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A Cultura em Diálogo

"Eu não sou ninguém. Eu sou um barbantinho, uma pequenina escada de mão, o fim da calda, uma folha. Por isso, sou muito".

Bom dia. Como disse na semana passada, quero voltar a destacar as belezas e os momentos felizes que vivi na Europa, especialmente na Espanha. Quero referir-me, particularmente, na coluna de hoje, aos monumentos de algumas cidades como Burgos, Leon e Valladolid. São quatro imagens na seqüência, que mostram o quanto aquela cultura milenar dá valor a seus monumentos. Além disso, demonstram como os preservam e acima de tudo mantêm limpas suas ruas e praças. Já tivemos tal privilégio, um dia, aqui em Araraquara.

Gostaria de falar mais, nesta edição, sobre a cultura européia. Mas, tenho outros dois assuntos que neste momento são mais importantes.

Neste último final de semana, assistindo à missa dominical na Igreja de São José, presidida pelo padre José Roberto, ouvi uma "fábula", muito bem apresentada pelo Sr. Benjamin Cagnin.

FÁBULA DA PREGUIÇA:

Esta é uma história sobre quatro pessoas: Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém. Havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza de que Alguém o faria. Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez. Alguém se zangou, porque era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo. Ao final, Todo Mundo culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.

Tal "fábula" é realmente para pensar. Portanto… reflita.

Nos últimos dias, de tanto ouvir coisas lá de cima, do poder maior em Brasília, fico com o estômago embrulhado.

Mas, quando tomo conhecimento de fatos como o que agora vou relatar, sinto que ainda existe uma esperança.

Nesta semana, o Carlos Chaman (meu marido) enviou um e-mail para a Srª. Luiza Helena Trajano Inácio Rodrigues. Acho que muitos sabem de quem se trata. É a simpática Luiza Helena, diretora proprietária do Magazine Luiza. Vale a pena conferir:

Acho que você nunca ficou sabendo e nem seria importante saber, mas hoje tenho de dizer. Há 22 anos moro em Araraquara, vindo de São Paulo. Desde a primeira vez que fiz um contato com você, fiquei, vamos dizer: “apaixonado” pelo seu jeito de ser como empresária. A força, a dedicação e ao mesmo tempo a delicadeza e o carinho no trato com as pessoas, que de uma forma ou de outra faziam parte de seu cotidiano profissional. Fui testemunha disso. Depois de algum tempo, notei que esse jeito de ser, você, com muita maestria, transfere a todos os seus colaboradores (funcionários). Desde aquela época, sempre (e é verdade), tive prazer em fazer compras em sua rede de lojas. Em julho passado, mudei de casa, pois meu filho está com 13 anos e decidimos que precisaríamos de mais espaço. Conversando com a Profª Teresinha, minha esposa, definimos que iríamos trocar alguns aparelhos de nossa cozinha. Assim fizemos. Compramos em sua loja 2, aqui em Araraquara, alguns aparelhos de cozinha. Foi um valor "X" em compras, pagos à vista. Até aí tudo bem. Os produtos foram entregues dentro do prazo e tudo mais. Acontece que eu estava tendo um problema no que diz respeito à instalação de um aparelho. Liguei então para uma autorizada do fabricante, que viria resolver a questão, sem nenhum problema, desde que eu pagasse "x" pela visita.

Para quem gastou "X", "x" não seria o problema. Mas achei um desrespeito dessa empresa, com referência a um consumidor, que havia comprado 4 equipamentos de sua fabricação. Foi então que liguei para o Magazine Luiza. Mais uma vez, o Magazine Luiza surpreendeu-me. Cinco minutos depois de minha ligação, recebi o retorno. No dia seguinte, a questão foi resolvida, sem nenhum custo adicional. E hoje, quinta-feira, 11/08, há questão de horas, recebi novamente um telefonema de seu SAC, querendo saber como ficou o meu assunto, se estava tudo resolvido, a contento. Como é possível deixar de ser fiel a uma empresa, que trata seus clientes com tal distinção?

Eu entendo. Como fui uma pessoa muito bem educada, quando criança, a conclusão a que chego é que se trata de uma questão de berço.

Agora são exatamente 18h30m e o Carlos acaba de receber um telefonema da Srª. Luiza Helena, agradecendo as palavras de carinho, mencionadas no tal e-mail. Portanto posso concluir: "trata-se realmente de uma questão de berço". Nós agradecemos a presteza, a atenção e o amor com que vocês do Magazine Luiza tratam seus clientes (acho até que poderia chamá-los de amigos).

Desejando fazer contato -celp@terra.com.br

Na próxima semana, mais notícias da Espanha.

Profª Teresinha Bellote Chaman

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