“Se alguém me dizia ‘oi’, eu dizia ‘caso!’ Acabei me desgastando por isso”.
Deborah Secco, a Sol de “América”, da Globo, fazendo um mea-culpa de suas relações quase sempre fulgazes e “eternas”. Há um ano e meio com o cantor Falcão, da banda O Rappa, a atriz jura que sossegou.
“É fácil ser ator no Brasil, estudamos pouco. A celebridade instantânea resolve seu lado financeiro rapidamente e não se preocupa em se aprofundar”.
Caco Ciocler, o Ed de “América”, refletindo sobre o atual mercado profissional.
“Tenho 56 anos de bons momentos. Sou um saco para aqueles que querem fazer biografia, porque tudo em minha vida deu certo”.
Antonio Fagundes, o Pedro de “Carga Pesada”, da Globo, sem falsa modéstia.
“Da próxima vez me caso debaixo da ponte”.
Daniella Cicarelli, VJ e apresentadora do “Beija Sapo” e do “Presepada”, a da MTV, mostrando-se arrependida de ter casado com o jogador de futebol Ronaldinho no castelo de Chantilly, na França. A declaração foi dada em entrevista a Adriane Galisteu no programa “Charme”, do SBT.
“As pessoas pegam no pé do ‘Saia Justa’ porque uma conversa de mulheres irrita”.
Marcia Tiburi, filósofa e integrante do “Saia Justa”, do canal pago respondendo às críticas, entre elas de Marcelo Madureira, humorista do “Casseta & Planeta”, que disse que o programa “seria o mais machista da televisão brasileira porque tem de provar que as mulheres são inteligentes”.
“Roberto Marinho não era nenhum santo”.
Paulo Henrique Amorim, editor e apresentador do “Tudo a Ver”, da Record, tecendo comentário sobre o antigo patrão, fundador da Globo. Paulo Henrique está lançando “Plim Plim”, um livro sobre os bastidores da Globo.
“Hoje em dia, uma pessoa ter carisma e falar naturalmente um texto significa poder fazer uma protagonista. Não precisa ter tanta vontade de exercitar”.
Carolina Dieckmann, que deve voltar ao ar na próxima novela de Manoel Carlos, “Páginas da Vida”, da Globo, confirmando que para ser atriz ou ator hoje em dia não é preciso lá muito estudo.
“Se a cena realmente pede que eu tire a roupa ou faça trejeitos de gay, faço”.
Marcello Serrado, o Lopo de “Prova de Amor”, próxima novela das sete da Record, que não vê problemas em “incorporar” qualquer tipo de personagem.
“É lugar comum dizer que sou ator porque amo isso. Talvez tenha me deixado levar”.
Gabriel Braga Nunes, o Fernando de “Essas Mulheres”, da Record, que depois da novela quer tentar uma carreira musical paralela a de ator e estudar em Londres.