella, Murilo Carlos Primiano, Dorival Delbon Filho, Álvaro de Carvalho Rodrigues, Renata Borges Fagundes Rezek e Simone Cristina Castanheiro13- Bete Karan, Antonio Carlos Longo, Júlio Fernandes, Rita de Cássia Leôncio Prada, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>12-</strong> Paulo Setúbal Neto, Vicente Aurieno, Benilde Siqueira Teixeira, Antonio Alves Ferreira, Francisca Zenaide C. Barbieri, Gilson Simonetti, José Hélio Visin, Dulce Neide Duarte Zanella, Murilo Carlos Primiano, Dorival Delbon Filho, Álvaro de Carvalho Rodrigues, Renata Borges Fagundes Rezek e Simone Cristina Castanheiro<br><strong>13-</strong> Bete Karan, Antonio Carlos Longo, Júlio Fernandes, Rita de Cássia Leôncio Prada, Rosislaine das Neves, Luis Henrique Vanucci, Gauthier de Jesus Esteves, João Euclides Vincheski e José Eduardo Izidoro.<br><strong>14- </strong>Silvio Garcia Cardoso, Antonio José Almeida Júnior, Oswaldo Guedine, Júlio Fernando Pascoal Basso, José Augusto Hortêncio, Heli Ribeiro de Carvalho Neto, Luis Cardoso Martins, José Maria Ferreira Toloi, Rubens Tadeu Marracho, Eleonora de Lima Peres, Valmir da Silva Moreira e Helaine Aquino de Morais.<br><strong>15-</strong> Giselaine Barros Devito, Marta Sueli A. Pecorari, Onivaldo Leal das Neves, Teresa de Abreu Bergamo e Arlindo Bento.<br><strong>16-</strong> Rosa Lima Masiero de Oliveira, André Luis Alves Placeres, Poli Arnosti, Francisco Balbino da Costa, Vera Lúcia da Silva e Antonio Carlos Rodrigues dos Santos.<br><strong>17- </strong>Roberto Tavares, Genésio Ferreira Luiz, Tarcísio de Freitas Alves, Mário Arrighi Filho, Wilson Wagner Astorino, Carlos César da Cunha Lapena, José Otávio Marcatto, Vilneide Ap. Martinelli Coelho, Helena Cicogna, Silvia Renata Paschoalato Caracho e Vânia Jurgac C. Novaes.<br><strong>18-</strong> Anselmo Dimas Onofre, Carlos Aparecido Mendonça, Fábio Peixoto, Zélia S. Santos, Vânia Fiscareli, Carlos Eduardo Rubi, Eduardo Bonini, Washington Luís Faria Ligabo, Ilda Marasca e Tânia Rosas Nascimento.</p>



<p></p>
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		<title>A nossa singular e tensa história política</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/a-nossa-singular-e-tensa-historia-politica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 18:34:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves (*) Nesta terça-feira, 31 de março, completam-se 62 anos da deposição do presidente João Goulart pelos militares, episódio que deu início ao regime instaurado em 1964 e que permaneceu no poder por 21 anos. Ligado à tradição política da Era Vargas, da qual foi seguidor e ministro, Jango — como era [&#8230;]</p>
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<p><em>Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves (*)</em></p>



<p>Nesta terça-feira, 31 de março, completam-se 62 anos da deposição do presidente João Goulart pelos militares, episódio que deu início ao regime instaurado em 1964 e que permaneceu no poder por 21 anos. Ligado à tradição política da Era Vargas, da qual foi seguidor e ministro, Jango — como era chamado pelo povo — foi vice-presidente de Juscelino Kubitschek e de Jânio Quadros, sendo identificado com pautas nacionalistas e reformistas.</p>



