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	<title>Institucional Archives - Jornal de Araraquara</title>
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	<title>Institucional Archives - Jornal de Araraquara</title>
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	<item>
		<title>Desafios da comunidade surda de Araraquara serão tema de Audiência Pública na Câmara</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/desafios-da-comunidade-surda-de-araraquara-serao-tema-de-audiencia-publica-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 19:16:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento faz parte da programação do Setembro Azul e é organizado pelo vereador João Clemente (Progressistas) Na próxima sexta-feira (25), a partir das 15 horas, será realizada na Câmara a Audiência Pública &#8220;Setembro Azul – Acessibilidade não é favor, é direito: diversidade na comunicação das pessoas surdas, barreiras sociais e os impactos na saúde mental&#8221;. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Evento faz parte da programação do Setembro Azul e é organizado pelo vereador João Clemente (Progressistas)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na próxima sexta-feira (25), a partir das 15 horas, será realizada na Câmara a <a href="https://docs.google.com/viewer?url=https%3A//consulta.camara-arq.sp.gov.br/arquivo%3FId%3D362831" target="_blank" rel="noopener"><u>Audiência Pública</u></a> &#8220;Setembro Azul – Acessibilidade não é favor, é direito: diversidade na comunicação das pessoas surdas, barreiras sociais e os impactos na saúde mental&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro, organizado pelo vereador João Clemente (Progressistas), acontece em celebração ao mês de conscientização sobre os direitos das pessoas surdas, criado pela <a href="https://www.legislacaodigital.com.br/Araraquara-SP/LeisOrdinarias/9065" target="_blank" rel="noopener"><u>Lei Municipal nº 9.065/2017.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A audiência tem como objetivo promover um espaço de diálogo, escuta e reflexão sobre a realidade das pessoas surdas em Araraquara. Também serão debatidos tópicos relacionados a acessibilidade e barreiras comunicacionais; Língua Brasileira de Sinais (Libras); acesso aos serviços públicos, incluindo a qualificação e capacitação dos servidores para o atendimento adequado às pessoas surdas; políticas públicas municipais inclusivas, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Clemente, a iniciativa pretende &#8220;fortalecer o diálogo entre o poder público, a comunidade surda e a sociedade, contribuindo para a identificação das barreiras existentes e para a construção de políticas públicas que promovam acessibilidade, inclusão, dignidade, autonomia e igualdade de direitos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram convidados a participar da audiência representantes do Poder Executivo municipal; das Secretarias Municipais relacionadas às áreas de Saúde, Educação, Assistência e Desenvolvimento Social, Cultura, Esporte e Direitos Humanos; da comunidade surda de Araraquara; de associações e entidades representativas das pessoas surdas; de profissionais e intérpretes de Libras e de instituições de ensino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento será transmitido ao vivo pela TV Câmara, no canal 17 da Claro TV, <a href="https://www.facebook.com/camaradeararaquara" target="_blank" rel="noopener"><u>Facebook</u></a> e <a href="https://www.youtube.com/@TVCMA-Araraquara" target="_blank" rel="noopener"><u>YouTube</u></a>, e será aberto para toda a população, que poderá acompanhar as discussões presencialmente no Plenário ou via internet.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Setembro Azul</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Setembro Azul é o período do ano dedicado à visibilidade da comunidade surda no Brasil em que acontecem ações de conscientização da população sobre os desafios enfrentados por essas pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha do mês de setembro é relacionada com a comemoração de quatro datas importantes para a comunidade surda: Semana Internacional dos Surdos, que em 2026 acontece de 21 a 27 de setembro; Dia Internacional da Língua de Sinais (23); <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11796.htm" target="_blank" rel="noopener"><u>Dia Nacional dos Surdos</u></a> (26) e Dia Internacional do Surdo e Dia do Tradutor Intérprete (30).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O azul remete à cor do laço usado para identificar pessoas com deficiências físicas na Alemanha nazista durante a década de 1930 e na Segunda Guerra Mundial. A medida fazia parte da política eugenista alemã, que determinava, entre outras coisas, o assassinato de pessoas com deficiência, doenças ou pertencentes a grupos marginalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do contexto negativo, o azul se tornou um símbolo de resistência para a comunidade surda e uma forma de homenagear as pessoas que foram vítimas de violência durante esse momento histórico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Setor de Imprensa &#8211; Câmara Municipal de Araraquara)</em></p>
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		<title>Quando comer se torna um desafio: entenda a seletividade alimentar no autismo</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/quando-comer-se-torna-um-desafio-entenda-a-seletividade-alimentar-no-autismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 17:44:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preferências são comuns; seletividade envolve restrições persistentes que podem afetar nutrição, saúde e convívio. No autismo, sensibilidade a textura, cheiro e temperatura é um fator relevante, mas não explica todos os casos Não gostar de brócolis, preferir arroz a batata ou eleger um prato favorito não caracteriza, por si só, seletividade alimentar. Preferências fazem parte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Preferências são comuns; seletividade envolve restrições persistentes que podem afetar nutrição, saúde e convívio. No autismo, sensibilidade a textura, cheiro e temperatura é um fator relevante, mas não explica todos os casos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não gostar de brócolis, preferir arroz a batata ou eleger um prato favorito não caracteriza, por si só, seletividade alimentar. Preferências fazem parte da alimentação e costumam coexistir com um repertório variado de alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seletividade vai além. O quadro pode envolver repertório restrito, resistência persistente a