Anderson Haddad acha que o povo nem está aí com o número de vereadores

Gostaria de passar-lhe alguns dados, referentes ao posicionamento da Câmara atual, na pessoa de seus vereadores, os quais, sensíveis a toda situação pública, não medem esforços para o atendimento, tudo em prol do que for melhor para nossa cidade seja no trabalho individual dos Srs. Vereadores, seja no conjunto e, principalmente, na fiscalização do Executivo, meta primordial no exercício do mandato.

Tenho, assim, notado em suas matérias que existe uma certa insistência, quanto à redução do número de Vereadores, sem contudo, haver uma justificação plausível a respeito. Fala-se em clamor como se agitação houvesse pela população de Araraquara, com manifestações constantes, seja frente a Câmara, seja frente a Prefeitura, num ardor da luta, pela diminuição de cadeiras no Legislativo. Não tendo, como também, nenhum dos Srs. Vereadores tem, visto ou sentido, qualquer manifestação popular, quanto a tal diminuição de cadeiras, por “PREJUÍZOS AOS COFRES PÚBLICOS”. Este, seria um argumento digno de sustentação, CASO HOUVESSE VERDADE, mas, a verdade, é bem outra, a qual, SEQUER É TOCADA OU MENCIONADA POR QUALQUER JORNALISTA DESTA CIDADE. Vejamos:

Economia

Esta Câmara Atual decidiu, através reunião com todos os vereadores, quando do início da legislatura, tomar como meta, a economia aos cofres públicos, e assim, fizemos e estamos fazendo, sem que este mérito houvesse notícia pela imprensa.

Selo

Nenhum vereador gasta na compra de selos, com o dinheiro público, como da mesma forma, os cartões de apresentação que são pagos do próprio bolso. O uso de telefone e veículo, restringe-se a exclusiva necessidade, havendo assim, diminuição nos gastos, bem como, acredito, que somos a única cidade, em que VEREADORES, logo no início do mandato, DIMINUÍRAM o próprio recesso, de 90 (noventa) para 30 (trinta) dias, como qualquer trabalhador normal. Desde 1991, não aceitamos inclusão em nossos salários, apesar de total legalidade, do percentual estabelecido como reposição inflacionária, e assim, passamos 2001/2002 e o ano em curso. Apesar de nossos salários estarem atrelados ao Deputado Estadual, fomos uma das poucas cidades que impediu o aumento a partir de Fevereiro deste ano, quando os estaduais, elevaram seus ganhos, em razão da elevação do Federal. Enfim, somos a única cidade brasileira a devolver aproximadamente 01 (um) Milhão de Reais ao executivo, em razão da economia que fazemos, evitando gastos. Não temos mais clientelismo, e, atuamos dentro do maior interesse dos munícipes, no interesse da própria coletividade. Acredito que, atualmente, somos exemplos para todas as Câmaras deste Brasil. Tome exemplo Ribeirão Preto, Americana, Jundiaí, Santos, entre outras tantas, que elevaram seus salários, sem qualquer importância devida à população, visto que estavam e estão legalmente amparados pelo novo tipo de aumento que mencionei. Votaram, inclusive, até mesmo Verba Paletó, além de receberem Verba gabinete em valores realmente elevados. ONDE, nesta cidade, em seu legislativo, existe essa situação?

Trânsito

Caro João, nem mesmo, na época do seu mandato, com tudo que trabalharam, pelo seu grande esforço no trânsito, pelo que, cumprimento-o exaustivamente, pois, aprovei todo aquele trabalho, a Câmara economizou tanto. Assim, pergunto: – POR QUE tanto ódio, tanta obsessão, tanto esforço para desvalorização da Câmara atual? Por quê?

N.R. João Luiz Ultramari responde parcialmente (à página 5) e, promete, para a próxima edição, outros esclarecimentos sobre a diminuição de cadeiras da Câmara Municipal. Essa, sabemos todos, é a voz das ruas, dos que pensam em dias melhores para a representação política.

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