<p>Em 13 de março de 1964, no Comício da Central do Brasil, no Rio de Janeiro, Goulart anunciou medidas como a nacionalização de companhias petrolíferas estrangeiras e a desapropriação de áreas às margens de rodovias e ferrovias federais para fins de reforma agrária. Antes disso, em agosto de 1961, após a renúncia de Jânio Quadros, os militares dificultaram sua posse. Goulart, que estava em visita oficial à China, só retornou a Brasília em 7 de setembro, após um acordo político que implantou o parlamentarismo e limitou os poderes presidenciais. Em janeiro de 1963, porém, um plebiscito devolveu ao presidente a autoridade plena para governar.</p>



<p>Nos meses seguintes, o país viveu um período de intensa instabilidade política e social, que culminou nos acontecimentos de 31 de março de 1964. Tropas de Minas Gerais, sob o comando do general Olímpio Mourão Filho, marcharam em direção ao Rio de Janeiro com o objetivo de depor o presidente, recebendo apoio de unidades militares de outras regiões. Diante da gravidade da situação, Goulart deixou o país, evitando um confronto de maiores proporções e a perda de vidas.</p>



<p>Com apoio de setores conservadores da sociedade, de partidos de direita e da Igreja Católica — que participou da &#8220;Marcha da Família com Deus pela Liberdade&#8221; — os militares assumiram o comando do governo e de posições estratégicas do Estado. Instalou-se, então, um regime autoritário que, inicialmente, prometia breve retorno à normalidade institucional. Ao mesmo tempo, grupos de esquerda, já em conflito político e ideológico com setores conservadores havia décadas, intensificaram sua atuação. A radicalização crescente levou o país a um ciclo de repressão, resistência, exílio, cassações e violência política, deixando marcas profundas na democracia brasileira.</p>



<p>O regime militar e seus opositores viveram uma longa disputa que só se encerrou em 1985, quando o poder voltou às mãos dos civis. Iniciava-se a chamada Nova República, simbolizada pela eleição de Tancredo Neves. Sua morte, porém, antes da posse, representou já naquele momento um sinal das dificuldades que continuariam a marcar a vida institucional do país.</p>



<p>A anistia de 1979 permitiu o retorno dos exilados, a reintegração de servidores civis e militares punidos durante o regime e teve como propósito contribuir para a reconciliação nacional. Com a redemocratização, antigos adversários voltaram à vida pública, partidos extintos foram recriados e novas legendas surgiram, ampliando a pluralidade política brasileira. Esse processo foi essencial para restaurar a convivência democrática, ainda que não tenha eliminado as divergências e ressentimentos acumulados ao longo do tempo.</p>



<p>Nas décadas seguintes, o Brasil mudou profundamente. A esquerda chegou ao poder com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, e voltou a vencer com sua reeleição e, depois, com as eleições de Dilma Rousseff. Ao mesmo tempo, episódios como os impeachments de Fernando Collor e Dilma Rousseff ampliaram tensões institucionais e alimentaram a polarização entre campos políticos distintos. Em muitos momentos, o debate público deixou de se concentrar na busca de soluções e passou a girar em torno da desqualificação do adversário.</p>



<p>Na verdade, as dificuldades políticas acompanham a República desde sua origem, em 1889. O marechal Deodoro da Fonseca, primeiro presidente, renunciou em meio a forte crise com a Marinha. Outros governos também enfrentaram instabilidade, rupturas e conflitos, inclusive o ciclo iniciado em 1930 com Getúlio Vargas, que permaneceu no poder até 1945. A história republicana brasileira mostra que a construção institucional do país sempre foi marcada por avanços, impasses e recomeços.</p>



<p>Hoje, o Brasil continua enfrentando problemas políticos, sociais e estruturais que exigem responsabilidade, maturidade e espírito público. A superação dessas dificuldades depende da capacidade de reconhecer diferenças sem transformar adversários em inimigos. Nenhuma nação se fortalece quando o debate político é guiado pelo ódio, pela destruição moral do outro ou pela negação da legitimidade de quem pensa diferente.</p>