alimentos novos e recusa motivada por características específicas, como textura, cheiro, sabor, temperatura, cor, apresentação e até marca ou embalagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma criança pode aceitar batata crocante, mas recusar a mesma batata amassada. Pode consumir um iogurte de determinada marca e rejeitar outro aparentemente semelhante porque percebe diferença na consistência. Em outros casos, aceita os alimentos separados, mas não consegue comê-los quando estão misturados ou encostados dentro do prato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença, portanto, não está apenas em &#8220;ser exigente&#8221;, mas na frequência da recusa, na extensão das restrições e no impacto que elas produzem sobre a saúde e a rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), define seletividade alimentar como um padrão de alimentação em que a criança ou o adolescente aceita um repertório reduzido de alimentos e apresenta recusa persistente de itens novos, conhecida como neofobia alimentar. Em documento destaca que esse comportamento pode ter repercussões nutricionais, emocionais e sociais e deve ser considerado nas estratégias de alimentação escolar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Restrição pode ter diferentes graus</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A seletividade alimentar não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Mais útil do que contar apenas quantos alimentos alguém aceita é observar o efeito da restrição no estado nutricional, nas refeições e na participação social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em situações de menor impacto, a pessoa pode evitar algumas texturas ou preparações, mas manter variedade suficiente para atender às necessidades nutricionais e participar das refeições sem sofrimento relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a restrição aumenta, o repertório pode diminuir gradualmente. A pessoa passa a depender de determinadas marcas, formas de preparo ou apresentações e encontra dificuldades para comer na escola, em restaurantes, na casa de familiares ou em viagens. Grupos alimentares inteiros podem deixar de ser aceitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos de maior gravidade, podem ocorrer alterações de peso ou crescimento, deficiência de nutrientes, sofrimento intenso durante as refeições e prejuízos importantes para a vida familiar e social. Essas situações exigem avaliação clínica e nutricional e, quando indicado, investigação de transtornos alimentares, como o transtorno alimentar restritivo/evitativo (TARE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de autismo não é suficiente para explicar automaticamente uma restrição alimentar. O comportamento à mesa pode ser a manifestação mais visível de questões sensoriais, gastrointestinais, motoras orais, nutricionais, emocionais ou comportamentais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que a seletividade é mais frequente no autismo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A seletividade alimentar é relatada com maior frequência entre crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista (TEA). Uma revisão sistemática publicada em 2025 identificou textura, aparência, apresentação, sabor e cheiro como fatores relevantes para as escolhas alimentares desse grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O FNDE também aponta estudos que encontraram prevalências entre 40% e 80% de seletividade alimentar em estudantes com TEA. A faixa ampla reflete diferenças de definição, idade e metodologia entre pesquisas, mas sustenta a necessidade de atenção individualizada em casa e no ambiente escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das explicações possíveis está no processamento sensorial. Para algumas pessoas autistas, estímulos percebidos como corriqueiros por outras podem ser vividos com maior intensidade. A cremosidade de um purê, os grumos de uma sopa, fibras em uma carne ou a mistura de alimentos podem provocar desconforto relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando uma criança rejeita um alimento, a pergunta não deveria ser apenas &#8216;por que ela não quer comer?&#8217;. É importante observar o que existe naquela experiência: textura, cheiro, temperatura, apresentação, mistura ou imprevisibilidade. Em alguns casos, há um desconforto sensorial real por trás da recusa&#8221;, afirma a psicóloga e neuropsicóloga Luanda Rosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distinção ajuda a entender por que dizer que alguém &#8220;gosta&#8221; ou &#8220;não gosta&#8221; de um alimento pode ser insuficiente. A criança pode aceitar cenoura crua e rejeitar cenoura cozida. O alimento é o mesmo, mas a experiência sensorial mudou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sensibilidade não explica tudo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A textura é uma das causas possíveis, não uma resposta automática para toda recusa alimentar de pessoas autistas. Refluxo, constipação, dor abdominal, alergias ou intolerâncias alimentares, problemas odontológicos, dificuldades de mastigação e deglutição, ansiedade e medo de engasgar também podem tornar a alimentação desconfortável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Duas crianças podem apresentar repertório alimentar reduzido por razões distintas. Uma pode evitar alimentos por hipersensibilidade sensorial; outra pode sentir dor ao mastigar; outra pode ter desenvolvido medo depois de um engasgo. A estratégia só pode ser definida depois de se entender o que sustenta a recusa&#8221;, diz Luanda Rosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa distinção é relevante porque insistir para que uma criança coma, sem investigar a causa da aversão, pode ampliar a ansiedade e tornar refeições ainda mais difíceis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Brasileira de Pediatria alerta que dietas restritivas não devem ser adotadas indiscriminadamente para pessoas autistas. A exclusão de glúten, leite ou outros alimentos exige indicação clínica, como diagnóstico de alergia, intolerância ou doença celíaca, e acompanhamento profissional para evitar prejuízos nutricionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando procurar avaliação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Atenção especial é recomendada quando a seletividade deixa de ser uma preferência e passa a comprometer alimentação, crescimento, saúde ou participação social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sinais que justificam avaliação incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Repertório alimentar cada vez menor.</li>



