“Se minha vida fosse interessante faria uma novela sobre ela. Mas tenho certeza que não daria Ibope”.
Camila Rodrigues, a doce Mari de “América”, da Globo, usando metáforas para explicar que mantém uma vida simples.
“O público torce por Júnior e Tião. Um beijo entre eles será bem-vindo”.
Bruno Gagliasso, que vive o homossexual enrustido Júnior de “América”, da Globo, torcendo pelo personagem apaixonado pelo peão vivido por Murilo Benício.
“Às vezes me pergunto por que faço isso”.
Matheus Nachtergaele, o peão Carreirinha de “América”, da Globo, que relutou em entrar na tevê, mas já faz uso dela há sete anos, desde que atuou em “Hilda Furacão”, da Globo. O ator ainda acha confuso o modo como a tevê expõe os atores e como faz deles pessoas meio inatingíveis.
“No ‘Clone’ meu papel era de ‘orelha’. Agora tenho passado, carro, casa, história…”
Totia Meireles, a Vera de “américa”, da Globo, que custou a engrenar um bom papel na tevê.
“As sandálias da humildade não podem virar as sandálias da humilhação”.
Jô Soares, apresentador “Programa do Jô”, da Globo, referindo-se à avacalhação instituída pelo pessoal do “Pânico”, da Rede TV, que tem o rechonchudo apresentador como novo alvo.
“Sou um pouco Jorje Kajuru. Falo a verdade”.
Monique Evans, nova titular do “A Casa É Sua”, da Rede TV!, comparando-se ao jornalista e debatedor do “Fora do Ar”, do SBT, conhecido pela falta de papas na língua.
“Só de imaginar uma menina dando em cima do meu pai, me dá vontade de matar”.
Cléo Pires, cuja personagem Lurdinha de “América”, da Globo, dá em cima do pai da melhor amiga, referindo-se ao padrasto Orlando Moraes, e não ao pai Fábio Jr., com quem tem uma relação conflituosa.
“Sou de uma geração que fechava às 2 h da manhã. Adoro o horário da madrugada. Está ligado a uma fase romântica da minha carreira”.
William Waak, jornalista que substituiu Ana Paula Padrão no “Jornal da Globo”, mostrando que não se importa em varar a madrugada trabalhando, uma das principais queixas de sua antecessora.
“Acho engraçado quando me pedem para arrumar a peruca e desistir da dentadura que é muito feia”.
Wellington Muniz, o Ceará do “Pânico”, da Rede TV!, contando como se dá a abordagem do público que o reconhece nas ruas como o “Silvio Santos”, a quem imita no programa.
“Teve uma fase na minha vida que varrer casa era tudo!”.
Talita Castro, a Bela de “Essas Mulheres”, da Record, que um dia já quis ser empregada doméstica. A decisão tinha justificativa em casa. Como os pais atores viviam fora, ela foi criada por Rosa, a empregada da família, e achava que aquele sim era o padrão de normalidade que buscava na infância.
“Homem casado dá muito trabalho”.
Cissa Guimarães, a Nina de “América”, da Globo, que jura nunca ter se metido numa relação com homens casados, mas tem opinião formada sobre o assunto ao “sentir” na pele de sua personagem a dor de ser a outra.
“Fui chamada para fazer aquele filme lá e falei: ‘Como é que é? Uma gangue de modelos que assaltam bancos com saias de cinco centímetros????? Só pode ser brincadeira”.
Luana Piovani, atriz e integrante do “Saia Justa”, do canal pago GNT, contando que foi chamada para fazer o filme “Taxi”, que deu a Gisele Bündchen a “oportunidade” de estrear no cinema.