<p>Pacificar o país exige compromisso com a democracia, respeito às instituições, defesa da Constituição e disposição para o diálogo. Exige também que líderes e cidadãos coloquem os interesses nacionais acima das paixões partidárias e compreendam que alternância de poder, divergência de ideias e crítica política fazem parte da vida democrática. O voto deve ser orientado por propostas consistentes, pela competência dos candidatos e por sua capacidade de contribuir para a solução dos problemas nacionais — nunca pela promessa de combater ou destruir o adversário.</p>



<p>Se quisermos um país mais estável, justo e unido, será preciso aprender com os conflitos do passado sem reproduzi-los no presente. O Brasil precisa menos de confrontação permanente e mais de equilíbrio, grandeza e reconciliação nacional.</p>



<p><em>(*) É dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo)</em></p>
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		<title>Páscoa é reconciliação</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/pascoa-e-reconciliacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Padre Wagner Ferreira da Silva (*) A Semana Santa e a celebração do Tríduo Pascal nos conduzem ao Cristo Ressuscitado. Além de nos prepararmos auxiliados pelas práticas penitenciais e pela caridade com o próximo, não podemos deixar de buscar o perdão, sacramento da reconciliação por meio do qual nos aproximamos mais de Deus e da [&#8230;]</p>
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<p><em>Padre Wagner Ferreira da Silva (*)</em></p>



<p>A Semana Santa e a celebração do Tríduo Pascal nos conduzem ao Cristo Ressuscitado. Além de nos prepararmos auxiliados pelas práticas penitenciais e pela caridade com o próximo, não podemos deixar de buscar o perdão, sacramento da reconciliação por meio do qual nos aproximamos mais de Deus e da Santa Igreja, Corpo Místico de Cristo.</p>



<p>Nosso fundador, padre Jonas Abib (in memorian), exortava-nos: &#8220;Deus, que é rico em misericórdia, nos dá, no sacramento da Penitência, a graça do perdão e da reconciliação. É o encontro pessoal com Cristo ressuscitado que nos recebe na pessoa do sacerdote a quem deu esta ordem: &#8216;Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados&#8217; (Jo 20,23). O sacramento da Penitência realiza em nós uma contínua conversão. Por isso, nos aproximaremos dele todos os meses.&#8221;</p>



<p>Como disse São João Paulo II na exortação apostólica Reconciliação e Penitência, a respeito da confissão sacramental, quando somos perdoados, nos reconciliamos com Deus, fazemos as pazes conosco, com os irmãos e com toda a criação: &#8220;É de salientar, ainda, que o fruto mais precioso do perdão, obtido pela Penitência, consiste na reconciliação com Deus, a qual se verifica no segredo do coração do filho pródigo, e reencontrado, que é cada penitente. Mas é preciso acrescentar que tal reconciliação com Deus tem como consequência, por assim dizer, outras reconciliações, que vão remediar outras tantas rupturas, causadas pelo pecado: o penitente perdoado reconcilia-se consigo próprio no íntimo mais profundo do próprio ser, onde recupera a própria verdade interior; reconcilia-se com os irmãos, por ele de alguma maneira agredidos e lesados; reconcilia-se com a Igreja; e reconcilia-se com toda a criação&#8221; (n. 31).</p>