<li>Recusa persistente de grupos inteiros de alimentos.</li>



<li>Dependência de poucas marcas, embalagens, preparações ou formatos.</li>



<li>Reação intensa a textura, cheiro, temperatura, aparência ou mistura de alimentos.</li>



<li>Dificuldade para mastigar ou engolir, episódios frequentes de engasgo ou dor ao comer.</li>



<li>Vômitos, refluxo, constipação ou dor abdominal associados às refeições.</li>



<li>Perda ou ganho de peso sem explicação, alteração do crescimento, cansaço intenso ou suspeita de deficiência nutricional.</li>



<li>Dificuldade extrema para comer fora de casa ou participar de refeições escolares.</li>



<li>Choro, medo, fuga, crises ou conflitos frequentes durante as refeições.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Um sinal isolado não estabelece um diagnóstico. O que deve orientar a busca por ajuda é a combinação entre persistência, intensidade, sofrimento e impacto da dificuldade no cotidiano.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como evitar que a refeição vire conflito</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Forçar, ameaçar, punir, chantagear ou esconder ingredientes pode aumentar a aversão e associar alimentos novos a experiências negativas. A ampliação do repertório tende a ser mais segura quando ocorre de forma gradual e com metas possíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, o primeiro passo diante de um alimento novo não é comê-lo. Pode ser tolerá-lo sobre a mesa, colocá-lo no prato, observá-lo, tocá-lo ou sentir seu cheiro. A aceitação pode avançar com o tempo, de acordo com o perfil sensorial e a causa da recusa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as estratégias que podem ajudar estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manter horários e ambiente previsíveis nas refeições.</li>



<li>Servir alimentos conhecidos junto a pequenas porções de itens ainda não aceitos.</li>



<li>Apresentar alimentos novos mais de uma vez, sem exigir consumo imediato.</li>



<li>Permitir aproximação gradual por meio da observação, do toque e do cheiro.</li>



<li>Envolver a criança no preparo, na escolha e na organização da refeição quando isso for possível.</li>



