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Aspas

“Sempre tive um travesti dentro de mim”.

Suzy Rêgo, a Malva de Floribella, da Band, confessando que adora o figurino espalhafatoso da vilã que interpreta na novela.

“Ainda não dá para ganhar nenhum Emmy ou um Oscar, mas quem sabe mais para frente…”.

Luciana Gimenez, apresentadora do Superpop, da Rede TV!, depois de passar duas semanas fazendo aulas de interpretação no badalado Actors Studio, de Nova Iorque. A “modesta” apresentadora se refere aos prêmios máximos da televisão norte americana e do cinema mundial.

“Por que eu não posso fazer uma vovó? Eu sou uma vovó!”.

Betty Faria, a Pimenta de América, da Globo, garantindo que não se importa com a idade e que pode muito bem interpretar personagens que não tenham o apelo sensual da atual.

“Ninguém atravessa o deserto chorando e não dá para mostrar o interior de São Paulo com cenas do Pantanal. Essa, sim, é a minha novela”.

Glória Perez, autora de América, da Globo, enumerando sarcasticamente os defeitos que via na direção de Jayme Monjardim, afastado da novela depois de um ultimato da autora.

“Estou tranqüila. Não sou bailarina do grupo É o Tchan”.

Maria Paula, apresentadora do humorístico Casseta & Planeta, Urgente, da Globo, sobre o fato de não se importar muito com a silhueta, logo depois da gravidez.

“Aprendi a limpar chão, janela e a lavar louça como ninguém”.

Deborah Secco, a Sol de América, que depois de entrar em contato com o dia-a-dia da personagem, tem andado um pouco neurótica com a arrumação de casa.

“Não quero ficar muito tempo para não ser rotulada”.

Joana Balaguer, a Jaqueline de Malhação, da Globo, que mesmo engatinhando na profissão de atriz, pretende fazer outros papéis na televisão, além de querer atuar em teatro e cinema.

“Quem não gosta de se sentir um mulherão?”.

Gabriela Duarte, a Simone de América, depois de uma passagem pelo cabeleireiro e uma sessão de maquiagem para “fazer” a capa de uma revista.

“Não quero contar quando comecei a transar. Ainda não tenho coragem de escrever sobre isso”.

Vera Fischer, sobre o livro de memórias que está escrevendo.

“Existe muita inveja e falsidade porque você está na tevê”.

Monique Alfradique, a Branca de A Lua Me Disse, da Globo, que mal estreou e já sente na pele o assédio dos “muy amigos” que se aproximam para tirar uma lasquinha da fama.

“Fiquei amordaçado nos últimos quatro anos”.

Lauro César Muniz, novelista recém-contratado da Record, sobre a última fase de seu contrato com a Globo, período em que apresentou e teve recusados três projetos de minisséries e dois de novelas.

“Fiquei até mais jovem”.

Ludmila Dayer, a Sofia de Os Ricos Também Choram, próxima novela do SBT, que pela primeira vez disse adeus aos longos cabelos e agora adotou o novo corte para dar vida à personagem.

“Mas você é feio, hein companheiro!”.

Silvio Santos, apresentador e dono do SBT ao encontrar pela primeira vez Wellington Muniz, o Ceará que o imita no Pânico, da Rede TV!

“Acho alguns telejornais chatos. Me dão muito sono”.

Lilian Witte Fibe, jornalista que volta a ancorar um telejornal na tevê, no Canal 21.

“Eles me copiam escandalosamente”.

Gilberto Barros, apresentador do Boa Noite Brasil, da Band, dando uma de ofendido com seus concorrentes do horário noturno.

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