<p>Com muita simplicidade de coração, acrescentaria que, para nós, família Canção Nova, é importante a reconciliação com aqueles irmãos de caminhada que, eventualmente, possam ter nos ferido, reconhecendo nossas limitações e buscando viver em harmonia o carisma que nos une. Papa Paulo VI também nos ensinou que não se pode separar o amor a Cristo do amor à sua Igreja e aos seus irmãos: &#8220;Convém recordar aqui, de passagem, momentos em que acontece nós ouvirmos, não sem mágoa, algumas pessoas, cremos bem intencionadas, mas com certeza desorientadas no seu espírito, a repetir que pretendem amar a Cristo mas sem a Igreja, ouvir a Cristo mas não à Igreja, ser de Cristo, mas fora da Igreja. O absurdo de uma semelhante dicotomia aparece com nitidez nesta palavra do Evangelho: &#8216;Quem vos rejeita é a mim que rejeita&#8217; (Lc 10,16). E como se poderia querer amar Cristo sem amar a Igreja, uma vez que o mais belo testemunho dado de Cristo é o que São Paulo exarou nestes termos: &#8216;Ele amou a Igreja e entregou-se a si mesmo por ela&#8217; (Ef 5,25)?&#8221; (Exortação apostólica Evangelii Nuntiandi, n. 16).</p>



<p>A reconciliação nos ajudará a constatar que o amor a Deus deve ser manifestado também através do amor aos irmãos. Que o Cristo Ressuscitado não encontre em nós portas fechadas, mas corações prontos para a unidade. Que a alegria da ressurreição cure nossas feridas e renove o nosso &#8216;sim&#8217; ao chamado que nos uniu um dia.</p>



<p>Desejo, amados irmãos e irmãs, que vocês possam fazer uma profunda experiência de fé na Semana Santa e, reconciliados, celebrar com júbilo a Páscoa do Senhor, marcada por esse encontro renovado com o Cristo Ressuscitado, a Vida Nova que vence a morte, o desamor, o egoísmo, as desavenças.</p>



<p>Na partilha em nossa casa, no dia a dia da caminhada cristã, missionária, por meio de gestos concretos de amor, do nosso testemunho de fé, que possamos anunciar como Maria Madalena: &#8220;Eu vi o Senhor&#8221; (Jo 20,18).</p>



<p><em>(*) É presidente da Comunidade Canção Nova e da Fundação João Paulo II.</em></p>



<p>Foto: Bruno Marques / Canção Nova.</p>



<p>(Depto. Comunicação – Assessoria de Imprensa &#8211; Fundação João Paulo II / Canção Nova)</p>
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		<title>Colaboradores da Santa Casa participam de Programa de Multiplicadores em capacitação interna</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/colaboradores-da-santa-casa-participam-de-programa-de-multiplicadores-em-capacitacao-interna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 18:53:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Iniciativa realizada nos dias 13 e 20 de março capacitou profissionais de diferentes setores para atuar na disseminação de conhecimentos e boas práticas dentro da instituição A Santa Casa de Misericórdia de Araraquara através do setor de Educação Permanente, realizou nos dias 13 e 20 de março, mais uma edição do Programa de Multiplicadores, [&#8230;]</p>
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<p><em>A Iniciativa realizada nos dias 13 e 20 de março capacitou profissionais de diferentes setores para atuar na disseminação de conhecimentos e boas práticas dentro da instituição</em></p>



<p>A Santa Casa de Misericórdia de Araraquara através do setor de Educação Permanente, realizou nos dias 13 e 20 de março, mais uma edição do Programa de Multiplicadores, com o objetivo de ampliar a circulação de conhecimentos e fortalecer as ações institucionais.</p>



<p>A iniciativa reuniu colaboradores de diversos setores, que participaram de uma capacitação voltada à formação de facilitadores do aprendizado em suas próprias equipes. A proposta é estimular a troca de experiências entre os profissionais e contribuir para a atualização contínua dos processos assistenciais e institucionais.</p>



<p>Durante o programa, os participantes foram preparados para compartilhar conhecimentos, apoiar a implementação de protocolos e incentivar a adoção de boas práticas no ambiente de trabalho. Os multiplicadores passam, assim, a atuar como importantes aliados na melhoria dos fluxos de trabalho e no fortalecimento da cultura de segurança e qualidade.</p>



<p>Ao investir no desenvolvimento desses profissionais, a Santa Casa reforça seu o compromisso com a qualificação das equipes e com a oferta de uma assistência cada vez mais segura e centrada no paciente.</p>