<li>Reduzir distrações, como telas, durante as refeições.</li>



<li>Registrar padrões de aceitação e recusa relacionados a textura, temperatura, cheiro, marca e forma de preparo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda uma postura neutra e acolhedora durante as refeições e exposição repetida a novos alimentos, respeitando idade, desenvolvimento, condições clínicas e necessidades de cada criança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidado pode envolver diferentes áreas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A seletividade alimentar não deve ser tratada apenas como questão de comportamento ou disciplina. Conforme o caso, o cuidado pode envolver pediatra, nutricionista, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo e escola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pediatra pode investigar crescimento, sintomas gastrointestinais, alergias, intolerâncias e outras condições orgânicas. O nutricionista avalia a variedade alimentar, a ingestão e o risco de inadequação nutricional. A fonoaudiologia pode investigar mastigação e deglutição, enquanto a terapia ocupacional pode contribuir diante de questões sensoriais relevantes. Aspectos emocionais e comportamentais também podem demandar acompanhamento específico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Luanda Rosa, a pergunta que orienta o cuidado não deveria ser &#8220;como fazer essa criança comer?&#8221;, mas &#8220;por que comer está sendo difícil para ela?&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O objetivo não é que a criança aceite todos os alimentos de uma vez. É compreender os fatores envolvidos na recusa e, a partir daí, construir estratégias individualizadas para ampliar o repertório de forma segura, gradual e respeitosa, sem transformar as refeições em experiências de pressão ou sofrimento&#8221;, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a Luanda Rosa</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="853" height="971" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/09/luanda.jpeg" alt="" class="wp-image-112558"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Psicóloga e neuropsicóloga (CRP 06/106954), especialista em autismo na adolescência e na vida adulta. Atua há 15 anos com avaliação neuropsicológica de adultos, é coautora do livro Protagonismo Feminino e consultora em inclusão de pessoas autistas para empresas. Também participa de podcasts, palestras e eventos sobre autismo na vida adulta e neurodiversidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Tinteiro Assessoria de Imprensa)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto Profissional. (Crédito: FreePik)</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Eleições 2026 &#8211; Entrevistas JA</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/eleicoes-2026-entrevistas-ja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luigi Polezze]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 22:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Candidato à Deputado Estadual, Rafael de Angeli. Ótima pergunta. Araraquara realmente possui uma história muito rica nos campos político, educacional e cultural, e acredito que temos muito a oferecer ao Estado de São Paulo. Na cultura, temos a honra de ter grandes nomes que representaram nossa cidade, inclusive com presença na Academia Brasileira de Letras. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Candidato à Deputado Estadual, Rafael de Angeli. </em></strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Araraquara possui uma rica história política, educacional e cultural. Na sua visão, qual é o maior legado que a cidade oferece ao Estado de São Paulo e como pretende fortalecê-lo caso seja eleito?</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Ótima pergunta. Araraquara realmente possui uma história muito rica nos campos político, educacional e cultural, e acredito que temos muito a oferecer ao Estado de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na cultura, temos a honra de ter grandes nomes que representaram nossa cidade, inclusive com presença na Academia Brasileira de Letras. E não podemos esquecer que Macunaíma, uma das obras mais importantes da literatura brasileira, foi escrito em Araraquara. Essa tradição cultural e literária precisa ser valorizada e, principalmente, ampliada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto deputado estadual, quero trabalhar para que a leitura esteja cada vez mais presente na vida dos paulistas, especialmente dos estudantes. Dados do Anuário Escolar de 2025 mostram que cerca de 7,5% das escolas estaduais ainda não possuem biblioteca ou sala de leitura. Quero cobrar para que esse número chegue a zero. A universalização do acesso aos livros e o incentivo ao hábito da leitura são bandeiras que Araraquara pode levar para todo o Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na educação superior, temos a honra de contar com instituições públicas estaduais de excelência, como a UNESP e a FATEC. Quero ser um defensor do ensino superior público e trabalhar em diálogo permanente com as universidades para compreender de que maneira a Assembleia Legislativa e seus deputados podem contribuir para sua preservação e fortalecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária também traz novos desafios para o financiamento das universidades estaduais, e será necessário discutir soluções que garantam a sustentabilidade dessas instituições e preservem sua autonomia. Quero participar ativamente desse debate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao ensino médio, tenho uma grande indignação com o enfraquecimento do Centro Paula Souza ocorrido durante o governo João Doria e, principalmente, com a substituição da valorização do ensino médio regular por uma oferta cada vez mais direcionada ao ensino técnico. É um absurdo que Araraquara não tenha mais o ensino médio regular como deveria. Precisamos defender uma educação de qualidade, garantindo ao estudante o direito de escolher sua trajetória e fortalecendo tanto o ensino médio regular quanto a formação técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, na política, Araraquara também tem uma história de grandes lideranças, com deputados e figuras de relevância nacional que nasceram ou tiveram suas trajetórias construídas aqui. Até uma primeira-dama araraquarense o Brasil teve. Quero contribuir para que os araraquarenses voltem a sentir orgulho das suas raízes e percebam que nossa cidade pode, sim, ocupar novamente um papel de protagonismo no Estado de São Paulo.</p>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li>Quais são as três principais prioridades do seu mandato para Araraquara e região? De que forma pretende transformar essas propostas em resultados concretos?</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Minhas três principais prioridades serão educação, saúde e tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na educação, quero ampliar o acesso a cursos e oportunidades de formação em nossa região, sempre em diálogo com as universidades. Temos visto outras cidades avançarem na conquista de novos cursos e estruturas de ensino superior. Ourinhos, por exemplo, deve receber um curso de Direito da UNESP, enquanto Bauru conquistou uma nova faculdade de Medicina da USP. E fica a pergunta: por que não em Araraquara?</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante reconhecer que as universidades possuem autonomia e que essas decisões não dependem exclusivamente de um deputado, mas um deputado estadual tem algo muito importante: capacidade de articulação e diálogo. Bauru é um exemplo de como a atuação política pode ajudar a cidade a conquistar investimentos e novos equipamentos. Não podemos aceitar que Araraquara fique para trás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na saúde, minha prioridade será ajudar a fortalecer a Santa Casa e buscar recursos e soluções para os desafios que a instituição enfrenta. A Santa Casa é fundamental para Araraquara e para toda a região (mais de 24 cidades), e precisa ter condições de continuar prestando um atendimento de qualidade à população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, na tecnologia, quero aproximar ainda mais a FATEC do poder público. Temos uma instituição de excelência dentro da nossa cidade e precisamos aproveitar esse conhecimento para ajudar Araraquara a avançar em inovação, digitalização, qualificação profissional e modernização dos serviços públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quero transformar essas prioridades em resultados por meio de articulação política, diálogo com o Governo do Estado, universidades e municípios, além da destinação de recursos e da apresentação de propostas na Assembleia Legislativa.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li>Além da destinação de emendas parlamentares, qual acredita ser o verdadeiro papel de um deputado estadual ou federal na defesa dos interesses da população?</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro papel de um deputado é ouvir. Eu nunca tive preguiça de ouvir a população e acredito que ouvir, compreender e identificar os problemas é o primeiro passo para conseguir apresentar soluções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado estadual precisa ser um ouvinte atuante, conhecer as demandas dos municípios e ter capacidade de levá-las ao Governo do Estado, mas também precisa transformar essas demandas em políticas públicas e projetos de lei quando isso estiver dentro de sua competência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E teremos um debate muito importante pela frente em relação à Reforma Tributária. Precisamos estar atentos para que mudanças na estrutura de arrecadação não acabem representando, direta ou indiretamente, aumento da carga tributária para a população. A defesa do contribuinte e o combate a aumentos de impostos serão prioridades do meu mandato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não quero ser apenas um deputado que envia recursos. Quero ser alguém que acompanha, fiscaliza, cobra, propõe e articula. O deputado precisa estar presente nos municípios, entender os problemas do estado e buscar soluções concretas para eles.</p>



<ol start="4" class="wp-block-list">
<li>O Brasil vive grandes transformações nas áreas de tecnologia, educação e mercado de trabalho. Como o senhor acredita que o Parlamento deve preparar as novas gerações para os desafios das próximas décadas?</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos vivendo uma transformação profunda, principalmente com o avanço da inteligência artificial e da automação. A inteligência artificial chegou para ficar, e precisamos preparar as pessoas para essa nova realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se não fizermos isso, corremos o risco de ter, no futuro, profissionais despreparados para as novas exigências do mercado de trabalho. Por isso, essa preparação precisa começar nas escolas de educação básica e continuar nas universidades e nos cursos profissionalizantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Professores também precisam receber formação para compreender e utilizar essas novas ferramentas de maneira responsável e produtiva. A tecnologia não deve ser vista apenas como uma ameaça ao emprego, mas como uma ferramenta que pode abrir novas oportunidades, desde que as pessoas estejam preparadas para utilizá-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acredito que Araraquara tem uma grande vantagem nesse processo: temos a FATEC. Podemos construir uma parceria muito mais próxima entre a instituição e o poder público, tanto na formação de profissionais e professores quanto no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a própria administração pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma via de mão dupla: levar as necessidades do governo para a universidade e levar o conhecimento da universidade para o governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quero trabalhar para que Araraquara seja referência em tecnologia, inovação, formação profissional e preparação para o mercado de trabalho do futuro.</p>



