No plenarinho da Câmara, representantes da Companhia Troleibus Araraquara (CTA) e administração pública se reuniram para discutir projeto da prefeitura para extinção da CTA e a abertura de crédito no orçamento vigente para cobrir as despesas oriundas da aplicação dessa lei.
Sílvio Prada, presidente da companhia, reafirmou as dificuldades financeiras da CTA e que "hoje já não tem mais condição de atender o que a população necessita".
No ato da concessão das linhas, os representantes do consórcio vencedor informaram que 90 novos ônibus foram adquiridos e começam a operar no dia 1º de maio. Até lá, todos os funcionários da CTA serão demitidos, gradativamente, de acordo com as funções. São 539 trabalhares, e grande parte deve ser absorvida pela empresa concessionária. Antes, porém, terão que ser indenizados.
A prefeitura se propõe a pagar as indenizações e receber após a venda do terreno da CTA no valor de R$ 17 milhões de reais.