<p><em>(Santa Casa de Misericórdia de Araraquara)</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="1600" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FOTO-SANTA-CASA_TREINAMENTOEDCONTINUADA.jpeg" alt="" class="wp-image-95799"/></figure>
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		<item>
		<title>8 de março: o reconhecimento que ainda devemos às mulheres</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/8-de-marco-o-reconhecimento-que-ainda-devemos-as-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 19:27:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que uma data simbólica, o Dia Internacional da Mulher é um chamado à sociedade para reconhecer direitos, enfrentar a violência e afirmar plenamente a humanidade das mulheres.  Edna Martins (*) O 8 de março não é apenas uma data no calendário. É um marco de memória, reflexão e reafirmação de um propósito que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Mais do que uma data simbólica, o Dia Internacional da Mulher é um chamado à sociedade para reconhecer direitos, enfrentar a violência e afirmar plenamente a humanidade das mulheres.</em></p>



<p><em> Edna Martins (*)</em></p>



<p>O 8 de março não é apenas uma data no calendário. É um marco de memória, reflexão e reafirmação de um propósito que atravessa gerações: a igualdade de direitos.</p>



<p>Ainda que a sociedade muitas vezes proclame a igualdade, a experiência feminina revela outra realidade. Persistem sentimentos de inadequação, de não pertencimento e de invisibilidade. Muitas mulheres continuam a viver em um mundo que frequentemente as escuta pouco, as compreende menos e, não raramente, lhes nega reconhecimento pleno.</p>



<p>Como já afirmou a ministra Cármen Lúcia, as mulheres muitas vezes são tratadas mais como pontos de referência do que como sujeitos de direitos. São reconhecidas em papéis sociais — mães, esposas, cuidadoras — mas ainda lutam para serem reconhecidas, antes de tudo, como pessoas plenas de direitos.</p>



<p>A história das mulheres é, portanto, uma história de busca por reconhecimento. Uma jornada que atravessa gerações e que passa por diferentes etapas de amadurecimento político e social.</p>



<p>A própria tradição bíblica, no livro de Eclesiastes, lembra que &#8220;há tempo para todo propósito debaixo do céu&#8221;. Também na história das mulheres houve tempos distintos.</p>



<p>Houve o tempo da busca pela igualdade em um mundo estruturado a partir de parâmetros masculinos — um mundo que, muitas vezes, parecia inacessível justamente porque ignorava as diferenças.</p>



<p>Depois veio o tempo de reconhecer essas diferenças sem que elas servissem como justificativa para exclusão. Assim fortaleceu-se uma ideia fundamental: não se trata de sermos iguais em tudo, mas de termos iguais direitos.</p>



<p>Esse reconhecimento é, antes de tudo, o reconhecimento da humanidade das mulheres. Significa olhar para elas com respeito, sem culpabilização prévia e sem exigir que carreguem sozinhas o peso das contradições sociais.</p>



<p>&nbsp;Os números da violência contra a mulher, que hoje finalmente começam a sensibilizar instituições e parte da sociedade, não são novos. Há décadas são denunciados por movimentos de mulheres e por pesquisadoras que insistem em mostrar uma realidade frequentemente ignorada.</p>



<p>Durante muito tempo, porém, preferiu-se perguntar o que a mulher teria feito para provocar a violência, em vez de enfrentar o problema em sua verdadeira dimensão.</p>



<p>O 8 de março nos lembra que chegou a hora de mudar definitivamente essa lógica.</p>



<p>É tempo de reconhecer o papel das mulheres na história, garantir seus direitos e afirmar, sem ambiguidades, sua plena humanidade. Somente assim será possível construir uma sociedade mais justa — uma sociedade em que mulheres e homens possam viver com dignidade, respeito e paz.</p>



<p><em>(*) Socióloga, Doutora em Linguística e Vice-Presidente do PSDB Mulher – SP</em></p>
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