<ol start="5" class="wp-block-list">
<li>Se ao final do mandato os araraquarenses pudessem lembrar de apenas uma contribuição sua para a cidade, qual gostaria que fosse esse legado e por quê?</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Gostaria de ser lembrado como o deputado que mais articulou e trouxe recursos do Governo do Estado para Araraquara, mas, principalmente, como aquele que conseguiu transformar esses recursos em resultados concretos para a população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quero olhar para trás e saber que ajudamos a fortalecer a saúde, melhorar a educação, ampliar oportunidades, apoiar nossas instituições e trazer novas políticas públicas para Araraquara e para toda a região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que o volume de recursos destinados, quero que o meu mandato seja reconhecido pela capacidade de articulação, pelo diálogo com o governador e com o Governo do Estado e, principalmente, pela transformação desses investimentos em benefícios reais para as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se, ao final do mandato, o araraquarense puder dizer que a cidade avançou porque teve um deputado estadual trabalhando por ela, acredito que esse será o maior legado que eu poderia deixar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>DESTAQUE</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/destaque-136/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 18:24:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>27/05/2001 &#8211; Praça de São Sebastião passará por reforma Dentro de 60 dias, a Prefeitura Municipal deve dar início às obras para a reforma da praça da Igreja de São Sebastião.De acordo com o secretário municipal de Obras, Valter Rozato, o trabalho começará após a contratação de equipes padrão que atenderão a secretaria. A licitação [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">27/05/2001 &#8211; Praça de São Sebastião passará por reforma</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro de 60 dias, a Prefeitura Municipal deve dar início às obras para a reforma da praça da Igreja de São Sebastião.<br>De acordo com o secretário municipal de Obras, Valter Rozato, o trabalho começará após a contratação de equipes padrão que atenderão a secretaria. A licitação está em trâmite.<br>Entre as mudanças previstas estão melhorias no calçamento e na iluminação; ampliação de área externa, com a diminuição dos canteiros; criação de uma entrada para carros, facilitando o acesso das noivas; e instalação de bancos novos.</p>
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		<item>
		<title>GEPOL</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/gepol-113/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 18:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(Editoria) RECLAMAÇÕES NÃO PARAM DE CHEGAR Estamos vivendo época de eleições em todo País. Em Araraquara, moradores reclamam da enorme quantidade de banners que estão distribuídos em ruas, praças e balões nos quatro cantos da cidade. &#8220;A visibilidade está sendo prejudicada, afora o andar nesses locais que está difícil&#8221;, reclama nossa leitora Doralice.Mas, não é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>(Editoria)</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">RECLAMAÇÕES NÃO PARAM DE CHEGAR</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos vivendo época de eleições em todo País. Em Araraquara, moradores reclamam da enorme quantidade de banners que estão distribuídos em ruas, praças e balões nos quatro cantos da cidade. &#8220;A visibilidade está sendo prejudicada, afora o andar nesses locais que está difícil&#8221;, reclama nossa leitora Doralice.<br>Mas, não é só os banners, as casas já estão sendo inundadas com os famosos &#8216;santinhos&#8217;.<br>Esse comportamento já é ultrapassado e só está deixando o eleitor irritado.<br>As redes sociais já fazem esse papel de inundar, mas, pelo menos não existe a sujeira nas casas e ruas.<br>Senhores candidatos, pensem nisso, parem de sujar as ruas e casas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">MORADORES FELIZES</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Araraquara, através do vereador Michel Kary (PL) e a vice-prefeita Meire Laurindo atuaram ao cobrar e questionar a Prefeitura por meio de documentos oficiais e requerimentos sobre a situação jurídica e acúmulo de resíduos em imóveis abandonados na Rua Rui Barbosa, na Vila Xavier.A execução da demolição &#8211; para alegria dos moradores do entorno que durava mais de 10 anos &#8211; finalmente aconteceu na semana corrente.<br>O local era usado por pessoas sem teto e usuários de drogas.<br>Caminhões e mais caminhões foram tirados de escombros e muita sujeira do local, afora grande quantia de animais peçonhentos.<br>&#8220;Esse mesmo trato deveria ser dado onde no passado funcionava supermercado Santo Antônio e a Fábrica Dianda Lopes, também na Vila Xavier &#8220;, questionam moradores do entorno desse local.<br>Fica a pergunta.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="2008" height="1506" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gepolf1a-2.jpg" alt="" class="wp-image-111656"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">PRAÇAS ABANDONADAS</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após um idoso ser agredido, por morador de rua, na praça da Igreja de São Geraldo, reclamações sobre o estado de abandono de grande maioria das praças de Araraquara, aumentaram consideravelmente.<br>&#8220;O fato de não haver a limpeza regularmente, leva a isso; o povo não colabora jogando mais lixo nas mesmas e pessoas sem teto armam até barracas nesses locais, e nós povo que pagamentos impostos, ficamos vulneráveis a isso tudo&#8221;, diz nossa leitora que pediu para não divulgar o nome.<br>Moradores têm toda razão, abandono das praças está deixando a desejar em muito. Alguma providência urgente precisa ser feita para limpar as praças.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1875" height="984" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gepolf2-3.jpg" alt="" class="wp-image-111657"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">MARCHA PARA JESUS ACONTECE NESTE SÁBADO (29)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Evento reúne comunidade cristã em caminhada de fé, paz e união.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sábado (29) a tradicional Marcha para Jesus, evento anual que reúne igrejas cristãs e fiéis em uma manifestação pública de fé, louvor e oração. A atividade conta com o apoio da Prefeitura e integra o calendário oficial de eventos do município desde 2016.<br>A programação terá início às 13h, com concentração no Parque Infantil, no Centro. Às 14h, os participantes darão início à caminhada, que seguirá até a área localizada atrás do Teatro Municipal, no Jardim Primavera. A chegada está prevista para as 16h, quando serão realizados momentos de celebração. O encerramento deve acontecer por volta das 17h30.<br>Tradicionalmente realizada em diferentes cidades do país, a Marcha para Jesus busca promover a integração entre as comunidades cristãs e levar às ruas mensagens de paz, esperança e união. A data passou a integrar o calendário oficial brasileiro em 2009.<br>A participação é gratuita e aberta ao público. Em 2025, a Marcha para Jesus reuniu cerca de 1.800 fiéis em Araraquara. Para este ano, a expectativa é de que aproximadamente 2.500 participantes acompanhem o evento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="2337" height="2921" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gepol.jpg" alt="" class="wp-image-111658"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Quem nos acompanhou até aqui tenha um excelente final de semana e até a próxima, se Deus assim o permitir.</em></p>
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		<item>
