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Vou chamar o síndico
Atualizada 5 de janeiro de 18 |  Comentários -   E-mail | Imprimir | Permissões e Reproduções | Assine matérias como esta | Compartilhar no facebook Siga Jornal de Araraquara no Twitter

O jornalista Márcio Rachkorsky (marcio@rachkorsky.com.br) focaliza tema dos mais importantes que gera até inimizade. Comum em qualquer agrupamento, mas, pode ser diminuído com dose maior de gentileza conforme justifica uma leitora que deseja ampliar essa discussão. O material jornalístico foi publicado pela Folha de S.Paulo, no último dia do ano.

Gentileza, consciência e tolerância

"Ufa, acabou o ano! Nos prédios, assim como nos demais campos, 2017 foi tenso, estranho e duro. Morar em condomínio requer habilidade extrema para compartilhar espaços e decisões com quem nem sempre têm a mesma educação, os mesmos hábitos e, pior, as mesmas expectativas que você.

No ano que se inicia, três palavras serão fundamentais para a busca da harmonia nos condomínios onde vale fazer uma rápida reunião familiar para garantir que todos de casa estejam comprometidos.

PALAVRA Nº1

A primeira palavra é gentileza, seja ao encontrar um vizinho (ou funcionário) e cumprimentá-lo, ao reclamar de algo sem ofender o síndico e os funcionários ou então ao oferecer ajuda e ideias à administração, em vez de apenas criticar.

PALAVRA Nº2

A segunda palavra que devemos ter em mente é consciência. O morador precisa assumir o seu papel e participar das assembleias, respeitar a vontade da maioria e cumprir as regras do regulamento interno e os procedimentos de segurança.

Torne-se um vizinho mais agradável com atitudes simples e faça do seu prédio o melhor lugar para viver.

SER MAIS CONSCIENTE

Isso inclui desde não fazer muito barulho, sobretudo após as 22h, até estacionar o carro direito na vaga, tomar cuidado ao abrir as portas do veículo e não segurar o elevador.

PALAVRA FINAL

A última palavra de ordem para 2018 é tolerância. É preciso tolerar os barulhos normais que seu vizinho faz porque uma família produz ruídos cotidianamente. Obviamente muita sensibilidade também atrapalha.

Devemos ser compreensivos com síndicos e conselheiros que têm uma dura missão e às vezes tomam decisões impopulares e indigestas. E temos que ter paciência com as pequenas falhas cometidas pelos funcionários, sobretudo os porteiros que estão sob constante pressão. Por fim, é necessário tentar entender os vizinhos mais fechados, que às vezes são apenas quietos, e não mal educados.

Parece tudo muito simples e óbvio, mas o turbilhão de preocupações do cotidiano nos faz esquecer dessas atitudes elementares que nos tornam pessoas melhores e vizinhos mais agradáveis.

Em 2018, faça do seu condomínio o melhor lugar para viver.


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