"Bom não é aquele que não cai nunca, mas aquele que se levanta sempre".

"Bom não é aquele que não cai nunca, mas aquele que se levanta sempre".

Bom dia. Neste último final de semana, tive a oportunidade de voltar a meu tempo de adolescente. Lembrar meus 15 anos, como também tantas e tantas festas de debutante, das quais participei. Era um momento sublime. Exibir um lindo vestido, os participantes muito bem arrumados, o salão cheio de gente… a valsa, outra valsa… outra e mais outra. Ao mesmo tempo, sentir a responsabilidade de ser apresentada à sociedade. Daquele dia em diante, nada mais seria igual. Seríamos vistas com outros olhos. Passaríamos a ser mulheres. Um rito de passagem inesquecível.

Tudo isso passou por minha cabeça, neste último final de semana. Tive, com minha família, o prazer e o privilégio de ser convidada para a festa de debutante de Tamires Romero, filha do casal Carlos e Cecília da cidade vizinha de Matão.

Tamires estava linda. Era um brilho só. Foi emocionante, principalmente porque as meninas de hoje parecem não ligar mais para esse rito de passagem, tão significativo. Deve-se viver cada momento, em cada momento. Os 15 anos de uma menina deve ter o sabor do mel, o cheiro da flor, o brilho das estrelas, o calor do sol, a força da Paz que brota de DEUS. Por que será que muitas meninas hoje em dia não ligam mais para isso?

Mas, com certeza, o fato de ter sido tão linda a festa da Tamires deve-se a seus pais. Amigos simples, que sabem o valor em dar tal prazer a sua filha. Casal de ilibada formação, há mais de vinte anos tenho o prazer de conhecê-los. A cada encontro, momentos felizes, que jamais esquecerei. De Carlos e Cecília sempre aprendemos coisas boas. E não poderia ser diferente desta vez. Depois de muitos anos, ganhei esse presente. Voltar, por algumas horas, a meus 15 anos. Mas, se Tamires estava feliz, os dois pareciam dois inebriados, rindo à toa de tudo e de todos. E poderia ser diferente?

Luiz Augusto Meira, um velho conhecido e poeta de Campinas escreveu:

Debutante

As flores desabrocham

aos quinze anos de idade.

Aos quinze anos

Borboletas e Primavera.

Não há maior proeza

Que sonhar nesta idade.

Não há maior beleza,

Não há sequer maldade

Quinze anos bem vividos,

tantos outros ainda por vir.

Hoje, nesta data,

É data de sorrir.

Quanto aos anos do futuro,

Não sei o que aguarda.

Aos quinze anos é pequenina.

tem idade de ser mulher.

sem deixar de ser menina.

Feliz também fiquei, pois meu amado Pedro pôde, pela primeira vez, participar de uma festa tão significativa para uma amiga.

Ele adorou. Nós adoramos. Todos adoraram. E poderia ser diferente?

Tamires, seja feliz e gente do bem como seus pais o são.

Alegria para todos.

A música parou.

Um músico tenta ganhar uns trocados tocando violão no meio da praça, até que chega um fiscal e lhe pergunta:

– O senhor tem licença pra tocar aqui?

O violonista balança a cabeça negativamente, sem parar de tocar.

– É uma pena – diz o fiscal – Então, por favor, queira me acompanhar!

– Será um prazer – diz o músico, sorrindo – Que música o senhor quer cantar?

"Nos grandes empreendimentos, o espírito de nada serve sem o coração".

Até a próxima semana – celp@terra.com.br

Profª Teresinha Bellote Chaman

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