		<title>Confira as vagas de emprego disponíveis no PAT de Araraquara</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/confira-as-vagas-de-emprego-disponiveis-no-pat-de-araraquara-302/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 11:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sobre o PATO município, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, realiza a intermediação entre empresas que oferecem oportunidades de trabalho e profissionais em busca de emprego. O PAT também oferece: Habilitação ao Seguro-Desemprego; orientações sobre a emissão da Carteira de Trabalho Digital e divulgação das vagas nas redes sociais, facilitando o acesso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre o PAT<br></strong>O município, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, realiza a intermediação entre empresas que oferecem oportunidades de trabalho e profissionais em busca de emprego.<br><br><strong>O PAT também oferece: </strong>Habilitação ao Seguro-Desemprego; orientações sobre a emissão da Carteira de Trabalho Digital e divulgação das vagas nas redes sociais, facilitando o acesso para candidatos que não podem comparecer presencialmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como se candidatar?<br>🏢 <strong>Presencialmente</strong>, comparecendo ao PAT com currículo e documentos pessoais;<br>📲 <strong>Online</strong>, por meio do aplicativo da <strong><a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.dataprev.carteiradigital&amp;hl=pt_BR" target="_blank" rel="noopener">Carteira de Trabalho Digital&nbsp;</a></strong>(Consulte vagas e se candidate de forma rápida e prática)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atendimento Presencial<br></strong>📌 Rua São Bento, 840 – Centro<br>📞 (16) 3301-5087<br>🕘 9h30 às 16h30<br>📧 <a><strong>patararaquara@gmail.com</strong><br></a><em>(E-mail exclusivo para empresas que desejam divulgar vagas de trabalho.)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As vagas podem ser encerradas a qualquer momento para início de processo seletivo, sem aviso prévio.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1538" height="1854" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/08/a_286_0_1_28082026072109.jpg" alt="" class="wp-image-111584"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1350" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2025-07-28-at-04.49.18-4.jpeg" alt="" class="wp-image-111333"/></figure>
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		<item>
		<title>Comprei e a empresa sumiu: golpe, recuperação judicial ou descumprimento? O que diz a lei</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/comprei-e-a-empresa-sumiu-golpe-recuperacao-judicial-ou-descumprimento-o-que-diz-a-lei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andrea Mottola (*) Comprar pela internet virou rotina. Mas e quando o produto não chega, o site sai do ar e as mensagens ficam sem resposta? Diante desse silêncio, muitos consumidores concluem que foram vítimas de um golpe. Nem sempre é o caso. Esse tipo de problema pode ter três origens bem diferentes, e cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Andrea Mottola (*)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Comprar pela internet virou rotina. Mas e quando o produto não chega, o site sai do ar e as mensagens ficam sem resposta? Diante desse silêncio, muitos consumidores concluem que foram vítimas de um golpe. Nem sempre é o caso. Esse tipo de problema pode ter três origens bem diferentes, e cada uma exige um caminho jurídico próprio. Confundir todas elas é um erro que pode custar justamente o tempo necessário para recuperar o prejuízo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe, primeiro, o golpe puro: uma página recém-criada, sem histórico, vendendo um produto por um preço muito abaixo do praticado no mercado. Aqui não há fornecedor real por trás da &#8216;loja&#8217;, então buscar o reembolso pelos canais convencionais não leva a lugar nenhum. Levantamento da Febraban mostra que o golpe da falsa venda foi a fraude mais relatada por clientes de bancos associados no primeiro semestre de 2025, com 174 mil ocorrências, alta de 314% frente ao mesmo período do ano anterior. Nesses casos, o caminho é registrar um boletim de ocorrência por suspeita de estelionato e contestar o pagamento diretamente junto ao banco ou à instituição responsável pelo Pix, o quanto antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a melhor defesa contra esse tipo de fraude continua sendo a prevenção. Golpistas costumam reproduzir com fidelidade o layout de lojas conhecidas e direcionar consumidores para páginas falsas por meio de anúncios patrocinados. Antes de concluir a compra, vale conferir se o endereço eletrônico corresponde ao domínio oficial da empresa e desconfiar de ofertas muito abaixo do valor praticado no mercado. Quando houver dúvida, é mais seguro acessar diretamente o site oficial da loja e buscar o produto por conta própria do que finalizar a compra pelo link anunciado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe também o caso da empresa que efetivamente existe, mas está em recuperação judicial ou falência. O caso do Grupo 123milhas, em recuperação judicial desde agosto de 2023 e ainda em andamento, mostra bem essa diferença: quem comprou uma passagem ou um pacote e não recebeu o serviço não é só um &#8220;cliente insatisfeito&#8221;, é um credor. Na recuperação judicial, os créditos decorrentes das relações de consumo costumam ser enquadrados como quirografários, ou seja, sem garantia específica, e as condições de pagamento passam a depender do plano de recuperação aprovado no processo, e não apenas do Código de Defesa do Consumidor. O CDC continua valendo: o artigo 35 garante o direito de escolher entre exigir o cumprimento da oferta, aceitar um serviço equivalente ou pedir o dinheiro de volta, e a empresa não pode impor um voucher como única alternativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há, por fim, a situação em que não há golpe nem recuperação judicial: a empresa simplesmente resiste a cumprir sua obrigação. Em alguns casos, essa conduta pode até caracterizar má-fé. Aqui, o Código de Defesa do Consumidor continua sendo o principal instrumento de proteção. Vale tentar a solução administrativa pelos canais da própria empresa, recorrer ao Procon e às plataformas de reclamação pública e, se nada disso funcionar, buscar o Juizado Especial Cível, que dispensa advogado em causas de até vinte salários mínimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O debate legislativo também reforça a necessidade de aperfeiçoar a proteção do consumidor diante das novas modalidades de fraude. Um exemplo é o PL 446/2026, em tramitação na Câmara dos Deputados, que institui a Lei Nacional de Proteção Digital da Pessoa Idosa e prevê, entre outros pontos, crédito provisório em até 48 horas e responsabilização objetiva de bancos, operadoras e plataformas diante de indícios de fraude. Embora voltado à população idosa, o projeto sinaliza uma mudança importante: combater golpes digitais exige uma atuação coordenada entre consumidores, instituições financeiras e plataformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, muitos consumidores perdem tempo porque recebem uma orientação antes mesmo de identificar qual situação está diante deles. Uma triagem básica no primeiro atendimento, seja no banco, no Procon ou na delegacia, poderia evitar que vítimas de golpes, credores em processos de recuperação judicial e consumidores que enfrentam descumprimentos contratuais sigam pelo caminho errado. O consumidor precisa de respostas rápidas, mas, antes de tudo, precisa da resposta certa.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1915" height="1700" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDREA-MOTTOLA.jpg" alt="" class="wp-image-111560"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Divulgação &#8211; Andrea Mottola</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(*) É advogada especialista em Direito do Consumidor e Direito Digital.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem ilustrativa/Magnific</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pedra sobre pedra</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/pedra-sobre-pedra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldeararaquara.com.br/?p=111067</guid>

					<description><![CDATA[<p>Colaboração: Cíntia Alves Pedra sobre pedra.Era assim que a princesa construía seu castelo.Não havia sido um castelo pronto. Ela mesma o construiu, com todas as pedrasque encontrou pelo caminho.Cada uma carregava uma história. A alegria, a tristeza, a dor, a superação, aresiliência, o perdão.Pedra sobre pedra.Até que um dia, a princesa cansou.As mesmas pedras que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Colaboração: Cíntia Alves</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pedra sobre pedra.<br>Era assim que a princesa construía seu castelo.<br>Não havia sido um castelo pronto. Ela mesma o construiu, com todas as pedras<br>que encontrou pelo caminho.<br>Cada uma carregava uma história. A alegria, a tristeza, a dor, a superação, a<br>resiliência, o perdão.<br>Pedra sobre pedra.<br>Até que um dia, a princesa cansou.<br>As mesmas pedras que um dia a protegeram, agora a aprisionavam.<br>Nós construímos nossos castelos com tudo aquilo que vivemos.<br>Pedra sobre pedra.<br>Dores, perdas, medos, decepções e alegrias. Cada um deles se transforma em um<br>novo pilar.<br>A princesa somos nós, por trás dos muros que construímos para nos proteger e<br>que, sem perceber, podem começar a nos aprisionar.<br>Existe uma diferença entre construir um castelo e morar para sempre dentro dele.<br>Só precisamos aprender a não deixar que nossas pedras construam muros altos<br>demais.<br>Porque a vida não é feita de uma única pedra.<br>A vida é construção.<br>Pedra sobre pedra.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comunicado – Reabertura das piscinas do Parque Pinheirinho</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/comunicado-reabertura-das-piscinas-do-parque-pinheirinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 18:54:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldeararaquara.com.br/?p=110948</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Araraquara, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, informa que as piscinas do Parque Pinheirinho serão reabertas ao público neste sábado, 22 de agosto. O espaço estará disponível para uso da população aos finais de semana e feriados, das 9h às 16h30. Para utilizar as piscinas, será necessário estar com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Araraquara, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, informa que as piscinas do Parque Pinheirinho serão reabertas ao público neste sábado, 22 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O espaço estará disponível para uso da população aos finais de semana e feriados, das 9h às 16h30.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para utilizar as piscinas, será necessário estar com o exame médico em dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Esportes e Lazer reforça que a reabertura amplia novamente as opções gratuitas de lazer para as famílias e frequentadores do parque.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Secretaria de Comunicação &#8211; Prefeitura de Araraquara)</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1092" height="1440" src="https://jornaldeararaquara.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-20-at-15.44.58.jpeg" alt="" class="wp-image-110951"/></figure>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falecimento</title>
		<link>https://jornaldeararaquara.com.br/falecimento-520/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao Jornal Araraquara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 17:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldeararaquara.com.br/?p=108034</guid>

					<description><![CDATA[<p>ALMEIDA FONTERI MICELLI Às famílias enlutadas o pesar do J.A.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">ALMEIDA</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>PEDRO GONÇALVES DE AMORIM, 87 anos. Sepultado, dia 18, em Ibitinga.</li>



<li>IVO MONTECINO, 74 anos. Sepultado, dia 18, em Boa Esperança do Sul.</li>



<li>ANTONIO MUNIZ DO NASCIMENTO, 58 anos. Sepultado, dia 19, em Nova Europa.</li>



<li>PALMIRA ANDRÉ DA SILVA, 80 anos. Sepultada, dia 20, em Nova Europa.</li>



<li>HAROLDO GERARDI, 83 anos. Viúva Noely da Silva Barros. Sepultado, dia 21, Cemitério dos Britos.</li>



<li>LUIZ CARLOS DE SOUZA (CONHECIDO PELÉZINHO), 74 anos. Sepultado, dia 22, Cemitério dos Britos.</li>



<li>APARECIDO ZACARIAS DE OLIVEIRA, 80 anos. Viúva Maria do Carmo Borges de Oliveira. Sepultado, dia 22, Cemitério São Bento.</li>



<li>PIETRO BALHEJO SANTOS, 03 anos. Sepultado, dia 23, Cemitério São Bento.</li>



<li>MARIA DA PENHA RODRIGUES DA SILVA SILVA, 75 anos. Viúvo João Batista Pedro da Silva. Sepultada, dia 23, Cemitério dos Britos.</li>



<li>IOMAR GOMES DE SOUZA (CONHECIDO COMO PEIXE), 57 anos. Sepultado, dia 24, Cemitério dos Britos. [</li>



<li>THEREZA DE LOURDES PIROLA PITELLA, 96 anos. Sepultada, dia 24, em Santa Lúcia.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">FONTERI</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>TULIO ALONSO CARTES ACEVO, 76 anos. Sepultado, dia 18, Cemitério dos Britos.</li>



<li>SANDRA REGINA CAVALCANTI DIAS, 51 anos. Sepultada, dia 19, Cemitério dos Britos.</li>



<li>VALENTIM SCANHOLATO, 83 anos. Sepultado, dia 20, em Américo Brasiliense.</li>



<li>JOANA PEREIRA DE MACEDO, 88 anos. Sepultada, dia 21, Cemitério dos Britos.</li>



<li>ANGELA MARIA CARCELEM, 67 anos. Sepultada, dia 21, Cemitério São Bento.</li>



<li>VALTER LUIZ COLETTI, 53 anos. Sepultado, dia 22, Cemitério São Bento.</li>



<li>MARILENE LIMA CARNEIRO, 71 anos. Sepultada, dia 23, em Santa Lúcia-SP.</li>



<li>JOSÉ CARLOS DESTRO, 82 anos. Cremado, dia 23, Crematório Morada do Sol.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">MICELLI</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>FELIPE JOSÉ DA SILVA DIOGO, 35 anos. Sepultado, dia 18, Cemitério São Bento.</li>



<li>MERCEDES FERREIRA VALASCO, 92 anos. Sepultada, dia 18, em Rincão.</li>



<li>JOSÉ GONZALES, 80 anos. Sepultado, dia 18, Cemitério Ressurreição.</li>



<li>JOSÉ LUIZ MARCONDES (ZÉ DA HORTA), 73 anos. Sepultado, dia 19, Cemitério São Bento.</li>



<li>APARECIDA DOS SANTOS LIMA, 79 anos. Sepultada, dia 19, Cemitério dos Britos.</li>



<li>AYRTON TOMÉ DA SILVA, 76 anos. Sepultado, dia 20, Cemitério São Bento.</li>



<li>DARCY LUIZ GAUDIOSI, 94 anos. Sepultado, dia 22, Cemitério São Bento.</li>



<li>TEREZINHA SOUZA FIGUEIREDO (TECA), 74 anos. Sepultada, dia 23, Cemitério dos Britos.</li>



<li>DIVA MARIA DE BARROS ARONE, 77 anos. Sepultada, dia 23, Cemitério São Bento.</li>



<li>ROMILDO BENICIO DA CRUZ (CORO VEIO), 88 anos. Sepultado, dia 23, Cemitério dos Britos.</li>



<li>MILTON FERREIRA, 79 anos. Sepultado, dia 24, Cemitério dos Britos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Às famílias enlutadas o pesar do J.A.</em></p>
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